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Confira os pensamentos de Augusto Pinochet


Da AFP

10/12/2006 | 18:55


Estas são algumas das declarações de Augusto Pinochet ao longo de vida, tiradas de entrevistas, discursos e pronunciamentos improvisados:

"A democracia, que sempre respeitamos, será custodiada pelas instituições armadas para impedir que possa ser violada " (31 de dezembro de 1973).

"Uma folha não se move neste país se eu não estou movendo, que isso fique claro" (13 de outubro de 1981).

"Eu os estou vendo de cima porque Deus me botou aqui, a Providência, o destino, como queiram chamar, me colocou aqui " (2 de julho de 1987).

"Tenho a cara fechada, por isso talvez digam que sou um ditador" (24 de abril de 1986).

"Tomara que tentem dar um golpe porque assim verão como eu revido " (2 de dezembro de 1982, ante rumores de um golpe por causa da crise econômica).

"De cada sete chilenos, um terá um automóvel; de cada cinco, um terá um televisor; e de cada sete, um disporá de um telefone " (11 de setembro de 1980).

"A quem vamos pedir perdão? A quem tentou nos matar? A quem tentou liquidar a pátria?" (11 de setembro de 1994, ao recordar os 21 anos de golpe militar).

"Sempre disse que isso deve acabar, dar a volta por cima e seguir em frente " (26 de junho de 1997, referindo-se ao caso dos desaparecidos).

"Dois mil não é nada" (comparando a cifra de desaparecidos com os 14 milhões de habitantes do país, julho de 1994).

"Nunca desejei a morte de ninguém, e sinto uma sincera dor por todos os chilenos que nesses anos perderam a vida" (11 de dezembro de 998, em sua "Mensagem aos Chilenos", quando estava preso em Londres).

"A mentira se descobre pelos olhos, eu muitas vezes mentia" (ao explicar por que usava óculos escuros, em seu livro "Augusto Pinochet, Diálogos com sua História", de María Eugenia Oyarzún, novembro de 1999).

"Sabe quem me recomendou a Allende? O Partido Comunista. Eles, sim, se equivocaram comigo ". (Entrevista feita pelo historiador americano James Whelan e publicada pelo jornal chileno La Tercera em 2003).

"Não tenho que pedir perdão a ninguém, ao contrário, eles que têm que me pedir perdão, os do outro lado, os marxistas, os comunistas ". (Entrevista televisada difundida em 2003, em Miami).



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