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Noite de gala do Américo Brasiliense numa história de 55 anos

Pedro Cia oferece as fotos de hoje. São de 1956


Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

06/09/2011 | 00:00


Pedro Cia oferece as fotos de hoje. São de 1956. Elas mostram duas solenidades estudantis: a colação de grau da turma do 3º Científico do Américo Brasiliense, de Santo André, realizada no Cine Tangará, e a comemoração, celebrada no restaurante Cavalo Branco.

O traje era a rigor, em ocasiões como essa. E os espaços sobrevivem, 55 anos depois, mas com outras funções: o Cavalo Branco é a sede da Acisa (Associação Comercial e Industrial) e o prédio do Cine Tangará abriga uma igreja.

Pacientemente, Pedro Cia identifica seus colegas. Na foto coletiva, em pé, a partir da esquerda: Sebastião de Souza, Mauricio Terra,(?), Décio dos Santos, Maria Antonieta Palmieri, Eufly Gomes, professor Rui de Arruda Ramos, Meyer Waysberg, Leila Bonotto, Sisuka Takeda, Meny Gordon, Pedro Cia, Brívio Fraianelli, Sinvaldo Barros de Souza e R. Onoedera; agachados: José Augusto Morelli, João Aldo Bertoni, Boris Smoys, Rubens Monice, Wilson Scarpelli, Robert E. Murray e José Magioto.

Para as gerações dos anos 1950, uma agradável recordação; para as novas gerações, o ensinamento das formaturas de então, o modo de vestir dos moços - e das raras moças; os cenários diferenciados de uma Santo André operária e industrial. 

Legenda da foto: Os formandos do Américo Brasiliense reunidos em 1956 no restaurante Cavalo Branco: toda a elegância da juventude andreense que concluía o que chamamos hoje de 2º grau

Fausto Polesi 

Na primeira fase do News Seller, em São Paulo (Vilas Zelina, Prudente, Bela...), tive uma experiência como diretor comercial. Acontece que sempre fui de escrever. E já lá escrevia e assumia posições. Criou-se uma aproximação entre o leitor e o jornal; o leitor percebe que o jornal falava a ele bem de perto. Quando o jornal muda para Santo André, eu já era responsável pela Redação, dentro desta minha tendência jornalística.

Fonte: entrevista gravada em 27-4-1988.

DIÁRIO HÁ 30 ANOS

Domingo, 6 de setembro de 1981 

Manchete - Chefe dos tribunais iranianos é morto em atentado à bomba

Feriadão - Passagens extras para o Litoral e Interior.

Mauá - Uma parada de trem, pedem moradores do Parque das Américas; hoje celebração de missa no campo de futebol da paróquia São Felipe Apóstolo, para que a luta popular pela estação alcance sucesso.

Política - Cassados julgam irreversível processo de redemocratização; José Lurtz Sabiá, Marcos Kertznab e Joaquim Formiga participam de mesa-redonda na Redação do Diário, sob a coordenação do jornalista Nelson Tucci.

Primeiro Plano (Eduardo Camargo) - O exemplo da garra dado pelos japoneses.

EM 6 DE SETEMBRO DE... 

1971 - Inaugurada a placa de bronze e o retrato de João Correia Firmino de Araújo, patrono do Grupo Escolar do Jardim Lavínia, em São Bernardo. Presente a filha do homenageado, Maria Helena Correia de Araujo.

Trabalhadores

Nasce em 6 de setembro: 

1929 - Abdias R. do Nascimento, da Bahia. Operário da Eletrocloro. Residia na Vila Elclor.

Fonte: 1º livro geral de registro de associados do Sindicato dos Químicos do ABC.

HOJE 

Dia do Alfaiate, Dia do Barbeiro e Dia do Cabeleireiro.

Hoje também é o Dia do Hino Nacional Brasileiro (Joaquim Osório Duque Estrada, autor da letra, e Francisco Manuel da Silva, autor da música).

MUNICÍPIOS PAULISTAS 

Boituva, elevado a município em 6 de setembro de 1937, quando se separa de Porto Feliz.

Ribeirão Branco, elevado a município em 6 de setembro de 1892, quando se separa de Itapeva; extinto como município em 1934, reconquista a autonomia em 1944, a exemplo e na mesma data que São Bernardo.

CAPITAL BRASILEIRA 

Hoje é o aniversário de Macapá, capital do Amapá.

SANTOS DO DIA

Beltrão, Eleutério, Fasto, Ledo, Liberato de Loro, Mansueto, Umberto e Zacarias.

São Liberato de Loro. Sacerdote italiano que viveu no século 13. Tem festa em 6 de setembro. Nessa data, suas relíquias foram transferidas para Loro Piceno, Província de Macerata. Foi ali que São Liberato nasceu e onde foi erguido um santuário em sua honra.

FALECIMENTOS 

SANTO ANDRÉ

Antonieta Frattini Prandini, 97. Natural de São Paulo (SP). Dia 3. Cemitério Phoenix.

Selmo Maia, 56. Natural de Santo André. Dia 1º. Cemitério Curuçá.

Creuza Machado de Araújo, 64. Natural de Resplendor (MG). Dia 4, em São Bernardo. Cemitério Phoenix. 

SÃO BERNARDO

Duvirgem Maria da Silva, 97. Natural de Barra da Estiva (BA). Dia 4. Cemitério dos Casa.

Zelinda Luni Pagani, 90. Natural de Itapuí (SP). Dia 3. Cemitério Jardim da Colina.

Valentim Rocha de Morais, 84. Natural de Várzea Alegre. Dia 2. Cemitério da Paulicéia.

Luiz Gava, 80. Natural de São Bernardo. Dia 3. Cemitério de Vila Euclides.

Maria Romualda de Jesus, 78. Natural de Pirai do Norte (BA). Dia 3. Cemitério dos Casa.

Zoraide Pereira Benedito, 71. Natural de Mendonça (SP). Dia 4. Cemitério dos Casa.

Pedro Orlando Castro Henríquez, 66. Natural do Chile. Dia 2. Cemitério do Baeta.

José Pedro Barbosa, 56. Natural de Limoeiro (PE). Dia 3. Cemitério dos Casa.

Juraci Santos Menconi, 52. Natural de Ubatuba (SP). Dia 4. Cemitério de Ubatuba. 

DIADEMA

Maria Ros1a Bonvino Miralha, 74. Natural de Penápolis (SP). Dia 3, em São Bernardo. Cemitério Vale da Paz.

ADALGIZA ARAÚJO DE CASTRO RANGEL
(Limeira, SP, 13-7-1922 - São Paulo, SP, 30-8-2011)
 

A socióloga Adalgiza Araújo de Castro Rangel, formada pela Universidade de São Paulo, foi uma educadora. E inscreveu sua história de vida em São Bernardo. Aqui lecionou nos áureos tempos da Escola Estadual João Ramalho, da qual foi diretora. Também fundou a EE Lauro Gomes, de Rudge Ramos, por ela dirigida, e a creche do Lions no bairro. Uma história que começou na primeira metade dos anos 1950, quando a família Castro Rangel mudou para São Bernardo.

"Dona Adalgiza, como era conhecida, foi uma personalidade muito importante para a nossa cidade. Durante muitos anos encabeçou a lista das dez mais elegantes do Grande ABC", escreve sua colega Diná Ribeiro.

"Ela era uma luz, sempre alegre. Para ela não havia tempo ruim", reforça a filha, Dra. Beatriz.

Dona Adalgiza e seu marido, o economista Darcílio de Castro Rangel, tiveram os nomes ligados a projetos sociais e de benemerência.

Nos últimos anos, professora Adalgiza participou do projeto ‘Fazer o Bem', com sede em São Bernardo e do qual fazem parte antigas alunas suas do então Instituto de Educação João Ramalho.

Parte aos 89 anos. Está sepultada no Cemitério de Vila Euclides. Deixa os filhos Darcílio, Beatriz e Sebastião Fernando. Um quarto filho, Flamínio, partiu aos 17 anos, quando era aluno do João Ramalho. Seu nome foi dado a uma escola do bairro Assunção, EE Estudante Flamínio de Castro Rangel.

A missa de 7º dia da professora Adalgiza será celebrada hoje, às 10h30, na igreja Santíssima Virgem, do Jardim do Mar.



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