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Documentário mergulha no imaginário sertanejo



01/10/2010 | 07:07


Pedro de Almeida conduz o ritual fúnebre de uma pessoa que - dizem - morreu com a idade de 120 anos. O enterro de João Batista serve de mote a um mergulho no imaginário sertanejo.

Quem teve a felicidade (e a arte) de filmá-lo em ação foi Rodrigo Siqueira, diretor de Terra Deu, Terra Come, um documentário que só pode ser definido como extraordinário. O funeral serve a Pedro para, através do seu rico monólogo, refletir sobre a vida e morte, sobre a condição do homem e seus limites, sobre a vida no sertão, o garimpo, a busca da riqueza e da felicidade, a crença num outro mundo para além dos sentidos, etc.

Ao mesmo tempo em que Pedro se entrega ao cerimonial e sua fabulação, toda uma vertente do rito fúnebre sertanejo vem à luz. À sua maneira, Terra Deu, Terra Come entra na discussão contemporânea sobre os limites entre documentário e ficção.

O espectador verá que a maneira como isso é feito lhe parecerá bastante surpreendente e original, sobretudo no desfecho do filme.



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