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Equilíbrio entre pilotos marca ‘Mundial de Grid’ na temporada


Flavio Gomes
Especial para o Diário

27/05/2006 | 08:52


Fernando Alonso lidera o Mundial de F-1 com 15 pontos de vantagem para Michael Schumacher depois de seis etapas em 2006. Uma folga considerável. Mas que seria muito menor, apenas três pontos, se os grids de largada desta temporada fossem usados para simular a classificação do campeonato.

O exercício é curioso, mais ainda no dia do treino mais importante da temporada, o que define neste sábado o grid do GP de Mônaco – onde largar na frente é mais do que meio caminho andado para se chegar à vitória. Atribuindo-se a mesma pontuação das corridas aos oito primeiros nos grids das corridas disputadas até agora neste ano, conclui-se que a vida do espanhol seria bem mais complicada. E descobre-se que há alguns leões de treino que não convertem em resultados suas boas colocações de largada.

Alonso, pela pontuação deste fictício Mundial de Grid, teria 37 pontos e ainda estaria em primeiro na tabela. Mas seu vice-líder seria outro, Jenson Button, da Honda, encostado nele com 36. Schumacher apareceria em terceiro com 34. Na vida real, Fernando tem 54, Michael já marcou 39 e Button, apenas 16.

Isso mostra como a Honda tem problemas em ritmo de corrida, e não é fenômeno exclusivo de Jenson. Seu companheiro Rubens Barrichello, com os pontos dos treinos, teria 18 e estaria em sexto no campeonato, mas hoje ocupa apenas o oitavo lugar com oito pontos na classificação.

Dos 14 pilotos que já largaram entre os oito primeiros neste ano, apenas um tem pontuação idêntica àquela que teria se os pontos fossem atribuídos às posições de grid. É Juan Pablo Montoya, da McLaren, com 15.

Schumacher “ganhou” cinco pontos em corridas em relação ao que faria em grid (39 a 34). Felipe Massa “perdeu” 4. Giancarlo Fisichella, parceiro de Alonso na Renault, teve “prejuízo” de dois. A definição do grid acontece a partir das 9h de Brasília. Sexta-feira foi dia de folga em Mônaco.



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Equilíbrio entre pilotos marca ‘Mundial de Grid’ na temporada

Flavio Gomes
Especial para o Diário

27/05/2006 | 08:52


Fernando Alonso lidera o Mundial de F-1 com 15 pontos de vantagem para Michael Schumacher depois de seis etapas em 2006. Uma folga considerável. Mas que seria muito menor, apenas três pontos, se os grids de largada desta temporada fossem usados para simular a classificação do campeonato.

O exercício é curioso, mais ainda no dia do treino mais importante da temporada, o que define neste sábado o grid do GP de Mônaco – onde largar na frente é mais do que meio caminho andado para se chegar à vitória. Atribuindo-se a mesma pontuação das corridas aos oito primeiros nos grids das corridas disputadas até agora neste ano, conclui-se que a vida do espanhol seria bem mais complicada. E descobre-se que há alguns leões de treino que não convertem em resultados suas boas colocações de largada.

Alonso, pela pontuação deste fictício Mundial de Grid, teria 37 pontos e ainda estaria em primeiro na tabela. Mas seu vice-líder seria outro, Jenson Button, da Honda, encostado nele com 36. Schumacher apareceria em terceiro com 34. Na vida real, Fernando tem 54, Michael já marcou 39 e Button, apenas 16.

Isso mostra como a Honda tem problemas em ritmo de corrida, e não é fenômeno exclusivo de Jenson. Seu companheiro Rubens Barrichello, com os pontos dos treinos, teria 18 e estaria em sexto no campeonato, mas hoje ocupa apenas o oitavo lugar com oito pontos na classificação.

Dos 14 pilotos que já largaram entre os oito primeiros neste ano, apenas um tem pontuação idêntica àquela que teria se os pontos fossem atribuídos às posições de grid. É Juan Pablo Montoya, da McLaren, com 15.

Schumacher “ganhou” cinco pontos em corridas em relação ao que faria em grid (39 a 34). Felipe Massa “perdeu” 4. Giancarlo Fisichella, parceiro de Alonso na Renault, teve “prejuízo” de dois. A definição do grid acontece a partir das 9h de Brasília. Sexta-feira foi dia de folga em Mônaco.

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