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Rússia e rebeldes chechenos estariam perto de acordo


Das Agências

09/10/2001 | 02:40


A Rússia começa a entender que o problema checheno só pode se resolver mediante o diálogo, declarou o presidente independentista checheno, Aslan Masjadov, em entrevista publicada na revista Vlast.

"Já demos alguns passos nessa direção", disse Masjadov, em alusão aos contatos mantidos no mês passado por seu vice-premiê, Ajmed Zakayev, com as autoridades russas. Moscou admitiu que esses contatos ocorreram, mas negou que se trata de negociações.

No entanto, o emissário independentista e os russos "tratam de chegar a um acordo sobre o conteúdo de negociações e sobre as condições de uma trégua de hostilidades", afirmou Masjadov.

O presidente russo, Vladimir Putin, deu no mês passado três dias de prazo aos independentistas chechenos para que depusessem armas e se reintegrassem à vida civil, mas o ultimato não surtiu efeito.

Masjadov anunciu poucos dias mais tarde a existência de contatos com Moscou, mas as autoridades russas indicaram que se tratava simplesmente de estabelecer as modalidades de rendição dos separatistas.

O exército russo lançou no dia 1º de outubro uma operação "antiterrorista" na Chechênia, onde os combates causaram em dois anos a morte de mais de 3.000 militares russos, segundo estatísticas oficiais, embora a cifra real seja sem dúvida o dobro, pelo que aponta a Associação de Mães de Soldados.



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Rússia e rebeldes chechenos estariam perto de acordo

Das Agências

09/10/2001 | 02:40


A Rússia começa a entender que o problema checheno só pode se resolver mediante o diálogo, declarou o presidente independentista checheno, Aslan Masjadov, em entrevista publicada na revista Vlast.

"Já demos alguns passos nessa direção", disse Masjadov, em alusão aos contatos mantidos no mês passado por seu vice-premiê, Ajmed Zakayev, com as autoridades russas. Moscou admitiu que esses contatos ocorreram, mas negou que se trata de negociações.

No entanto, o emissário independentista e os russos "tratam de chegar a um acordo sobre o conteúdo de negociações e sobre as condições de uma trégua de hostilidades", afirmou Masjadov.

O presidente russo, Vladimir Putin, deu no mês passado três dias de prazo aos independentistas chechenos para que depusessem armas e se reintegrassem à vida civil, mas o ultimato não surtiu efeito.

Masjadov anunciu poucos dias mais tarde a existência de contatos com Moscou, mas as autoridades russas indicaram que se tratava simplesmente de estabelecer as modalidades de rendição dos separatistas.

O exército russo lançou no dia 1º de outubro uma operação "antiterrorista" na Chechênia, onde os combates causaram em dois anos a morte de mais de 3.000 militares russos, segundo estatísticas oficiais, embora a cifra real seja sem dúvida o dobro, pelo que aponta a Associação de Mães de Soldados.

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