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Japão não fala de entrada de caças dos EUA na China



27/11/2013 | 02:50


Um porta-voz sênior do governo do Japão afirmou nesta quarta-feira que estava ciente do voo de dois caças-bombardeiros B-52 dos Estados Unidos sobre a zona de defesa aérea da China nesta terça-feira. Ele não quis comentar sobre a ação que foi vista como uma tentativa do governo norte-americano de combater a tentativa da China de exercer mais influência sobre a região.

"Estamos cientes da iniciativa, mas o governo japonês não está em posição para comentar a atividade do Exército dos EUA", disse Kato Katsunobu, vice-chefe de Gabinete do Japão.

Questionado se o Japão saudaria a iniciativa norte-americana e se foi informado da ação dos Estados Unidos, Katsunobu reforçou que o governo japonês não se pronunciaria sobre o assunto.

No sábado, o Ministério de Defesa da China divulgou um mapa de uma nova zona de defesa antiaérea e identificação obrigatória de aeronaves que voam sobre o Mar da China Oriental. A área inclui uma cadeia de ilhas também reivindicadas pelo Japão, o que levou Tóquio a protestar contra a medida. Após o anúncio, o Japão disse que a medida era inválida. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Japão não fala de entrada de caças dos EUA na China


27/11/2013 | 02:50


Um porta-voz sênior do governo do Japão afirmou nesta quarta-feira que estava ciente do voo de dois caças-bombardeiros B-52 dos Estados Unidos sobre a zona de defesa aérea da China nesta terça-feira. Ele não quis comentar sobre a ação que foi vista como uma tentativa do governo norte-americano de combater a tentativa da China de exercer mais influência sobre a região.

"Estamos cientes da iniciativa, mas o governo japonês não está em posição para comentar a atividade do Exército dos EUA", disse Kato Katsunobu, vice-chefe de Gabinete do Japão.

Questionado se o Japão saudaria a iniciativa norte-americana e se foi informado da ação dos Estados Unidos, Katsunobu reforçou que o governo japonês não se pronunciaria sobre o assunto.

No sábado, o Ministério de Defesa da China divulgou um mapa de uma nova zona de defesa antiaérea e identificação obrigatória de aeronaves que voam sobre o Mar da China Oriental. A área inclui uma cadeia de ilhas também reivindicadas pelo Japão, o que levou Tóquio a protestar contra a medida. Após o anúncio, o Japão disse que a medida era inválida. Fonte: Dow Jones Newswires.

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