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Anvisa interdita sal de três marcas



22/09/2010 | 07:11


Lotes das marcas de sal Cisne, União e Salmonte foram interditados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância) por apresentar irregularidades na quantidade de iodo que deve ser adicionado ao produto.

A amostra analisada do sal Cisne trazia teor abaixo do que é determinado pela agência: pelo menos 20 miligramas em cada quilo de produto. Amostras do sal União, por sua vez, apresentava problemas distintos: um lote, com quantidade menor do que o recomendado pela Anvisa; outro lote, iodo em excesso.

A Anvisa também determinou a interdição cautelar do sal Marlin, por trazer em sua composição carbonato de sódio, um aditivo que não é permitido pela legislação sanitária. O gerente jurídico da empresa fabricante do Sal Cisne, Antonio Carlos Santana, admitiu o desvio de padrão e afirmou que o produto já começou a ser recolhido do mercado. Santana atribuiu o problema a um "comportamento anômalo" das máquinas.

"Não foi constatado nenhum defeito. Tanto é que a produção que se seguiu está em conformidade com padrões exigidos pela Anvisa", contou. Procurada, a empresa fabricante do Sal União não se manifestou.

A adição de iodo no sal é obrigatória no País desde 1995. A medida começou a ser adotada para tentar evitar a carência da substância no organismo, mais frequente entre pessoas que vivem em regiões afastadas do mar. Distúrbios por deficiência de iodo podem provocar doenças como bócio e, quando atinge gestantes, levar o nascimento de crianças com rebaixamento mental e surdez. O excesso de iodo, por outro lado, também é prejudicial ao organismo.



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Anvisa interdita sal de três marcas


22/09/2010 | 07:11


Lotes das marcas de sal Cisne, União e Salmonte foram interditados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância) por apresentar irregularidades na quantidade de iodo que deve ser adicionado ao produto.

A amostra analisada do sal Cisne trazia teor abaixo do que é determinado pela agência: pelo menos 20 miligramas em cada quilo de produto. Amostras do sal União, por sua vez, apresentava problemas distintos: um lote, com quantidade menor do que o recomendado pela Anvisa; outro lote, iodo em excesso.

A Anvisa também determinou a interdição cautelar do sal Marlin, por trazer em sua composição carbonato de sódio, um aditivo que não é permitido pela legislação sanitária. O gerente jurídico da empresa fabricante do Sal Cisne, Antonio Carlos Santana, admitiu o desvio de padrão e afirmou que o produto já começou a ser recolhido do mercado. Santana atribuiu o problema a um "comportamento anômalo" das máquinas.

"Não foi constatado nenhum defeito. Tanto é que a produção que se seguiu está em conformidade com padrões exigidos pela Anvisa", contou. Procurada, a empresa fabricante do Sal União não se manifestou.

A adição de iodo no sal é obrigatória no País desde 1995. A medida começou a ser adotada para tentar evitar a carência da substância no organismo, mais frequente entre pessoas que vivem em regiões afastadas do mar. Distúrbios por deficiência de iodo podem provocar doenças como bócio e, quando atinge gestantes, levar o nascimento de crianças com rebaixamento mental e surdez. O excesso de iodo, por outro lado, também é prejudicial ao organismo.

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