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Após blá-blá-blá, chegou a hora de a Argentina mostrar se tem futebol

Los hermanos estreiam hoje, às 11h (horário de Brasília), em Joanesburgo, diante da imprevisível Nigéria


Marco Borba
Com Agências

12/06/2010 | 07:02


Após quase ter entrado pelas portas dos fundos - classificou-se na última rodada das eliminatórias, com a dramática vitória por 1 a 0 sobre o Uruguai no fim do jogo -, chegou a hora de a Argentina mostrar se tem futebol para apresentar à África do Sul. Los hermanos estreiam hoje, às 11h (horário de Brasília), em Joanesburgo, diante da imprevisível Nigéria. As seleções fazem parte do Grupo B, ao lado de Coréia do Sul e Grécia.

De cara, o polêmico técnico Diego Maradona já colocou pressão sobre a arbitragem do jogo ao pedir à Fifa que cumpra a promessa de defender o jogo limpo e proteja sua seleção de possíveis entradas violentas dos nigerianos. Para Maradona, a Nigéria joga um "futebol áspero e duro."

O atacante Lionel Messi é a aposta do treinador no Mundial. "Quero que tenha o mesmo impacto que eu tive em 1986, mas não podemos esquecer que existe uma equipe por trás de Messi. Ele tem que ser a cereja do bolo, mas não podemos colocar muita pressão em cima dele."

Questionado se o atacante atuará os 90 minutos contra a Nigéria, Maradona lembrou o desgaste sofrido pelo jogador durante a temporada no Barcelona. "Ele vem de 63 partidas e Guardiola (técnico do Barcelona) substituiria Xavi e não Messi. Ele sabe muito bem que Messi é decisivo e que a qualquer momento pode criar uma chance de gol. Se o jogo estiver definido, obviamente eu o pouparei para o próximo", explicou.

O técnico sueco da Nigéria, Lars Lagerback, garantiu que não haverá marcação especial sobre Messi. "Vamos jogar contra a Argentina, não contra Messi. Não haverá um jogador específico para marcá-lo."

Principal astro da Nigéria, o atacante Kanu rebateu as críticas de Maradona. "Somos combativos, mas jogaremos futebol", disse ao prever jogo equilibrado. "Sempre foram jogos apertados, com placar de 2 a 1, 1 a 0. Espero que seja assim, mas com vitória da Nigéria."



Maradona critica Pelé, mas elogia a equipe de Dunga

Na véspera da estreia argentina na Copa, Diego Maradona não perdeu a oportunidade para falar do Brasil. Primeiro, criticou Pelé, que havia mostrado pessimismo quanto à realização do Mundial na África do Sul. Em seguida, falou sobre a Seleção Brasileira e seus rivais.

"Alguém disse por aí que um senhor morocho (expressão em espanhol que significa moreno) afirmou que a África não poderia receber a Copa. Cheguei aqui dois dias depois e falei com o Danny Jordaan (chefe do comitê organizador) que tudo daria certo", cutucou, referindo-se à desconfiança de Pelé após o atentado sofrido pela seleção de Togo em janeiro, às vésperas da Copa Africana de Nações. Rebeldes angolanos metralharam o ônibus togolês, em Cabinda, e três pessoas morreram.

Sobre a Seleção do Brasil, disse: "Portugal e Costa do Marfim darão muito trabalho. Mas Brasil é Brasil. Eles resolvem tudo em dois lances."



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Após blá-blá-blá, chegou a hora de a Argentina mostrar se tem futebol

Los hermanos estreiam hoje, às 11h (horário de Brasília), em Joanesburgo, diante da imprevisível Nigéria

Marco Borba
Com Agências

12/06/2010 | 07:02


Após quase ter entrado pelas portas dos fundos - classificou-se na última rodada das eliminatórias, com a dramática vitória por 1 a 0 sobre o Uruguai no fim do jogo -, chegou a hora de a Argentina mostrar se tem futebol para apresentar à África do Sul. Los hermanos estreiam hoje, às 11h (horário de Brasília), em Joanesburgo, diante da imprevisível Nigéria. As seleções fazem parte do Grupo B, ao lado de Coréia do Sul e Grécia.

De cara, o polêmico técnico Diego Maradona já colocou pressão sobre a arbitragem do jogo ao pedir à Fifa que cumpra a promessa de defender o jogo limpo e proteja sua seleção de possíveis entradas violentas dos nigerianos. Para Maradona, a Nigéria joga um "futebol áspero e duro."

O atacante Lionel Messi é a aposta do treinador no Mundial. "Quero que tenha o mesmo impacto que eu tive em 1986, mas não podemos esquecer que existe uma equipe por trás de Messi. Ele tem que ser a cereja do bolo, mas não podemos colocar muita pressão em cima dele."

Questionado se o atacante atuará os 90 minutos contra a Nigéria, Maradona lembrou o desgaste sofrido pelo jogador durante a temporada no Barcelona. "Ele vem de 63 partidas e Guardiola (técnico do Barcelona) substituiria Xavi e não Messi. Ele sabe muito bem que Messi é decisivo e que a qualquer momento pode criar uma chance de gol. Se o jogo estiver definido, obviamente eu o pouparei para o próximo", explicou.

O técnico sueco da Nigéria, Lars Lagerback, garantiu que não haverá marcação especial sobre Messi. "Vamos jogar contra a Argentina, não contra Messi. Não haverá um jogador específico para marcá-lo."

Principal astro da Nigéria, o atacante Kanu rebateu as críticas de Maradona. "Somos combativos, mas jogaremos futebol", disse ao prever jogo equilibrado. "Sempre foram jogos apertados, com placar de 2 a 1, 1 a 0. Espero que seja assim, mas com vitória da Nigéria."



Maradona critica Pelé, mas elogia a equipe de Dunga

Na véspera da estreia argentina na Copa, Diego Maradona não perdeu a oportunidade para falar do Brasil. Primeiro, criticou Pelé, que havia mostrado pessimismo quanto à realização do Mundial na África do Sul. Em seguida, falou sobre a Seleção Brasileira e seus rivais.

"Alguém disse por aí que um senhor morocho (expressão em espanhol que significa moreno) afirmou que a África não poderia receber a Copa. Cheguei aqui dois dias depois e falei com o Danny Jordaan (chefe do comitê organizador) que tudo daria certo", cutucou, referindo-se à desconfiança de Pelé após o atentado sofrido pela seleção de Togo em janeiro, às vésperas da Copa Africana de Nações. Rebeldes angolanos metralharam o ônibus togolês, em Cabinda, e três pessoas morreram.

Sobre a Seleção do Brasil, disse: "Portugal e Costa do Marfim darão muito trabalho. Mas Brasil é Brasil. Eles resolvem tudo em dois lances."

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