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Carros conectados à internet podem se tornar alvos de hackers e ataques


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

07/02/2020 | 00:04


Computadores, notebooks, tablets e celulares são comumente protegidos por seus donos com aplicativos contra as ações de hackers, que podem roubar dados, senhas, fotos e documentos sigilosos. Mas você sabia que o avanço tecnológico pode expor também seu carro a esses ataques cibernéticos?

Com os veículos cada vez mais equipados com soluções conectadas à internet – situação fundamental aos automóveis autônomos, por exemplo –, as montadoras ainda estão pouco preocupadas quanto à proteção, que pode ser bastante onerosa e a chegada de novos serviços (como o 5G), os motoristas estão sujeitos a invasões nos sistemas, que podem levá-los a verdadeiras enrascadas.

“Estão sujeitos a ataques para detecção de rotas, informações de programação, detecção de chave de proteção ou por engenharia reversa para identificar programação do veículo. Um ciberataque pode ter consequência catastrófica, desde roubo de mercadorias, sequestro de veículo e pessoas, até provocar acidentes deliberadamente”, explicou a engenheira Fernanda Gusmão de Lima Kastensmidt, especialista do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas) e professora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). “O investimento pode ser alto, mas será amortizado pelo número de veículos a serem vendidos, já que é um grande mercado”, emendou ela, que sugere “soluções na área de comunicação, software, hardware e proteções mecânicas de acesso. Como na indústria aviônica, o software e o hardware devem ter um certo grau de confiabilidade e o acesso físico aos equipamentos deve ser restrito para dificultar alguns tipos de ataque”, concluiu.

Segundo ela, regulamentações ainda estão sendo criadas a nível mundial no segmento. 



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Carros conectados à internet podem se tornar alvos de hackers e ataques

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

07/02/2020 | 00:04


Computadores, notebooks, tablets e celulares são comumente protegidos por seus donos com aplicativos contra as ações de hackers, que podem roubar dados, senhas, fotos e documentos sigilosos. Mas você sabia que o avanço tecnológico pode expor também seu carro a esses ataques cibernéticos?

Com os veículos cada vez mais equipados com soluções conectadas à internet – situação fundamental aos automóveis autônomos, por exemplo –, as montadoras ainda estão pouco preocupadas quanto à proteção, que pode ser bastante onerosa e a chegada de novos serviços (como o 5G), os motoristas estão sujeitos a invasões nos sistemas, que podem levá-los a verdadeiras enrascadas.

“Estão sujeitos a ataques para detecção de rotas, informações de programação, detecção de chave de proteção ou por engenharia reversa para identificar programação do veículo. Um ciberataque pode ter consequência catastrófica, desde roubo de mercadorias, sequestro de veículo e pessoas, até provocar acidentes deliberadamente”, explicou a engenheira Fernanda Gusmão de Lima Kastensmidt, especialista do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas) e professora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). “O investimento pode ser alto, mas será amortizado pelo número de veículos a serem vendidos, já que é um grande mercado”, emendou ela, que sugere “soluções na área de comunicação, software, hardware e proteções mecânicas de acesso. Como na indústria aviônica, o software e o hardware devem ter um certo grau de confiabilidade e o acesso físico aos equipamentos deve ser restrito para dificultar alguns tipos de ataque”, concluiu.

Segundo ela, regulamentações ainda estão sendo criadas a nível mundial no segmento. 

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