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Atletismo Brasil espera pelo ouro inédito no 10º Mundial


Kati Dias
Do Diário do Grande ABC

06/08/2005 | 09:28


O Brasil estréia neste sábado no 10º Mundial de Atletismo, em Helsinque (Finlândia), com o objetivo de se redimir da discreta participação na Olimpíada de Atenas (2004), na qual conquistou apenas um bronze com o fundista Vanderlei Cordeiro de Lima na maratona. Embora tenha levado uma delegação modesta, com 32 atletas - já que o velocista Vicente Lenilson foi cortado por causa de uma lesão muscular -, os dirigentes acreditam que esta é a chance de o país conquistar a inédita medalha de ouro. Em nove mundiais, o Brasil conquistou quatro pratas e quatro bronzes. O triplista Jadel Gregório é a principal esperança de pódio.

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O chefe da delegação brasileira, Ricardo D\'Angelo, está otimista e acredita que evidências técnicas apontam o triplista como um dos favoritos: o atleta tem a segunda melhor marca do ano no ranking mundial (17,73m), vem de três temporadas seguidas saltando com regularidade e ganhou sua última competição, o GP de Estocolmo (Suécia, no final de julho). "Podemos esperar bons resultados. Jadel Gregório tem muitas possibilidades de subir no pódio no salto triplo. A equipe de maratona também lutará por uma medalha e, individualmente, podemos ter uma boa colocação\'\', afirmou. O dirigente também é técnico do fundista Vanderlei Cordeiro de Lima, que chega a Helsinque na terça-feira e corre a maratona no próximo sábado.

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Mesmo sem Vicente Lenilson, o Brasil ainda mantém a força no revezamento 4x100m, vice-campeão no último mundial, disputado em Paris (França), e nos 110m com barreiras, prova na qual compete completo, com três atletas - máximo que cada país tem direito.

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A competição receberá 196 países, com 1.892 atletas, 32 campeões olímpicos, com 46 provas disputadas em nove dias. Entretanto, as ausências também marcam a 10ªedição do Mundial, que não verá o duelo entre o recordista mundial nos 100 m rasos, Asafa Powell, e o campeão olímpico Justin Gatlin. Powell sofreu uma contusão e desistiu da competição. As oito séries eliminatórias da prova serão neste sábado de manhã, e terão mais quatro à tarde. No domingo, acontece a semifinal e, na final, às 15h35 (horário de Brasília), será conhecido o homem mais rápido do mundo.",1]);//-->

Cauteloso, o atleta evita o favoritismo e acredita que o romeno Marian Oprea (dono da melhor marca do ano, com 17,81m) ou o inglês Nathan Douglas poderão conquistar o título no salto triplo. No entanto, o fato de saltar na mesma pista em que Adhemar Ferreira da Silva ganhou o primeiro ouro olímpico transforma a competição em um evento especial. "Tomara que, no dia, o nosso Adhemar me dê uma ajuda especial e eu possa ganhar também", disse.

O chefe da delegação brasileira, Ricardo D'Angelo, está otimista e acredita que evidências técnicas apontam o triplista como um dos favoritos: o atleta tem a segunda melhor marca do ano no ranking mundial (17,73m), vem de três temporadas seguidas saltando com regularidade e ganhou sua última competição, o GP de Estocolmo (Suécia, no final de julho). "Podemos esperar bons resultados. Jadel Gregório tem muitas possibilidades de subir no pódio no salto triplo. A equipe de maratona também lutará por uma medalha e, individualmente, podemos ter uma boa colocação'', afirmou. O dirigente também é técnico do fundista Vanderlei Cordeiro de Lima, que chega a Helsinque na terça-feira e corre a maratona no próximo sábado.

Mesmo sem Vicente Lenilson, o Brasil ainda mantém a força no revezamento 4x100m, vice-campeão no último mundial, disputado em Paris (França), e nos 110m com barreiras, prova na qual compete completo, com três atletas - máximo que cada país tem direito.

A competição receberá 196 países, com 1.892 atletas, 32 campeões olímpicos, com 46 provas disputadas em nove dias. Entretanto, as ausências também marcam a 10ªedição do Mundial, que não verá o duelo entre o recordista mundial nos 100 m rasos, Asafa Powell, e o campeão olímpico Justin Gatlin. Powell sofreu uma contusão e desistiu da competição. As oito séries eliminatórias da prova serão neste sábado de manhã, e terão mais quatro à tarde. No domingo, acontece a semifinal e, na final, às 15h35 (horário de Brasília), será conhecido o homem mais rápido do mundo.

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Neste sábado, a partir das 11h30 (horário de Brasília), estão programadas três finais: 10 mil m feminino, lançamento do martelo masculino e 20km de marcha atlética. A prova terá o brasileiro Sérgio Galdino, que planeja fazer seu melhor tempo ou perto disso (1h21min29), além do favorito, o equatoriano Jefferson Perez, que bateu o recorde mundial em Paris (1h17min21).

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Outro brasileiro que compete neste sábado, nas eliminatórias dos 1.500m, a partir das 14h35 (de Brasília), é Hudson dos Santos, o último a obter índice para o Mundial.

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Brasileiros têm boas lembranças de Helsinque\r\n

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Do Diário do Grande ABC\r\n

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O Mundial de Atletismo, que começa neste sábado na Finlândia, retorna às suas origens: Helsinque foi a primeira sede da competição em 1983. De quebra, a cidade traz boas lembranças ao atletismo brasileiro, já que a capital finlandesa recebeu os Jogos Olímpicos de 1952, na qual a modalidade ganhou suas primeiras medalhas olímpicas. O ouro no salto triplo, com Adhemar Ferreira da Silva, e o bronze no salto em altura, com José Telles da Conceição. Neste primeiro Mundial, o Brasil também obteve a primeira medalha, um bronze, com Joaquim Cruz, nos 800 m.

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Entretanto, foi nesta competição que o mundo conheceu dois dos maiores atletas de todos os tempos: o norte-americano Carl Lewis e o ucraniano Serguei Bubka. Mesmo que o triplo triunfo de Lewis (nos 100 m, salto em distância e revezamento 4x100 m) fosse esperado, a vitória no salto com vara do ucraniano surpreendeu. "Foi uma enorme surpresa para mim e para meus adversários, pois meu técnico previu que eu ia chegar ao máximo de minha potencialidade em 1984", lembrou Bubka, que tinha 19 anos na época. Ele confessou que para a Federação Soviética, seria um sucesso se alcançasse os 5,60 m.",1]);//-->

Neste sábado, a partir das 11h30 (horário de Brasília), estão programadas três finais: 10 mil m feminino, lançamento do martelo masculino e 20km de marcha atlética. A prova terá o brasileiro Sérgio Galdino, que planeja fazer seu melhor tempo ou perto disso (1h21min29), além do favorito, o equatoriano Jefferson Perez, que bateu o recorde mundial em Paris (1h17min21).

Outro brasileiro que compete neste sábado, nas eliminatórias dos 1.500m, a partir das 14h35 (de Brasília), é Hudson dos Santos, o último a obter índice para o Mundial.



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