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Estácio: polícia não consegue comunicação com estudante


Do Diário OnLine

03/06/2003 | 14:27


O delegado Luiz Alberto de Andrade, responsável pelas investigações do caso da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, não conseguiu se comunicar com a estudante Luciana Novaes, 19 anos, que foi baleada na cabeça dentro da escola. O delegado, acompanhado de peritos do Instituto Carlos Éboli, estiveram no Hospital Pró-Cardíaco para tentar se comunicar com Luciana, acreditando que ela poderia acrescentar alguma informação nas investigações. Mas eles perderam a viagem.

A família de Luciana, que está há quase um mês internada, não permitiu que a equipe de investigação tentasse conversar com a estudante. Ela ainda respira com a ajuda de aparelhos e se comunica com os familiares e enfermeiros por meio de movimentos feitos com os olhos e lábios. A estudante não movimenta o corpo do pescoço para baixo.

Conceição Novaes, irmã de Luciana, afirmou que não permitiu a entrada da equipe de investigação no quarto da jovem porque ela não sabe o que aconteceu. Segundo Conceição, Luciana pensa que sofreu um acidente e não lembra do tiroteio na universidade. “Ela não está em condições de responder nada”, afirmou.

Nesta terça-feira, o chefe do tráfico no Morro do Turano, Ocimar Nunes Robert, o 'Barbosinha', presta depoimento sobre a movimentação da favela. A polícia suspeita que um traficante do morro, vizinho à universidade, possa ter atirado no pátio depois que a direção da faculdade desobedeceu uma ordem de manter as portas fechadas.



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Estácio: polícia não consegue comunicação com estudante

Do Diário OnLine

03/06/2003 | 14:27


O delegado Luiz Alberto de Andrade, responsável pelas investigações do caso da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, não conseguiu se comunicar com a estudante Luciana Novaes, 19 anos, que foi baleada na cabeça dentro da escola. O delegado, acompanhado de peritos do Instituto Carlos Éboli, estiveram no Hospital Pró-Cardíaco para tentar se comunicar com Luciana, acreditando que ela poderia acrescentar alguma informação nas investigações. Mas eles perderam a viagem.

A família de Luciana, que está há quase um mês internada, não permitiu que a equipe de investigação tentasse conversar com a estudante. Ela ainda respira com a ajuda de aparelhos e se comunica com os familiares e enfermeiros por meio de movimentos feitos com os olhos e lábios. A estudante não movimenta o corpo do pescoço para baixo.

Conceição Novaes, irmã de Luciana, afirmou que não permitiu a entrada da equipe de investigação no quarto da jovem porque ela não sabe o que aconteceu. Segundo Conceição, Luciana pensa que sofreu um acidente e não lembra do tiroteio na universidade. “Ela não está em condições de responder nada”, afirmou.

Nesta terça-feira, o chefe do tráfico no Morro do Turano, Ocimar Nunes Robert, o 'Barbosinha', presta depoimento sobre a movimentação da favela. A polícia suspeita que um traficante do morro, vizinho à universidade, possa ter atirado no pátio depois que a direção da faculdade desobedeceu uma ordem de manter as portas fechadas.

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