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Sururu na Roda
bem arranjado

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Registro ao vivo do grupo de samba traz os medalhões
do ritmo; este já é o quinto álbum da carreira do quarteto


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

06/05/2013 | 07:00


Já nos primeiros instantes da canção ‘Sururu Formado', o clima remete ao samba da metade do século passado. Da boemia carioca, dos coros bem pensados, dos arranjos refinados, da alegria. E é assim que o Sururu Na Roda segue a apresentação de mais de uma hora do CD ‘Sururu na Roda Ao Vivo' (EMI Music, R$ 19,90 em média), quinto da carreira. A apresentação chega às prateleiras também em DVD (R$ 29,90 em média).


No palco, Nilze Carvalho (voz e cavaquinho), Fabiano Salek (voz e percussão), Sílvio Carvalho (voz e cavaquinho) e Juliana Zanardi (voz e violão) desfilam repertório que passeia pelos 13 anos de estrada. Do cancioneiro autoral, o quarteto apresenta faixas como ‘ Errei', canção que chega ao ouvinte ilustrada por rico aparato percussivo.

Somos quatro cantores e instrumentistas com formação diferente. Isso faz com que nossa música tenha muita variação", conta Salek.
Coros, arranjos, sonoridades e variações de timbres dos quais o grupo usa e abusa, são herança de nomes da música brasileira como Demônios da Garoa, Bando da Lua e Garganta Profunda.

Mesmo sendo registro ao vivo, o álbum traz músicas inéditas, caso de ‘Ser Feliz', que conta com a participação especial do cantor Péricles. E as participações especiais não param por aí. Diogo Nogueira é outro que não fica de fora e lembra seu pai, João Nogueira, com a faixa ‘Pimenta No Vatapá'.

"Temos o apoio de medalhões da MPB", diz Salek. "Tem o Monarco, que é o grande mestre. Ele transpira samba, é um privilégio dividir o palco com ele", afirma. O músico da velha guarda empresta a voz à sua própria canção, ‘O Quitandeiro'.

O grupo aproveita para prestar justa homenagem a Dona Ivone Lara. Ela sobe ao palco para cantar medley de ‘Senhora da Canção', ‘Sonho Meu',  ‘Mas Quem Disse Que Eu Te Esqueço' e  ‘Tiê'. "Ela é uma das mais importantes artistas do Brasil. Foi lindo cantar com ela", afirma Salek.

O disco traz ainda as inéditas ‘Partido Coração' e ‘Ainda Posso Ser Feliz', além de releituras preciosas para Chico Buarque, Martinho da Vila e Nelson Cavaquinho.



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Sururu na Roda
bem arranjado

Registro ao vivo do grupo de samba traz os medalhões
do ritmo; este já é o quinto álbum da carreira do quarteto

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

06/05/2013 | 07:00


Já nos primeiros instantes da canção ‘Sururu Formado', o clima remete ao samba da metade do século passado. Da boemia carioca, dos coros bem pensados, dos arranjos refinados, da alegria. E é assim que o Sururu Na Roda segue a apresentação de mais de uma hora do CD ‘Sururu na Roda Ao Vivo' (EMI Music, R$ 19,90 em média), quinto da carreira. A apresentação chega às prateleiras também em DVD (R$ 29,90 em média).


No palco, Nilze Carvalho (voz e cavaquinho), Fabiano Salek (voz e percussão), Sílvio Carvalho (voz e cavaquinho) e Juliana Zanardi (voz e violão) desfilam repertório que passeia pelos 13 anos de estrada. Do cancioneiro autoral, o quarteto apresenta faixas como ‘ Errei', canção que chega ao ouvinte ilustrada por rico aparato percussivo.

Somos quatro cantores e instrumentistas com formação diferente. Isso faz com que nossa música tenha muita variação", conta Salek.
Coros, arranjos, sonoridades e variações de timbres dos quais o grupo usa e abusa, são herança de nomes da música brasileira como Demônios da Garoa, Bando da Lua e Garganta Profunda.

Mesmo sendo registro ao vivo, o álbum traz músicas inéditas, caso de ‘Ser Feliz', que conta com a participação especial do cantor Péricles. E as participações especiais não param por aí. Diogo Nogueira é outro que não fica de fora e lembra seu pai, João Nogueira, com a faixa ‘Pimenta No Vatapá'.

"Temos o apoio de medalhões da MPB", diz Salek. "Tem o Monarco, que é o grande mestre. Ele transpira samba, é um privilégio dividir o palco com ele", afirma. O músico da velha guarda empresta a voz à sua própria canção, ‘O Quitandeiro'.

O grupo aproveita para prestar justa homenagem a Dona Ivone Lara. Ela sobe ao palco para cantar medley de ‘Senhora da Canção', ‘Sonho Meu',  ‘Mas Quem Disse Que Eu Te Esqueço' e  ‘Tiê'. "Ela é uma das mais importantes artistas do Brasil. Foi lindo cantar com ela", afirma Salek.

O disco traz ainda as inéditas ‘Partido Coração' e ‘Ainda Posso Ser Feliz', além de releituras preciosas para Chico Buarque, Martinho da Vila e Nelson Cavaquinho.

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