Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 10 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Internacional

internacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Manifestantes de massacre em Pequim ainda estão presos


Da AFP

03/06/2003 | 09:02


Catorze anos depois do massacre da praça da Paz Celestial, pelo menos 500 pessoas continuam presas por sua participação nas manifestações que desencadearam uma sangrenta repressão do Governo chinês, informou esta terça-feira um grupo de defesa dos direitos humanos com sede em Hong Kong.

"Segundo resultados de investigações efetuadas por nosso centro e informações de chineses ligados ao poder, pelo menos 500 personalidades democráticas ainda estão na prisão", disse Frank Lu, diretor do Centro de Informação sobre os direitos humanos e a democracia na China.

Mais de 1,5 mil pessoas tinham sido detidas durante a sangrenta repressão do movimento pela democracia na noite de 3 de junho de 1989, "mas até hoje não existe um balanço exato do número de pessoas libertadas", adiantou o Centro, que se baseia em uma fonte judicial.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Manifestantes de massacre em Pequim ainda estão presos

Da AFP

03/06/2003 | 09:02


Catorze anos depois do massacre da praça da Paz Celestial, pelo menos 500 pessoas continuam presas por sua participação nas manifestações que desencadearam uma sangrenta repressão do Governo chinês, informou esta terça-feira um grupo de defesa dos direitos humanos com sede em Hong Kong.

"Segundo resultados de investigações efetuadas por nosso centro e informações de chineses ligados ao poder, pelo menos 500 personalidades democráticas ainda estão na prisão", disse Frank Lu, diretor do Centro de Informação sobre os direitos humanos e a democracia na China.

Mais de 1,5 mil pessoas tinham sido detidas durante a sangrenta repressão do movimento pela democracia na noite de 3 de junho de 1989, "mas até hoje não existe um balanço exato do número de pessoas libertadas", adiantou o Centro, que se baseia em uma fonte judicial.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;