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Salles aposta em definição do voto na reta final de campanha

Anderson Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

22/09/2016 | 07:00


Postulante ao cargo de prefeito de Santo André pela terceira oportunidade consecutiva, o advogado Raimundo Salles (PPS) aposta na decisão de votos do eleitorado na reta final de campanha, em rejeição de rivais e eventual índice de sufrágios consolidados ao seu nome para se viabilizar pela primeira vez na etapa derradeira do pleito. “Nossa proposta é repetir, pelo menos, a menor votação (majoritária) que tivemos, em 2012. Acontecendo isso estamos no segundo turno. Temos voto de opinião, independentemente da sigla, e existe hoje muita volatilidade (mudança com facilidade)”, alegou. Há quatro anos, o candidato obteve 48.744 adeptos nas urnas. Em 2008, foram 70,9 mil. Em ambas, ficou em terceiro lugar na disputa.

Salles aparece em quarto colocado no levantamento do DGABC Pesquisas, publicado no dia 2, com 4,8% das intenções de voto, atrás do ex-prefeito Aidan Ravin (PSB), do prefeito Carlos Grana (PT) e do ex-secretário Paulinho Serra (PSDB), nesta sequência. “Sem demérito às sondagens, podendo ser questão de metodologia, eu superei nas outras edições aquilo que apontavam pesquisas perto da eleição. Todas os estudos diziam que teríamos menos e tivemos mais”, pontuou, colocando-se como confiante. O popular-socialista considerou que o cenário do pleito municipal tem espaço para encaixar empreitada alternativa, mencionando “negativas ouvidas nas ruas do atual e do ex-prefeito”.

O prefeiturável realizou ontem caminhada no comércio da Avenida Rangel Pestana, no Jardim Cristiane, região periférica da cidade. Salles questionava aos transeuntes do bairro o que deveria definir o voto em outubro. A maioria significativa dos munícipes falava em dúvida quanto a quem confiar o sufrágio. Ex-secretário de Cultura, ele ouviu críticas em relação à interrupção da entrega de uniformes escolares, merenda e falta d’água. “Isso ocorre porque roubaram o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André)”, opinou uma moradora. O candidato ponderou que a crise no município se deve à ausência de investimento na rede, provocando em perda, e devido à dívida com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). “Há pressão. Tem que abrir o capital do Semasa. Sabesp pode ser sócia. Por que não se pode discutir? Não dá para pagar esse débito de R$ 3,2 bilhões”, disse Salles.

Farmacêutica, Márcia Lopes, que trabalha em comércio na região, falou que não sabia ainda quem eram os candidatos ao Paço, apesar da proximidade do páreo. “Aqui acho que o prefeito está indo bem”, afirmou. Em contrapartida, ela recuou da fala quando teve ciência da filiação de Grana. “No PT não voto”, emendou. “Eu sou oposição”, retrucou Salles. O marceneiro André Paes Leme reclamou de “obras paradas de Aidan” e de “descontinuidade” por parte do Paço, “a exemplo do Hospital da Vila Luzita”. Moradores cobraram a presença de políticos também em época fora do período eleitoral. “Poderiam fazer, ao menos, visita durante os anos anteriores”, sugeriu o comerciante Gilvan Araújo, citando estar desiludido. 



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Salles aposta em definição do voto na reta final de campanha

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

22/09/2016 | 07:00


Postulante ao cargo de prefeito de Santo André pela terceira oportunidade consecutiva, o advogado Raimundo Salles (PPS) aposta na decisão de votos do eleitorado na reta final de campanha, em rejeição de rivais e eventual índice de sufrágios consolidados ao seu nome para se viabilizar pela primeira vez na etapa derradeira do pleito. “Nossa proposta é repetir, pelo menos, a menor votação (majoritária) que tivemos, em 2012. Acontecendo isso estamos no segundo turno. Temos voto de opinião, independentemente da sigla, e existe hoje muita volatilidade (mudança com facilidade)”, alegou. Há quatro anos, o candidato obteve 48.744 adeptos nas urnas. Em 2008, foram 70,9 mil. Em ambas, ficou em terceiro lugar na disputa.

Salles aparece em quarto colocado no levantamento do DGABC Pesquisas, publicado no dia 2, com 4,8% das intenções de voto, atrás do ex-prefeito Aidan Ravin (PSB), do prefeito Carlos Grana (PT) e do ex-secretário Paulinho Serra (PSDB), nesta sequência. “Sem demérito às sondagens, podendo ser questão de metodologia, eu superei nas outras edições aquilo que apontavam pesquisas perto da eleição. Todas os estudos diziam que teríamos menos e tivemos mais”, pontuou, colocando-se como confiante. O popular-socialista considerou que o cenário do pleito municipal tem espaço para encaixar empreitada alternativa, mencionando “negativas ouvidas nas ruas do atual e do ex-prefeito”.

O prefeiturável realizou ontem caminhada no comércio da Avenida Rangel Pestana, no Jardim Cristiane, região periférica da cidade. Salles questionava aos transeuntes do bairro o que deveria definir o voto em outubro. A maioria significativa dos munícipes falava em dúvida quanto a quem confiar o sufrágio. Ex-secretário de Cultura, ele ouviu críticas em relação à interrupção da entrega de uniformes escolares, merenda e falta d’água. “Isso ocorre porque roubaram o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André)”, opinou uma moradora. O candidato ponderou que a crise no município se deve à ausência de investimento na rede, provocando em perda, e devido à dívida com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). “Há pressão. Tem que abrir o capital do Semasa. Sabesp pode ser sócia. Por que não se pode discutir? Não dá para pagar esse débito de R$ 3,2 bilhões”, disse Salles.

Farmacêutica, Márcia Lopes, que trabalha em comércio na região, falou que não sabia ainda quem eram os candidatos ao Paço, apesar da proximidade do páreo. “Aqui acho que o prefeito está indo bem”, afirmou. Em contrapartida, ela recuou da fala quando teve ciência da filiação de Grana. “No PT não voto”, emendou. “Eu sou oposição”, retrucou Salles. O marceneiro André Paes Leme reclamou de “obras paradas de Aidan” e de “descontinuidade” por parte do Paço, “a exemplo do Hospital da Vila Luzita”. Moradores cobraram a presença de políticos também em época fora do período eleitoral. “Poderiam fazer, ao menos, visita durante os anos anteriores”, sugeriu o comerciante Gilvan Araújo, citando estar desiludido. 

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