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Curdistao declarará 'guerra' se Ocalan for executado


Do Diário do Grande ABC

22/07/1999 | 08:35


A execuçao do líder curdo Abdullah Ocalan desencadearia uma "guerra toal e violenta" entre turcos e curdos, advertiu esta quinta-feira Cemil Bayik, um alto dirigente do Partido dos Trabalhadores do Curdistao (PTC, separatista), em declaraçoes publicadas pelo jornal Repubblica.

"A morte (de Ocalan) assinalaria o começo de uma guerra entre curdos e turcos que duraria séculos, uma guerra total e violenta", afirmou Bayik, membro da direçao do PTC. "Quero advertir a todo o mundo: façam o necessário para que Ocalan nao seja executado, é em vosso próprio interesse. Os países que organizaram a conspiraçao contra jnosso líder e sua expulsao da Europa serao considerados como responsáveis por sua morte. É muito difícil prever o que poderá ocorrer", advertiu.

Também fez um apelo para que se evite o turismo na Turquia. "Pedimos a todos os povos que nao viajem à Turquia, já que isso significa apoiar indiretamente a política de repressao dos curdos", disse.

Abdullah Ocalan, 50 anos, chefe do PTC, foi condenado à morte no dia 29 de junho passado pelo Tribunal de Segurança Estatal de Ancara por traiçao e separatismo. Sua condenaçao foi seguida por uma série de atentados em várias cidades turcas.



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Curdistao declarará 'guerra' se Ocalan for executado

Do Diário do Grande ABC

22/07/1999 | 08:35


A execuçao do líder curdo Abdullah Ocalan desencadearia uma "guerra toal e violenta" entre turcos e curdos, advertiu esta quinta-feira Cemil Bayik, um alto dirigente do Partido dos Trabalhadores do Curdistao (PTC, separatista), em declaraçoes publicadas pelo jornal Repubblica.

"A morte (de Ocalan) assinalaria o começo de uma guerra entre curdos e turcos que duraria séculos, uma guerra total e violenta", afirmou Bayik, membro da direçao do PTC. "Quero advertir a todo o mundo: façam o necessário para que Ocalan nao seja executado, é em vosso próprio interesse. Os países que organizaram a conspiraçao contra jnosso líder e sua expulsao da Europa serao considerados como responsáveis por sua morte. É muito difícil prever o que poderá ocorrer", advertiu.

Também fez um apelo para que se evite o turismo na Turquia. "Pedimos a todos os povos que nao viajem à Turquia, já que isso significa apoiar indiretamente a política de repressao dos curdos", disse.

Abdullah Ocalan, 50 anos, chefe do PTC, foi condenado à morte no dia 29 de junho passado pelo Tribunal de Segurança Estatal de Ancara por traiçao e separatismo. Sua condenaçao foi seguida por uma série de atentados em várias cidades turcas.

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