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G-14 acabou após governo abrir cargos, dispara Simões

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/05/2021 | 00:15


Após ver a Câmara de Mauá rejeitar seu pedido de CPI para apurar a atuação do consórcio Mauá Luz, responsável pelo serviço de iluminação pública na cidade, o vereador Sargento Simões (Podemos) anunciou o fim do G-14.

O bloco de 14 vereadores foi montado pós-eleição do ano passado e demonstrou força em votações importantes, como a composição da mesa diretora e das comissões legislativas. Após meses de queda de braço, o governo do prefeito Marcelo Oliveira (PT) conseguiu construir sua base de sustentação, que se mostrou sólida justamente na análise da instalação da CPI.

“Dos 14 vereadores que se uniram para trazer independência à Câmara, seis abandonaram. Você quer que eu fale o quê? O G-14 acabou”, lamentou. “O governo compôs com esses vereadores e simplesmente exigiu que não era para votar (a CPI). Uma casa que se dizia independente não está mais. É a velha política com quatro meses de mandato.”

Simões reclamou do fato de o PT, em Brasília, brigar pela CPI da Covid, que investiga as ações do governo federal na pandemia, mas, em Mauá, agir para enterrar a comissão que ele sugeria. Ele diz que a gestão Marcelo abriu cargos comissionados na Prefeitura para construir a bancada.

“É legítimo o vereador indicar cargos. Mas é sórdido o governo ameaçar com exoneração se os vereadores não agirem do jeito que ele quer, mesmo se for ruim para o governo, mas bom para o povo. É o PT sendo PT. Quando é no colo deles, fazem de tudo para derrubar e agem com o fígado, tratando esses vereadores como submissos”, disse.  



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