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CPI do Natal Iluminado aprova cessão de documentos do convênio

Na 1ª reunião, grupo define funções, calendários e quer ver dados


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

30/08/2019 | 07:00


O primeiro dia da CPI do Natal Iluminado na Câmara de São Caetano foi marcado pela confirmação das funções dos três integrantes do bloco e pelo pedido formal aos documentos do convênio entre o governo do ex-prefeito Paulo Pinheiro (ex-MDB, atual DEM) e a Aciscs (Associação Comercial e Industrial de São Caetano).

A deliberação foi para que Tite Campanella (Cidadania), Olyntho Voltarelli (PSDB) e Jander Lira (PP) tenham acesso integral aos dados passados pela administração de José Auricchio Júnior (PSDB) à mesa diretora do Legislativo na resposta de requerimento apresentado antes da abertura oficial da CPI. Na lista estão contrato, lista de despesa e receita e até os termos da terceirização da organização do evento natalino de três anos atrás.

A primeira reunião também contou com eleição interna para os cargos na CPI. Tite foi eleito presidente por unanimidade. Olyntho e Jander disputaram a relatoria. O tucano venceu e ficará responsável por produzir o relatório final dos trabalhos. Jander, da bancada de oposição, será integrante.

Outra deliberação foi a instituição de calendário de atuação. Os encontros da CPI acontecerão todas as terças-feiras, às 10h. Tite está liberado para convocar sessões extraordinárias caso haja necessidade. A expectativa é a de que na terça-feira a documentação solicitada seja disponibilizada aos vereadores.

A CPI investiga suspeita de desvio de dinheiro público no convênio do Natal Iluminado de 2016. O contrato envolveu R$ 1,2 milhão, sendo R$ 1 milhão de repasse da Prefeitura. Apuração feita por comissão da Secretaria da Fazenda indicou suspeita de fraudes na prestação de contas e rejeitou o balancete. TCE (Tribunal de Contas do Estado) também analisa o caso.

Ao Diário, Jander evitou emitir opinião sobre o episódio. “Como oposição, queremos investigar de fato, independentemente de qualquer situação, se houve erro ou não. É cumprir papel da Câmara de investigar qualquer ato do governo. Mas não posso falar muita coisa ainda, não vou expressar juízo de valor.” 



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