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Ciesp de Santo André terá duas chapas para eleição de diretoria


Niceia de Freitas
Do Diário do Grande ABC

12/08/2004 | 02:57


  A regional do Ciesp/Santo André (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) disputará a eleição da diretoria no dia 25 deste mês, para os próximos três anos, com a composição de duas chapas. O Grande ABC representa um importante colégio eleitoral com quatro entidades regionais: Santo André (inclui também Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), São Bernardo, São Caetano e Diadema, que juntas somam mais de 700 empresas, cerca de 10% do colégio eleitoral em todo Estado de São Paulo, dividido por 41 diretorias regionais.

A chapa da situação, formada pelo candidato à diretoria titular, José Jaime Zacarelli Salgueiro, e pelos diretores adjuntos Shotoku Yamamoto e José Carlos Vassoler, quer dar continuidade ao atual trabalho da entidade e incrementar várias propostas. A idéia é promover uma atuação política que possibilite canalizar investimentos para o Senai Santo André, bem como para os setores plástico, químico e de petróleo. As indústrias químicas e petroquímicas estão dentro da linha estratégica – pois em Santo André cerca de 32% da arrecadação vem dessas empresas, e em Mauá cerca de 60% –, por meio de um trabalho que incentive a produção de produtos e subprodutos químicos e petrolíferos.

A idéia também é estimular os grupos de sinergia, de forma a fortalecer ações e conversações conjuntas dos negócios que possibilitem ganhos de escala. É uma forma de atuação que permite às pequenas e médias empresas conseguirem custos de serviços, como os negociados pelas grandes empresas. A diretoria quer também formalizar o NAP (Núcleo de Atuação Política).

A chapa da oposição, composta pelo candidato à diretoria titular, Nelson Tadeu Pereira, e os adjuntos Luis França e Hélio de La Noce, aposta na revitalização da entidade, a partir de uma atuação ativa, com a administração de problemas localizados. A proposta é também promover uma ação regional, de forma que as quatro entidades se unam para objetivos comuns e deixem de atuar isoladamente. A entidade também vai brigar para uma maior liberdade de atuação sob o argumento de que, hoje, a estrutura é totalmente ultrapassada e dependente das decisões da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). “As entidades têm de saber fazer propostas e avaliar se são possíveis de serem viabilizadas”, ressaltou Tadeu Pereira.

As grandes empresas também serão convidadas a participar, de forma que os problemas possam ser resolvidos conjuntamente. “As grandes empresas têm recursos disponíveis para evitar que os pequenos fiquem batendo cabeça”, explicou Tadeu Pereira ao acrescentar que, de forma cooperada, todos tendem a ganhar. A diretoria defende ainda a volta dos Ciesps à Agência de Desenvolvimento Econômico, fora de atuação desde 2002.

Além disso, o objetivo também é promover feiras e rodadas de negócios entre empresas locais com o objetivo de movimentar a economia local sem a necessidade de buscar fora o que está disponível na região. Outro foco será atuar em sintonia com as ações do poder público.



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Ciesp de Santo André terá duas chapas para eleição de diretoria

Niceia de Freitas
Do Diário do Grande ABC

12/08/2004 | 02:57


  A regional do Ciesp/Santo André (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) disputará a eleição da diretoria no dia 25 deste mês, para os próximos três anos, com a composição de duas chapas. O Grande ABC representa um importante colégio eleitoral com quatro entidades regionais: Santo André (inclui também Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), São Bernardo, São Caetano e Diadema, que juntas somam mais de 700 empresas, cerca de 10% do colégio eleitoral em todo Estado de São Paulo, dividido por 41 diretorias regionais.

A chapa da situação, formada pelo candidato à diretoria titular, José Jaime Zacarelli Salgueiro, e pelos diretores adjuntos Shotoku Yamamoto e José Carlos Vassoler, quer dar continuidade ao atual trabalho da entidade e incrementar várias propostas. A idéia é promover uma atuação política que possibilite canalizar investimentos para o Senai Santo André, bem como para os setores plástico, químico e de petróleo. As indústrias químicas e petroquímicas estão dentro da linha estratégica – pois em Santo André cerca de 32% da arrecadação vem dessas empresas, e em Mauá cerca de 60% –, por meio de um trabalho que incentive a produção de produtos e subprodutos químicos e petrolíferos.

A idéia também é estimular os grupos de sinergia, de forma a fortalecer ações e conversações conjuntas dos negócios que possibilitem ganhos de escala. É uma forma de atuação que permite às pequenas e médias empresas conseguirem custos de serviços, como os negociados pelas grandes empresas. A diretoria quer também formalizar o NAP (Núcleo de Atuação Política).

A chapa da oposição, composta pelo candidato à diretoria titular, Nelson Tadeu Pereira, e os adjuntos Luis França e Hélio de La Noce, aposta na revitalização da entidade, a partir de uma atuação ativa, com a administração de problemas localizados. A proposta é também promover uma ação regional, de forma que as quatro entidades se unam para objetivos comuns e deixem de atuar isoladamente. A entidade também vai brigar para uma maior liberdade de atuação sob o argumento de que, hoje, a estrutura é totalmente ultrapassada e dependente das decisões da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). “As entidades têm de saber fazer propostas e avaliar se são possíveis de serem viabilizadas”, ressaltou Tadeu Pereira.

As grandes empresas também serão convidadas a participar, de forma que os problemas possam ser resolvidos conjuntamente. “As grandes empresas têm recursos disponíveis para evitar que os pequenos fiquem batendo cabeça”, explicou Tadeu Pereira ao acrescentar que, de forma cooperada, todos tendem a ganhar. A diretoria defende ainda a volta dos Ciesps à Agência de Desenvolvimento Econômico, fora de atuação desde 2002.

Além disso, o objetivo também é promover feiras e rodadas de negócios entre empresas locais com o objetivo de movimentar a economia local sem a necessidade de buscar fora o que está disponível na região. Outro foco será atuar em sintonia com as ações do poder público.

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