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Mesmo diante de crise, Rio Grande prossegue sem titular na saúde

Pasta está sem secretário há sete dias; prefeito diz avaliar nomes


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

23/03/2021 | 05:56


Em pleno agravamento da pandemia de Covid-19, o prefeito de Rio Grande da Serra, Claudinho da Geladeira (Podemos), enfrenta problemas para definir um novo nome para comandar a secretaria municipal de Saúde, setor que se encontra sem liderança após a então titular Maria José Pereira Zago, a Zezé, pedir exoneração há quase uma semana.

Enquanto o quadro da crise se agrava com pessoas morrendo à espera de leitos na cidade, Claudinho avalia ainda conjunto de quadros que poderão chefiar a pasta. Ex-vice-prefeito de Mauá, Paulo Eugenio Pereira Júnior (PT) recebeu convite para integrar o governo de Rio Grande, mas declinou da proposta.

“Ainda estou avaliando nomes e prefiro não revelar quem são (os cogitados ao posto). Já tenho um bom time (de secretários) e quero uma pessoa de qualidade. Essa semana eu devo bater o martelo e escolher um nome para comandar a pasta da Saúde”, declarou Claudinho.

A secretaria local de Saúde está acéfala desde a saída de Zezé, que pediu demissão do cargo em 16 de março depois de registrar mal-estar à frente da pasta. Ela apresentou pressão arterial elevada. O panorama crítico trazido pela pandemia do novo coronavírus também pesou na decisão da ex-titular do setor.

Zezé ficou menos de três meses na chefia da área. Apesar da rápida atuação da aliada, o prefeito minimizou o período. “Queria deixar um agradecimento a Zezé, que fez um ótimo trabalho para a cidade. Infelizmente ela teve que sair para cuidar da saúde. A situação, realmente, não estava fácil”, pontuou Claudinho.

O prefeito de Rio Grande disse também que apoia um lockdown na região, uma vez que a medida poderia reduzir o número de transmissão da doença, porém, ele pondera que o procedimento deve ser tomada diante de discussão no âmbito do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC. Ontem, em reunião da entidade, os chefes do Executivo decidiram adiantar feriados entre os dias 27 de março e 4 de abril com intenção de reduzir circulação de pessoas.

“Essa é uma questão delicada (lockdown), sou a favor, mas também temos que ver o lado do comerciante. Acredito que, no momento, temos que brigar pela vacinação dos moradores do Grande ABC. É a vacina que vai nos salvar”, avaliou.
 



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