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Ruas do bairro Santa Luzia estão repletas de buracos


Caroline Garcia
Especial para o Diário

26/11/2012 | 07:00


É praticamente impossível andar de carro sem precisar desviar dos inúmeros buracos ao longo da Rua Professor Antônio Nunes, no bairro Santa Luzia, em Ribeirão Pires. Desde o começo até o final da via, com duplo sentido de circulação, não há um trecho sem depressões ou remendos pelo asfalto.

"É ridículo falar isso, mas se for analisar, aqui já foi pior. Vejo diversos motoristas xingando por causa da buraqueira", conta o comerciante Adilson Batista, 34 anos.

Segundo os moradores, o problema no bairro já é de longa data. "Faz dez anos que moro aqui e teve uma época em que eu contei 36 buracos aqui na minha rua", lembra o aposentado José Carlos Antreehe, 52.

No bairro vizinho, o Parque das Fontes, a situação persiste. Uma das mais prejudicadas é a Rua Bahia. O asfalto está tão desgastado que os automóveis têm dificuldades para subir a via, que não é tão íngreme. A terra e os pedregulhos que foram jogados fazem com que os pneus derrapem.

Vizinhos relatam que a linha de ônibus que atende o bairro ficou um tempo sem passar pela rua, justamente em razão da impossibilidade de trânsito. "Os idosos precisam andar amarrados nos transportes públicos de Ribeirão. É fácil cair ou bater em algum lugar se não tomar cuidado", adverte a aposentada Elza Souza Pereira, 74. Ela costuma pegar ônibus, mas afirma que só entra se conhecer o motorista. "Assim eu já sei que jeito ele dirige e não preciso me preocupar."

Para Antreehe, o dinheiro que a Prefeitura provavelmente gasta com a manutenção dos veículos públicos poderia ser revertido para os serviços de tapa-buracos recapeamento das vias. "Poderia falar para usar em educação e saúde, mas deixar as ruas em perfeito estado já é investir nisso também", avalia.

A Prefeitura afirmou que os reparos na Rua Professor Antônio Nunes são de responsabilidade da Sabesp, e que a Rua Bahia está no cronograma da Secretaria de Infraestrutura Urbana para o serviço, que só deverá ser feito em 2013.



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Ruas do bairro Santa Luzia estão repletas de buracos

Caroline Garcia
Especial para o Diário

26/11/2012 | 07:00


É praticamente impossível andar de carro sem precisar desviar dos inúmeros buracos ao longo da Rua Professor Antônio Nunes, no bairro Santa Luzia, em Ribeirão Pires. Desde o começo até o final da via, com duplo sentido de circulação, não há um trecho sem depressões ou remendos pelo asfalto.

"É ridículo falar isso, mas se for analisar, aqui já foi pior. Vejo diversos motoristas xingando por causa da buraqueira", conta o comerciante Adilson Batista, 34 anos.

Segundo os moradores, o problema no bairro já é de longa data. "Faz dez anos que moro aqui e teve uma época em que eu contei 36 buracos aqui na minha rua", lembra o aposentado José Carlos Antreehe, 52.

No bairro vizinho, o Parque das Fontes, a situação persiste. Uma das mais prejudicadas é a Rua Bahia. O asfalto está tão desgastado que os automóveis têm dificuldades para subir a via, que não é tão íngreme. A terra e os pedregulhos que foram jogados fazem com que os pneus derrapem.

Vizinhos relatam que a linha de ônibus que atende o bairro ficou um tempo sem passar pela rua, justamente em razão da impossibilidade de trânsito. "Os idosos precisam andar amarrados nos transportes públicos de Ribeirão. É fácil cair ou bater em algum lugar se não tomar cuidado", adverte a aposentada Elza Souza Pereira, 74. Ela costuma pegar ônibus, mas afirma que só entra se conhecer o motorista. "Assim eu já sei que jeito ele dirige e não preciso me preocupar."

Para Antreehe, o dinheiro que a Prefeitura provavelmente gasta com a manutenção dos veículos públicos poderia ser revertido para os serviços de tapa-buracos recapeamento das vias. "Poderia falar para usar em educação e saúde, mas deixar as ruas em perfeito estado já é investir nisso também", avalia.

A Prefeitura afirmou que os reparos na Rua Professor Antônio Nunes são de responsabilidade da Sabesp, e que a Rua Bahia está no cronograma da Secretaria de Infraestrutura Urbana para o serviço, que só deverá ser feito em 2013.

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