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Missão de coronel da PM é reduzir roubo na região


Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

22/10/2005 | 07:41


O novo comandante do CPA/M-6 (Comando de Policiamento de Área/Metropolitano 6), o coronel da PM Renato Aldarvis, 48 anos, assumiu oficialmente o cargo sexta-feira com a missão de diminuir o índice de roubos e furtos de carros na região. Feito que há anos a Secretaria Estadual de Segurança Pública tenta, mas não consegue resolver. "Em breve, vamos implementar novas estratégias de ação (em fase de planejamento) visando dar conta desse tipo de delito. Temos certeza de que as perspectivas são muito boas e que os resultados serão visíveis", assegurou.

Aldarvis, apontado como um dos pioneiros na implementação da gestão de qualidade na corporação, assumiu falando em metas. "Nosso objetivo é fazer uma polícia mais voltada para o trabalho técnico do que uma polícia empírica, visando sobretudo bons resultados", afirma o coronel. No Grande ABC, terá trabalho para diminuir o índice de roubos e furtos de carros, que subiu em cinco cidades no último semestre. Em São Bernardo, o aumento foi de 44% e em São Caetano, de 25%. Só no primeiro trimestre de 2005, 5.547 veículos foram roubados ou furtados na região. Mesmo assim, o coronel é otimista. Postura justificável de quem viu o índice de homicídios diminuir 64% na zonal Sul da capital, em sua gestão no 1º Batalhão de Policiamento Metropolitano, em 2004.

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Aldarvis planeja ações localizadas para a região. Um dos pontos é a área do 2º subdistrito de Santo André, conhecida como a faixa de gaza do crime, devido ao alto número de confronto entre polícia e bandidos. Em 2004, o fogo cruzado na área resultou na morte de 41 civis pela polícia.

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No mês em que dois jovens foram baleados em circunstâncias suspeitas por policiais militares na região, o coronel anuncia uma nova tentativa de diminuir a investida da PM contra civis. "Estamos instituindo forma de instrução ponto a ponto, que é a instrução diária a todos os policias militares, com temas doutrinários e temas técnicos." No sábado, o manobrista Adonias Gonçalves de Oliveira, 21 anos, foi baleado no horário de serviço por um PM que estava de folga, em São Bernardo. Na terça-feira, foi a vez do operador de máquinas Jefferson Ribeiro, 24, ser baleado a caminho da escola.

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Contra o crime organizado, o coronel acredita que a maior contribuição que a PM pode dar é cumprir sua tarefa de policiamento ostensivo. "Mesmo porque essas organizações são um fenômeno mais carcerário: as ruas não sofrem com essa ameaça."",1]);//-->

Para combater os traficantes de drogas, que têm poder absoluto em muitas favelas da região, ele aposta na parceria com a população. "Vamos trabalhar de uma forma muito intensa com os conselhos comunitários de segurança, assim como fizemos na zona Sul (da capital)", diz Aldarvis, promovido de tenente-coronel a coronel em março deste ano. O comandante aprova operações nos moldes da promovida pela Tropa de Choque, que ocupou a favela Tamarutaca, em Santo André, e a do Jardim Elba, na zona Leste da capital, de 28 de agosto a 14 de outubro. "Nós também vamos instituir novas estratégias, tanto do ponto de vista preventivo quanto repressivo para que os ambientes estejam sobre o domínio da lei e da ordem."

Aldarvis planeja ações localizadas para a região. Um dos pontos é a área do 2º subdistrito de Santo André, conhecida como a faixa de gaza do crime, devido ao alto número de confronto entre polícia e bandidos. Em 2004, o fogo cruzado na área resultou na morte de 41 civis pela polícia.

No mês em que dois jovens foram baleados em circunstâncias suspeitas por policiais militares na região, o coronel anuncia uma nova tentativa de diminuir a investida da PM contra civis. "Estamos instituindo forma de instrução ponto a ponto, que é a instrução diária a todos os policias militares, com temas doutrinários e temas técnicos." No sábado, o manobrista Adonias Gonçalves de Oliveira, 21 anos, foi baleado no horário de serviço por um PM que estava de folga, em São Bernardo. Na terça-feira, foi a vez do operador de máquinas Jefferson Ribeiro, 24, ser baleado a caminho da escola.

Contra o crime organizado, o coronel acredita que a maior contribuição que a PM pode dar é cumprir sua tarefa de policiamento ostensivo. "Mesmo porque essas organizações são um fenômeno mais carcerário: as ruas não sofrem com essa ameaça."

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Luciano Cavenagui<br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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Investigadores do 1º DP de Mauá irão ao Denarc (Departamento de Investigações Sobre Narcóticos) na segunda-feira para averiguar a possível participação de oito presos, integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), no seqüestro de 12 pessoas ocorrido no dia 17 no Jardim Rosina, em Mauá.

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O Denarc deteve os oito na quarta-feira à tarde, todos nos prédios do CDHU do Jardim Santo André, em Santo André. Eles planejavam um resgate de um preso que compareceria a uma audiência no Fórum de Santo André na quinta-feira. Por causa do plano, as audiências no Fórum que envolviam presos quinta-feira foram canceladas. Sexta-feira, a situação estava normalizada.

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De acordo com o delegado Fábio Guimarães, do Nape (Núcleo de Apoio e Proteção às Escolas), divisão do Denarc responsável pela prisão, os detidos provavelmente tiveram participação no seqüestro, que foi uma ação de vingança do PCC contra seu grupo rival, o CRBC (Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade). O CRBC é apontado como autor de três mortes a membros do CV (Comando Vermelho), aliado do PCC, na Penitenciária José Parada Neto, em Guarulhos.

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Para vingar as mortes, pelo menos dez homens a mando do PCC foram até o Jardim Rosina, onde moravam parentes de Vanderlei Cirilo Pedro, 44 anos, o Bola Sete, líder do CRBC e preso na Penitenciária Antônio Souza Neto, em Sorocaba. A intenção era matar Bola Sete e seus parentes. Os seqüestradores tinham a informação errada de que Bola Sete estaria em casa, o que não era verdade. Só não houve uma chacina por causa da intervenção ocasional da PM, que cruzou com o grupo durante o trajeto e causou a dispersão dos seqüestradores.",1]);//-->



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