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Confusão faz audiência virar embate em Diadema

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Governistas e oposicionistas entraram em choque em
plenária feita pelo tucano José Augusto da Silva Ramos


Bruno Coelho
Do Diário do Grande ABC

14/03/2013 | 07:00


Confusão e agressões verbais dominaram a primeira audiência pública da Saúde do governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), realizada ontem na Câmara. O responsável pela Pasta, José Augusto da Silva Ramos (PSDB), teve dificuldades em seguir com a apresentação e foi questionado por parte da plateia quanto à falta de dados numéricos do setor no último quadrimestre da gestão Mário Reali (PT). Para conter os ânimos, a GCM (Guarda Civil Municipal) foi acionada.

José Augusto sofreu pressão, principalmente por não divulgar balanço financeiro a respeito da herança na Saúde deixada por Reali. O tucano foi acusado por parte do público de suscitar embate eleitoral com intuito de criticar o petismo local, ao mostrar fotos das condições estruturais do Hospital Infantil, UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e UPAs (Unidades de Pronto Atendimento).

"Queríamos saber os números, o que foi usado de recursos na Saúde ou não. Esse é o espírito de uma audiência pública. Trazer 288 slides com fotos, mostrando rachaduras nos prédios e janelas quebradas é exagero. Isso cabe à manutenção da cidade e (o governo Lauro) já deveria ter arrumado esses problemas", disse o presidente do PT municipal e vereador, Josa Queiroz.

Diante disso, os ânimos se exaltaram entre apoiadores e oposicionistas ao governo Lauro. José Augusto foi interrompido diversas vezes durante a fala. Em seguida, a audiência foi marcada por troca de farpas, o que dificultou o seu andamento. Sob o risco de os presentes chegarem às vias de fato, a GCM chegou ao Legislativo para conter os ânimos.

Para o bloco governista, o ato foi orquestrado pela bancada do PT, que estava representado, além de Josa, por Lilian Cabrera, Ronaldo Lacerda e Zé Antonio. O presidente da Câmara, Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), abriu a sessão, porém se ausentou durante audiência.

"Houve baderna do grupo organizado pelo PT. Alguns eram assessores dos vereadores. O secretário foi fazer uma audiência pública para mostrar a situação dos equipamentos, mas teve complicações", discorreu o vereador Lúcio Araújo (PV).

Independentemente do lado da culpa pela confusão na Casa, as bancadas governistas e oposicionistas concordaram que o debate a respeito do quadro da Saúde não foi concluído por José Augusto e a plenária ganhou ares políticos. Por essa razão, Maninho garantiu que marcará outra data para a realização da audiência pública.

Procurado pela equipe do Diário, ao término do incidente, José Augusto não foi localizado para comentar o assunto em questão.

 



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Confusão faz audiência virar embate em Diadema

Governistas e oposicionistas entraram em choque em
plenária feita pelo tucano José Augusto da Silva Ramos

Bruno Coelho
Do Diário do Grande ABC

14/03/2013 | 07:00


Confusão e agressões verbais dominaram a primeira audiência pública da Saúde do governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), realizada ontem na Câmara. O responsável pela Pasta, José Augusto da Silva Ramos (PSDB), teve dificuldades em seguir com a apresentação e foi questionado por parte da plateia quanto à falta de dados numéricos do setor no último quadrimestre da gestão Mário Reali (PT). Para conter os ânimos, a GCM (Guarda Civil Municipal) foi acionada.

José Augusto sofreu pressão, principalmente por não divulgar balanço financeiro a respeito da herança na Saúde deixada por Reali. O tucano foi acusado por parte do público de suscitar embate eleitoral com intuito de criticar o petismo local, ao mostrar fotos das condições estruturais do Hospital Infantil, UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e UPAs (Unidades de Pronto Atendimento).

"Queríamos saber os números, o que foi usado de recursos na Saúde ou não. Esse é o espírito de uma audiência pública. Trazer 288 slides com fotos, mostrando rachaduras nos prédios e janelas quebradas é exagero. Isso cabe à manutenção da cidade e (o governo Lauro) já deveria ter arrumado esses problemas", disse o presidente do PT municipal e vereador, Josa Queiroz.

Diante disso, os ânimos se exaltaram entre apoiadores e oposicionistas ao governo Lauro. José Augusto foi interrompido diversas vezes durante a fala. Em seguida, a audiência foi marcada por troca de farpas, o que dificultou o seu andamento. Sob o risco de os presentes chegarem às vias de fato, a GCM chegou ao Legislativo para conter os ânimos.

Para o bloco governista, o ato foi orquestrado pela bancada do PT, que estava representado, além de Josa, por Lilian Cabrera, Ronaldo Lacerda e Zé Antonio. O presidente da Câmara, Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), abriu a sessão, porém se ausentou durante audiência.

"Houve baderna do grupo organizado pelo PT. Alguns eram assessores dos vereadores. O secretário foi fazer uma audiência pública para mostrar a situação dos equipamentos, mas teve complicações", discorreu o vereador Lúcio Araújo (PV).

Independentemente do lado da culpa pela confusão na Casa, as bancadas governistas e oposicionistas concordaram que o debate a respeito do quadro da Saúde não foi concluído por José Augusto e a plenária ganhou ares políticos. Por essa razão, Maninho garantiu que marcará outra data para a realização da audiência pública.

Procurado pela equipe do Diário, ao término do incidente, José Augusto não foi localizado para comentar o assunto em questão.

 

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