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'Anima Mundi' atinge maturidade



28/07/2010 | 07:07


O Anima Mundi comemora a maioridade da animação nacional, trazendo mais de 452 filmes, diversos debates, oficinas, mostras especiais, entre outras atividades. Se depender dos números apresentados na fase carioca, cujo público foi recorde (cerca de 70 mil pessoas), a edição paulista, que começa hoje, tem tudo para continuar celebrando. "São Paulo neste ano não conta com a participação de Stephen Hillenburg (criador de Bob Esponja, que esteve no Rio) nem com o Anima Forum, importante para a discussão do formato e do futuro da animação, mas terá todas as outras atividades e tem um público incrível e interessado", aposta Cesar.

Apesar de não contar com nenhum longa nacional, esta edição do festival tem o Brasil como recordista de produções exibidas: 108. Um dos destaques da atual produção nacional é Guilherme Marcondes. Ele é um dos animadores que ministram o Papo Animado. Outro destaque da Master Class é o espanhol Jordi Grangel, criador dos bonecos de A Noiva Cadáver, de Tim Burton.

Entre os convidados internacionais do Papo, estão os imperdíveis Cordell Barker e Daniel Greaves. Depois de lotar as sessões no Rio, o canadense Barker desembarca em São Paulo com a mesma missão de mostrar ao público (amanhã, às 19h, no Memorial) por que seus trabalhos são dignos de indicações para Oscar e Palmas de Ouro em Cannes. The Cat Came Back (O Gato Voltou), inspirada em uma canção infantil, foi indicado ao Oscar em 1989. Já Strange Invaders conta de forma irônica a chegada do primeiro filho do animador. Não por acaso, rendeu a Barker a segunda indicação ao Oscar, em 2002. Destaque para o mais recente curta do diretor: Runaway. Divertido conto sobre o destino de pessoas que tomam um trem cuja parada final não é lá muito segura, Runaway levou a Palma de Ouro em Cannes em 2009.

Não menos premiado é Daniel Greaves. Vencedor do Oscar e da Palma de Ouro de 1992 por Manipulation, o diretor inglês é pedida obrigatória. Pela ‘subversão' da técnica em Manipulation, na qual mescla computação gráfica com stop motion (na qual os objetos são animados quadro a quadro), Greaves foi convidado para tocar o projeto Flatworld. Cult do formato, Flatworld traz personagens ‘de cartolina' que se movem em cenário real.



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