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Candidatos aproveitam para agradar torcedores



14/06/2006 | 08:01


Os principais candidatos ao Planalto, inclusive o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pegaram carona na estréia do Brasil na Copa do Mundo para tentar atrair a simpatia até de torcedores. Pelo menos na terça, apesar do placar magro – 1 x 0 em cima da Croácia –, os políticos conseguiram espantar a fama de “pé frio”. Lula reclamou do desempenho da seleção canarinho. Disse que a equipe de Parreira esteve “aquém” de sua capacidade. Vestindo a camisa da seleção, o presidente assistiu ao jogo, classificado por ele de “muito duro” no Palácio da Alvorada, e confidenciou que sentiu “sofrimento e angústia” ao longo dos 90 minutos.

Seguindo a linha de palpiteiro, quando se trata de futebol, afirmou: “Na hora em que os jogadores desabrocharem, eu acho que o Brasil terá chance de ganhar, de muito, dos adversários.” Apesar do placar apertado, Lula reconheceu que para ganhar a Copa o que importa é o resultado.

Em São Paulo, o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, também aproveitou a estréia da equipe brasileira para atrair atenção. Ao lado de José Serra, pré-candidato tucano ao governo paulista, assistiu ao jogo em uma churrascaria na zona Sul da cidade. Retraído, vibrou pouco ao longo do jogo, ao contrário de Serra, que demonstrou nervosismo durante quase toda a partida.

Quando o meia Kaká fez o primeiro e único gol do Brasil terça, os dois pularam juntos da cadeira e deram as mãos. Alckmin errou o placar do jogo. Antes de a partida começar, arriscou que o Brasil venceria a Croácia por 4 x 1. Serra preferiu não dar palpite. O ex-prefeito disse que a Croácia jogou bem. “Quando se está em uma disputa, tem que ver a qualidade do adversário. Não dá para pensar só no seu tive. Para uma estréia, o resultado foi brilhante”, destacou Serra.

O pré-candidato ao governo de São Paulo elogiou ainda a substituição feita por Parreira, que segundo trocou Ronaldo por Robinho. “A mexida foi importante porque jogar com dois centroavantes não estava dando certo”, comentou.

Entre os presidenciáveis, até a senadora Heloísa Helena (Psol-AL) reuniu companheiros de partido para assistir a estréia da seleção canarinho nesta terça, em Brasília.

Adversário de Serra, o candidato do PT, senador Aloizio Mercadante, chegou atrasado para assistir à partida em um quadra poliesportiva na favela de Heliópolis, uma das maiores de São Paulo. Parado no trânsito, assim como milhões de paulistanos na terça – inclusive Serra que também se atrasou – chegou quando em Berlim o relógio já marcava 30 minutos de jogo.



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Candidatos aproveitam para agradar torcedores


14/06/2006 | 08:01


Os principais candidatos ao Planalto, inclusive o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pegaram carona na estréia do Brasil na Copa do Mundo para tentar atrair a simpatia até de torcedores. Pelo menos na terça, apesar do placar magro – 1 x 0 em cima da Croácia –, os políticos conseguiram espantar a fama de “pé frio”. Lula reclamou do desempenho da seleção canarinho. Disse que a equipe de Parreira esteve “aquém” de sua capacidade. Vestindo a camisa da seleção, o presidente assistiu ao jogo, classificado por ele de “muito duro” no Palácio da Alvorada, e confidenciou que sentiu “sofrimento e angústia” ao longo dos 90 minutos.

Seguindo a linha de palpiteiro, quando se trata de futebol, afirmou: “Na hora em que os jogadores desabrocharem, eu acho que o Brasil terá chance de ganhar, de muito, dos adversários.” Apesar do placar apertado, Lula reconheceu que para ganhar a Copa o que importa é o resultado.

Em São Paulo, o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, também aproveitou a estréia da equipe brasileira para atrair atenção. Ao lado de José Serra, pré-candidato tucano ao governo paulista, assistiu ao jogo em uma churrascaria na zona Sul da cidade. Retraído, vibrou pouco ao longo do jogo, ao contrário de Serra, que demonstrou nervosismo durante quase toda a partida.

Quando o meia Kaká fez o primeiro e único gol do Brasil terça, os dois pularam juntos da cadeira e deram as mãos. Alckmin errou o placar do jogo. Antes de a partida começar, arriscou que o Brasil venceria a Croácia por 4 x 1. Serra preferiu não dar palpite. O ex-prefeito disse que a Croácia jogou bem. “Quando se está em uma disputa, tem que ver a qualidade do adversário. Não dá para pensar só no seu tive. Para uma estréia, o resultado foi brilhante”, destacou Serra.

O pré-candidato ao governo de São Paulo elogiou ainda a substituição feita por Parreira, que segundo trocou Ronaldo por Robinho. “A mexida foi importante porque jogar com dois centroavantes não estava dando certo”, comentou.

Entre os presidenciáveis, até a senadora Heloísa Helena (Psol-AL) reuniu companheiros de partido para assistir a estréia da seleção canarinho nesta terça, em Brasília.

Adversário de Serra, o candidato do PT, senador Aloizio Mercadante, chegou atrasado para assistir à partida em um quadra poliesportiva na favela de Heliópolis, uma das maiores de São Paulo. Parado no trânsito, assim como milhões de paulistanos na terça – inclusive Serra que também se atrasou – chegou quando em Berlim o relógio já marcava 30 minutos de jogo.

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