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Empresas estão otimistas sobre negócios, diz Markit



18/03/2013 | 03:36


A confiança global das empresas melhorou e as expectativas em relação a atividade empresarial, receitas e fluxos de entradas subiram para os níveis mais altos desde 2012, de acordo com a nova pesquisa da Markit.

A mais recente pesquisa da Markit sobre perspectivas mundiais de negócios ("Markit Outlook Survey Global Business") feita com 11 mil empresas mostrou que o número de otimistas - que esperam melhores níveis de atividade - superou em 39% a quantidade daqueles que esperavam um declínio.

A retomada da confiança ocorreu em todos os principais países desenvolvidos, incluindo o Japão e as nações europeias, disse o relatório. Os EUA obtiveram o nível mais alto de otimismo entre as empresas.

"A confiança mundial das empresas se recuperou de sua baixa pós-crise vista no ano passado", disse Chris Williamson, economista-chefe da Markit.

Um enfraquecimento acentuado do iene e da libra ajudaram empresas, tanto na atividade industrial do Japão quanto no Reino Unido. Os britânicos tiveram um impulso notável, com a perspectiva para os próximos 12 meses subindo ao nível mais alto no mundo.

"O iene mais fraco tem, por sua vez, elevado fortemente o otimismo para uma alta pós-crise no Japão. A pesquisa também sugeriu um fim à deflação do país à medida que os preços parecem estar determinados a subir", disse Williamson.

Entre as nações emergentes, os gerentes de negócios na China foram os mais otimistas. Por outro lado, os gestores da Índia, Rússia e Brasil se mostraram positivos, mas menos do que anteriormente. As empresas indianas se mostraram no nível menos otimista desde o final de 2009.

A pesquisa observou que os custos dos insumos devem se recuperar nos mercados das nações emergentes. As empresas na China esperam ver um forte aumento dos custos de produção, o que deve se transferir para maiores custos de bens e serviços.

"As pressões inflacionárias devem persistir entre as economias dos BRIC ao longo do próximo ano", disse Williamson. As informações são da Dow Jones.



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Empresas estão otimistas sobre negócios, diz Markit


18/03/2013 | 03:36


A confiança global das empresas melhorou e as expectativas em relação a atividade empresarial, receitas e fluxos de entradas subiram para os níveis mais altos desde 2012, de acordo com a nova pesquisa da Markit.

A mais recente pesquisa da Markit sobre perspectivas mundiais de negócios ("Markit Outlook Survey Global Business") feita com 11 mil empresas mostrou que o número de otimistas - que esperam melhores níveis de atividade - superou em 39% a quantidade daqueles que esperavam um declínio.

A retomada da confiança ocorreu em todos os principais países desenvolvidos, incluindo o Japão e as nações europeias, disse o relatório. Os EUA obtiveram o nível mais alto de otimismo entre as empresas.

"A confiança mundial das empresas se recuperou de sua baixa pós-crise vista no ano passado", disse Chris Williamson, economista-chefe da Markit.

Um enfraquecimento acentuado do iene e da libra ajudaram empresas, tanto na atividade industrial do Japão quanto no Reino Unido. Os britânicos tiveram um impulso notável, com a perspectiva para os próximos 12 meses subindo ao nível mais alto no mundo.

"O iene mais fraco tem, por sua vez, elevado fortemente o otimismo para uma alta pós-crise no Japão. A pesquisa também sugeriu um fim à deflação do país à medida que os preços parecem estar determinados a subir", disse Williamson.

Entre as nações emergentes, os gerentes de negócios na China foram os mais otimistas. Por outro lado, os gestores da Índia, Rússia e Brasil se mostraram positivos, mas menos do que anteriormente. As empresas indianas se mostraram no nível menos otimista desde o final de 2009.

A pesquisa observou que os custos dos insumos devem se recuperar nos mercados das nações emergentes. As empresas na China esperam ver um forte aumento dos custos de produção, o que deve se transferir para maiores custos de bens e serviços.

"As pressões inflacionárias devem persistir entre as economias dos BRIC ao longo do próximo ano", disse Williamson. As informações são da Dow Jones.

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