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Conmebol quer elevar número de clubes na Libertadores


Do Diário OnLine
Com Diário do Grande ABC

02/07/2003 | 00:20


A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) pretende aumentar o número de participantes da Copa Libertadores da América de 32 equipes para 36, anunciou nesta terça-feira o presidente da entidade, o paraguaio Nicolás Leoz, em São Paulo. Caso a mudança se confirme e o Santos seja campeão da edição deste ano, o Brasil pode ter seis times na Libertadores/2004.

Se a proposta for aprovada, Brasil, Argentina, Venezuela e México ganhariam mais uma vaga na competição. O aumento no número de clubes participantes foi um pedido feito pela emissora Fox, que possui os direitos de transmissão da Libertadores. O objetivo do canal é fazer com que os mexicanos tenham mais interesse na competição.

Atualmente os dois melhores clubes do México e da Venezuela disputam uma vaga em seletivas realizadas nos respectivos países. Com o aumento, as quatro equipes já teriam lugar garantido.

Uma das conseqüências imediatas é que os oito grupos da primeira fase teriam nove. O dirigente defende a tese de que ambas deveriam se classificar diretamente. O critério, reafirmou Leoz, ficaria sob a responsabilidade das confederações. Mas antes, segundo ele, é preciso que a Conmebol consiga elevar proporcionalmente as cotas das televisões.

O presidente da Toyota/Mercosul, Hiroyuki Okabe, aproveitou a concorrida entrevista coletiva desta terça-feira, no hotel Maksoud Plaza, para selar a renovação do contrato de patrocínio da montadora por mais duas edições da Libertadores. No entanto, não divulgou os investimentos. "Posso garantir que temos um bom retorno financeiro", disse Okabe, que fará a entrega de um carro da marca ao melhor em campo no duelo do Morumbi. Caberá à imprensa esportiva do Brasil e da Argentina eleger o principal personagem da noite.

Enquanto isso, Leoz avisou que a Conmebol permanece atenta à segurança, especialmente nas finalíssimas da Copa Libertadores. Mas reafirmou que, num primeiro momento, a tarefa é dos organizadores do país-sede. "Caso haja necessidade, vamos intervir", disse Leoz, que também aprova mulheres no apito, como já acontece no Campeonato Brasileiro. "O que vale é a competência. Um dia, podemos até colocá-las na Libertadores", afirmou.



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