Fechar
Publicidade

Sábado, 28 de Novembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

|

Escritores, poetas, ilustradores e muito de memória

O pacote de publicações que chega da Editora Matarazzo; a coleção ‘Cabeça Ativa’ ganha o tema número 48: o pão nosso de cada dia


Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

29/02/2020 | 00:01


Cabeça Ativa, do casal Cláudia Brino & Vieira Vivo, que escrevem:

Após nos sentirmos, prazerosamente, fartos de tantos poemas com cascas, miolos, migalhas, féculas e amidos almejamos que nossas qualidades e virtudes sejam, também, fatiadas, enfileiradas e servidas a todos na cesta de pão do nosso cotidiano.

Memória seleciona:

De Irineu Volpato: “Os sonhos assim os pães frescos ou se os come inda quentinhos ou se acaba roendo-os duros”.

De Paolo Mantegazza: “No banquete da vida a amizade é o pão, e o amor é vinho”.

De Mauro Fini: “Pão pão, queijo queijo... Era assim que antigamente se dizia. Agora, pão caro, queijo raro, acabou-se a euforia, a alegria, a fraseologia”.

De Becê Ataíde: “...E o bolo cresce! Há um tempão o povo não tem pão”.

De Edweine Loureiro: “Justiça para todos? Terceirizam o labor para engordar o patrão enquanto o trabalhador busca as migalhas de pão”.

Do Barão de Itararé: “A esperança é pão sem manteiga dos desgraçados”.

De Tati Bernardi: “Tem muito pão com ovo se achando Big Mac”.

De Octavio Paz: “A poesia é o pão dos eleitos”.</CW>

Próximo tema: Jardim. Participe

E chega o pacote da Matarazzo...

Antiquário da Poesia, de Lobato de Andrade (2020), com prefácio de Mônica Mendes de Andrade (de Ananindeua, Pará).

Repicai toda magia/No ocaso da escassa matiz/ Os sons da minha nostalgia/Da pracinha da matriz.

Do poema Por que Emudeceram, Sinos?

Pudesse eu ser o brilho das estrelas/E alcançar o éter em que estás/Para confessar luto dos meus ais/E te beijar nas altas cordilheiras.

Do poema Luar da Madrugada

Perante a certeza do rosto de santa/Levei teu chapéu pelos encalços da rua/Galguei o campo santo na noite escura/E alcei febril sobre a cruz da tua campa.

Do poema Chapéu de Maruja

Poesias Contemporâneas - volume 11. Em 140 páginas, os poetas Antonio Cezar Santos Pinto, Coradi, Eduardo Urban, Guilherme Marques Muniz, Irene Oliveira, José Francisco Ferraz Luz, Lucas de Oliveira Amorim, Luiz Alexandre Kikuchi Negrão, Pedro Paulo Penna Trindade, Renan Wangler, Sonia Delsin e Thaís Matarazzo.

Com tantos fazendo poesia, o mundo fica mais bonito, menos exclusivista.

O passado nem sempre é nostálgico/Muitas vezes ele é neurótico, pesadelo/Não podemos viver do passado tormentoso.

Do poema Recordando, de José Francisco Ferraz Luz

Eu fizio porque quizio, de Glafira Menezes Corti, com desenhos dos netos da autora, que escreve: “A memória dessa vó, a minha memória é florida com cores fortes, brilhantes e dinâmica feito o ‘Piuí’ do trenzinho da alegria até a estação do coração”.

Uma memória que tenho da minha infância com a minha vó é sobre as noites que fazíamos cabana, juntávamos nós todos (eu, a vó e os meus primos) e víamos filme. Um detalhe é que a vovó às vezes dava umas ‘descansadas’ no olho no meio do filme e isso foi uma das inúmeras coisas que marcaram a minha infância com </CF><CF159>minha vó.

Apolo 

CRÔNICAS EFICIENTES, organizado por Ricardo Hidemo Baba, com prefácio de Ricardo Cardoso. E as crônicas de jovens da ACDEM (Associação da Casa dos Deficientes de Ermelino Matarazzo): Daniel Cassimiro da Silva, Jaqueline Xandu de Matos, Julio Pereira dos Santos, Leandro Nogueira dos Santos, Matheus Alves dos Reis, Monique Gomes de Oliveira, Roberto Oliveira e Thifanni Vitória Gomes da Silva Ferreira.

Diz Ricardo Hidemi Baba, o organizador: “Conversando com aqueles jovens, percebi que eles tinham histórias, peraltices, pensamentos, enfim, havia uma visão de mundo que precisava ser desvendada”.

O livro é lindo. Memória recomenda.

Escritores Brasileiros Conteporâneos. Revista Literária-Artística (edição 9, janeiro 2020).

Na capa, Salomão Ésper e Geraldo Nunes, jornalistas. Internamente, o balanço desta incansável Thais Matarazzo, apaixonada por livros impressos, repetimos, com cheiro de tinta, que a gente leva no ônibus e guarda no coração.

Diário há 30 anos

Quarta-feira, 28 de fevereiro de 1990 – Ano 32, edição 7314

Economia – Inflação e concorrência entre lojas estimulam o Televendas.

Santo André – Prefeito Celso Daniel é centralizador, diz diretório municipal do PT.

Núcleos do partido enumeram problemas.

“O prefeito não ouve nem o partido e nem a bancada”, declara o vereador petista João Batista.

Em 29 de fevereiro de...

1899 – Manoel de Araujo Freitas nasce no Rio de Janeiro. Vereador em Santo André na legislatura 1948-1951.

1928 – Manoel Ribeiro nasce em Ribeirão Preto. Vereador em Santo André em duas legislaturas: 1962-1972; 1973-1976.

1964 – Realizado baile de formatura da turma de 1963 de contabilidade da Escola Senador Flaquer, de Santo André. Local: Palácio de Mármore do Moinho São Jorge, na Avenida dos Estados.

Santos do dia

AUGUSTO CHAPDELAINE (1814-1856).Padre francês. Enviado em missão à China. Cumpriu seu papel. Preso algumas vezes. Morto em 29 de fevereiro de 1856. Beatificado em 1900 e canonizado em 2000.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Escritores, poetas, ilustradores e muito de memória

O pacote de publicações que chega da Editora Matarazzo; a coleção ‘Cabeça Ativa’ ganha o tema número 48: o pão nosso de cada dia

Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

29/02/2020 | 00:01


Cabeça Ativa, do casal Cláudia Brino & Vieira Vivo, que escrevem:

Após nos sentirmos, prazerosamente, fartos de tantos poemas com cascas, miolos, migalhas, féculas e amidos almejamos que nossas qualidades e virtudes sejam, também, fatiadas, enfileiradas e servidas a todos na cesta de pão do nosso cotidiano.

Memória seleciona:

De Irineu Volpato: “Os sonhos assim os pães frescos ou se os come inda quentinhos ou se acaba roendo-os duros”.

De Paolo Mantegazza: “No banquete da vida a amizade é o pão, e o amor é vinho”.

De Mauro Fini: “Pão pão, queijo queijo... Era assim que antigamente se dizia. Agora, pão caro, queijo raro, acabou-se a euforia, a alegria, a fraseologia”.

De Becê Ataíde: “...E o bolo cresce! Há um tempão o povo não tem pão”.

De Edweine Loureiro: “Justiça para todos? Terceirizam o labor para engordar o patrão enquanto o trabalhador busca as migalhas de pão”.

Do Barão de Itararé: “A esperança é pão sem manteiga dos desgraçados”.

De Tati Bernardi: “Tem muito pão com ovo se achando Big Mac”.

De Octavio Paz: “A poesia é o pão dos eleitos”.</CW>

Próximo tema: Jardim. Participe

E chega o pacote da Matarazzo...

Antiquário da Poesia, de Lobato de Andrade (2020), com prefácio de Mônica Mendes de Andrade (de Ananindeua, Pará).

Repicai toda magia/No ocaso da escassa matiz/ Os sons da minha nostalgia/Da pracinha da matriz.

Do poema Por que Emudeceram, Sinos?

Pudesse eu ser o brilho das estrelas/E alcançar o éter em que estás/Para confessar luto dos meus ais/E te beijar nas altas cordilheiras.

Do poema Luar da Madrugada

Perante a certeza do rosto de santa/Levei teu chapéu pelos encalços da rua/Galguei o campo santo na noite escura/E alcei febril sobre a cruz da tua campa.

Do poema Chapéu de Maruja

Poesias Contemporâneas - volume 11. Em 140 páginas, os poetas Antonio Cezar Santos Pinto, Coradi, Eduardo Urban, Guilherme Marques Muniz, Irene Oliveira, José Francisco Ferraz Luz, Lucas de Oliveira Amorim, Luiz Alexandre Kikuchi Negrão, Pedro Paulo Penna Trindade, Renan Wangler, Sonia Delsin e Thaís Matarazzo.

Com tantos fazendo poesia, o mundo fica mais bonito, menos exclusivista.

O passado nem sempre é nostálgico/Muitas vezes ele é neurótico, pesadelo/Não podemos viver do passado tormentoso.

Do poema Recordando, de José Francisco Ferraz Luz

Eu fizio porque quizio, de Glafira Menezes Corti, com desenhos dos netos da autora, que escreve: “A memória dessa vó, a minha memória é florida com cores fortes, brilhantes e dinâmica feito o ‘Piuí’ do trenzinho da alegria até a estação do coração”.

Uma memória que tenho da minha infância com a minha vó é sobre as noites que fazíamos cabana, juntávamos nós todos (eu, a vó e os meus primos) e víamos filme. Um detalhe é que a vovó às vezes dava umas ‘descansadas’ no olho no meio do filme e isso foi uma das inúmeras coisas que marcaram a minha infância com </CF><CF159>minha vó.

Apolo 

CRÔNICAS EFICIENTES, organizado por Ricardo Hidemo Baba, com prefácio de Ricardo Cardoso. E as crônicas de jovens da ACDEM (Associação da Casa dos Deficientes de Ermelino Matarazzo): Daniel Cassimiro da Silva, Jaqueline Xandu de Matos, Julio Pereira dos Santos, Leandro Nogueira dos Santos, Matheus Alves dos Reis, Monique Gomes de Oliveira, Roberto Oliveira e Thifanni Vitória Gomes da Silva Ferreira.

Diz Ricardo Hidemi Baba, o organizador: “Conversando com aqueles jovens, percebi que eles tinham histórias, peraltices, pensamentos, enfim, havia uma visão de mundo que precisava ser desvendada”.

O livro é lindo. Memória recomenda.

Escritores Brasileiros Conteporâneos. Revista Literária-Artística (edição 9, janeiro 2020).

Na capa, Salomão Ésper e Geraldo Nunes, jornalistas. Internamente, o balanço desta incansável Thais Matarazzo, apaixonada por livros impressos, repetimos, com cheiro de tinta, que a gente leva no ônibus e guarda no coração.

Diário há 30 anos

Quarta-feira, 28 de fevereiro de 1990 – Ano 32, edição 7314

Economia – Inflação e concorrência entre lojas estimulam o Televendas.

Santo André – Prefeito Celso Daniel é centralizador, diz diretório municipal do PT.

Núcleos do partido enumeram problemas.

“O prefeito não ouve nem o partido e nem a bancada”, declara o vereador petista João Batista.

Em 29 de fevereiro de...

1899 – Manoel de Araujo Freitas nasce no Rio de Janeiro. Vereador em Santo André na legislatura 1948-1951.

1928 – Manoel Ribeiro nasce em Ribeirão Preto. Vereador em Santo André em duas legislaturas: 1962-1972; 1973-1976.

1964 – Realizado baile de formatura da turma de 1963 de contabilidade da Escola Senador Flaquer, de Santo André. Local: Palácio de Mármore do Moinho São Jorge, na Avenida dos Estados.

Santos do dia

AUGUSTO CHAPDELAINE (1814-1856).Padre francês. Enviado em missão à China. Cumpriu seu papel. Preso algumas vezes. Morto em 29 de fevereiro de 1856. Beatificado em 1900 e canonizado em 2000.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;