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Rússia confirma primeiro caso de pneumonia asiática


Do Diário OnLine
Com AFP

28/05/2003 | 09:33


Após semanas de especulação, o primeiro caso da Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars, sigla em inglês) na Rússia foi diagnosticado. A vítima é Denis Soynikov, 25 anos, que mora no leste do país, na fronteira com a China, informa nesta quarta-feira o médico-chefe do Ministério da Saúde, Gennady Onishchenko.

"O diagnóstico oficial é pneumonia asiática," diz Onishchenko, citado pela agência Interfax. Segundo o médico, os primeiros testes de Denis Soynikov não foram conclusivos, com dois resultados positivos e três negativos para a doença. Novos exames foram feitos e a doença foi acompanhada, confirmando as suspeitas.

Onishchenko afirma que o paciente já está melhorando. Soynikov foi hospitalizado no dia 1º de maio depois de viver por quase um ano em apart-hotel frenqüentado por operadores de mercado chineses. Este é o primeiro caso confirmado de Sars entre 25 suspeitos.

A Rússia adotou uma série de medidas drásticas para se proteger da Sars, fechando a maioria das passagens na fronteira com a China e Mongólia; além disso, o tráfego aéreo com este locais foi praticamente paralisado.

Ásia - A China, por sua vez, anunciou nesta manhã mais quatro mortos pela superpneumonia e mais quatro novos casos de contágio em Pequim. No total, 325 pessoas morreram e 5.323 foram contaminadas desde o início da propagação da Sars.

Das 3.036 pessoas que estavam com Sars saíram curadas dos hospitais, das quais 866 em Pequim, onde o número de casos confirmados chega a 2.514 e o de mortos a 175.

Já governo de Hong Kong informou que o vírus da Sars matou mais uma pessoa e infectou outras duas, elevando a 270 número de mortos e para 1.730 os casos já anotados.

Em Taiwan, nesta quarta-feira foram registrados 14 novos casos de Sars e mais cinco mortes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que a ilha fez importantes avanços no controle das infecções nos hospitais. Os casos prováveis da doença sobem de 596 para 610, incluindo 11 novos infectados e três pessoas reclassificadas de suspeitas para prováveis. Até agora, 81 pessoas morreram.



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