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Farmácia on-line da região planeja abertura de capital

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Depois de ver seu faturamento crescer 20 vezes nos últimos sete anos, empresa quer seguir em alta


Leone Farias
do Diário do Grande ABC

11/11/2013 | 07:07


O mercado do e-commerce no Brasil, apontam especialistas, ainda tem muito a ser explorado. E isso não é diferente no segmento de medicamentos, em que o consumo é uma necessidade das famílias. Afinal, quem nunca ficou doente ou teve algum parente com problemas de saúde?

O empresário andreense José Luiz de Oliveira Neto enxergou boa oportunidade de negócios nessa área e, depois de ter pequena loja física no bairro Jardim do Estádio, em Santo André, de 1990 até 2006, resolveu, junto com outros dois sócios, partir para o caminho das vendas on-line com a abertura da Farmadelivery, há sete anos, no município. Hoje, já pensa até em ingressar na Bolsa de Valores.

O ritmo de crescimento da empresa mostra que sua decisão foi acertada. “Desde 2006 já crescemos mais de 20 vezes (em faturamento)”, diz. No ano passado, a receita (que ele prefere não divulgar) aumentou 40% ante 2011 e, em 2013, deve ter incremento de mais 30%.

A trajetória no mundo on-line chamou a atenção, e o executivo revela que recebeu propostas de grandes empresas, inclusive grupos internacionais, interessados em comprar a companhia. Por enquanto, a venda da atividade não está nos planos, para a satisfação dos cerca de 200 empregados diretos e indiretos.

Oliveira Neto quer que sua farmácia virtual ganhe ainda mais musculatura e, para isso, cogita, a partir de 2014, uma fusão ou a abertura do capital. Para se preparar para, eventualmente, ingressar na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), foi contratada auditoria independente. O objetivo é avalizar os processos contábeis e fiscais, caminho necessário para essa capitalização.

O empresário salienta que, para aproveitar o potencial do mercado na área, foram feitos R$ 3 milhões de investimentos em tecnologia, para propiciar qualidade na logística e garantir a confiabilidade e agilidade nas compras dos consumidores. O aporte incluiu a adoção de tecnologia de informática ERP (em inglês, software de planejamento de recursos empresariais), para otimizar os processos, e sistema seguro para o fechamento da compra pelos fregueses.

Atualmente, são 100 mil clientes cadastrados (é possível adquirir produtos também sem se cadastrar no site), e mais de 2.500 itens vendidos diariamente, entre televendas e internet, com atendimento para o Brasil todo e também para o Japão. Isso porque a companhia tem parceiro naquele mercado e link específico para o país. Nesse caso, o objetivo é atender sobretudo os dekasseguis (brasileiros residentes no Japão).

Oliveira Neto destaca ainda que, na venda de medicamentos, ao contrário de outras empresas do ramo, o foco principal da Farmadelivery são os remédios de marca, embora também comercialize os genéricos. Segundo ele, apesar das margens de lucro dos de marca serem apertadas, suas parcerias comerciais com grandes laboratórios garantiram preços competitivos.
 



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Farmácia on-line da região planeja abertura de capital

Depois de ver seu faturamento crescer 20 vezes nos últimos sete anos, empresa quer seguir em alta

Leone Farias
do Diário do Grande ABC

11/11/2013 | 07:07


O mercado do e-commerce no Brasil, apontam especialistas, ainda tem muito a ser explorado. E isso não é diferente no segmento de medicamentos, em que o consumo é uma necessidade das famílias. Afinal, quem nunca ficou doente ou teve algum parente com problemas de saúde?

O empresário andreense José Luiz de Oliveira Neto enxergou boa oportunidade de negócios nessa área e, depois de ter pequena loja física no bairro Jardim do Estádio, em Santo André, de 1990 até 2006, resolveu, junto com outros dois sócios, partir para o caminho das vendas on-line com a abertura da Farmadelivery, há sete anos, no município. Hoje, já pensa até em ingressar na Bolsa de Valores.

O ritmo de crescimento da empresa mostra que sua decisão foi acertada. “Desde 2006 já crescemos mais de 20 vezes (em faturamento)”, diz. No ano passado, a receita (que ele prefere não divulgar) aumentou 40% ante 2011 e, em 2013, deve ter incremento de mais 30%.

A trajetória no mundo on-line chamou a atenção, e o executivo revela que recebeu propostas de grandes empresas, inclusive grupos internacionais, interessados em comprar a companhia. Por enquanto, a venda da atividade não está nos planos, para a satisfação dos cerca de 200 empregados diretos e indiretos.

Oliveira Neto quer que sua farmácia virtual ganhe ainda mais musculatura e, para isso, cogita, a partir de 2014, uma fusão ou a abertura do capital. Para se preparar para, eventualmente, ingressar na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), foi contratada auditoria independente. O objetivo é avalizar os processos contábeis e fiscais, caminho necessário para essa capitalização.

O empresário salienta que, para aproveitar o potencial do mercado na área, foram feitos R$ 3 milhões de investimentos em tecnologia, para propiciar qualidade na logística e garantir a confiabilidade e agilidade nas compras dos consumidores. O aporte incluiu a adoção de tecnologia de informática ERP (em inglês, software de planejamento de recursos empresariais), para otimizar os processos, e sistema seguro para o fechamento da compra pelos fregueses.

Atualmente, são 100 mil clientes cadastrados (é possível adquirir produtos também sem se cadastrar no site), e mais de 2.500 itens vendidos diariamente, entre televendas e internet, com atendimento para o Brasil todo e também para o Japão. Isso porque a companhia tem parceiro naquele mercado e link específico para o país. Nesse caso, o objetivo é atender sobretudo os dekasseguis (brasileiros residentes no Japão).

Oliveira Neto destaca ainda que, na venda de medicamentos, ao contrário de outras empresas do ramo, o foco principal da Farmadelivery são os remédios de marca, embora também comercialize os genéricos. Segundo ele, apesar das margens de lucro dos de marca serem apertadas, suas parcerias comerciais com grandes laboratórios garantiram preços competitivos.
 

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