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Seis homens participaram de seqüestro do prefeito


Gislayne Jacinto
Do Diário do Grande ABC

14/12/2003 | 20:53


Pelas investigações da polícia, o prefeito de Santo André Celso Daniel foi seqüestrado na noite do dia 18 de janeiro de 2002, uma sexta-feira, por volta de 23h, por seis homens armados, com pistolas e metralhadoras, utilizando uma perua GM Blazer verde e um Volkswagen Santana azul. Eles perseguiram a perua Pajero preta pela rua Antonio Bezerra, na Vila das Mercês, zona Sul de São Paulo.

Pelos relatos, os homens desceram da Blazer e do Santana e passaram a atirar na Pajero blindada. Um dos pneus da Pajero foi furado.

O seqüestrador Itamar Messias Silva dos Santos, o Itamar, abriu a porta da Pajero e retirou de dentro do veículo o prefeito que estava acompanhado do amigo e empresário Sérgio Gomes da Silva.

O chefe da quadrilha de seqüestradores foi Ivan Rodrigues da Silva, o Monstro, que ganhou o apelido depois de levar um tiro no rosto.

Celso Daniel foi colocado no Santana e levado para um imóvel abandonado, que havia sido o Bar do Mineiro na favela Pantanal, na divisa entre São Paulo e Diadema.

Quando chegou no primeiro cativeiro, por volta de meia-noite, o prefeito recebeu uma ligação em seu telefone celular. O Monstro correu e desligou o aparelho. Mesmo assim a ligação foi rastreada pela ERB (Estação de Rádio Base). Policiais federais se deslocaram para lá.

O Monstro, autor de vários homicídios e foragido da Penitenciária de Sorocaba, em novembro de 1999, decidiu tirar o prefeito da favela.

Antes do amanhecer, Celso Daniel foi conduzido a um outro cativeiro, localizado em um sítio em São Lourenço da Serra, região de Juquitiba. No Santana, ia José Edison da Silva, o Edison, responsável pelos cativeiros da quadrilha. Em outro carro, um Tempra, seguia outro integrante do bando, Marcos Roberto Bispo dos Santos, o Marquinhos, também foragido do sistema prisional.

No dia 20 de janeiro de 2002, na Estrada da Cachoeira, rodovia vicinal à Régis Bittencourt, Celso foi encontrado morto com vários tiros.



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Seis homens participaram de seqüestro do prefeito

Gislayne Jacinto
Do Diário do Grande ABC

14/12/2003 | 20:53


Pelas investigações da polícia, o prefeito de Santo André Celso Daniel foi seqüestrado na noite do dia 18 de janeiro de 2002, uma sexta-feira, por volta de 23h, por seis homens armados, com pistolas e metralhadoras, utilizando uma perua GM Blazer verde e um Volkswagen Santana azul. Eles perseguiram a perua Pajero preta pela rua Antonio Bezerra, na Vila das Mercês, zona Sul de São Paulo.

Pelos relatos, os homens desceram da Blazer e do Santana e passaram a atirar na Pajero blindada. Um dos pneus da Pajero foi furado.

O seqüestrador Itamar Messias Silva dos Santos, o Itamar, abriu a porta da Pajero e retirou de dentro do veículo o prefeito que estava acompanhado do amigo e empresário Sérgio Gomes da Silva.

O chefe da quadrilha de seqüestradores foi Ivan Rodrigues da Silva, o Monstro, que ganhou o apelido depois de levar um tiro no rosto.

Celso Daniel foi colocado no Santana e levado para um imóvel abandonado, que havia sido o Bar do Mineiro na favela Pantanal, na divisa entre São Paulo e Diadema.

Quando chegou no primeiro cativeiro, por volta de meia-noite, o prefeito recebeu uma ligação em seu telefone celular. O Monstro correu e desligou o aparelho. Mesmo assim a ligação foi rastreada pela ERB (Estação de Rádio Base). Policiais federais se deslocaram para lá.

O Monstro, autor de vários homicídios e foragido da Penitenciária de Sorocaba, em novembro de 1999, decidiu tirar o prefeito da favela.

Antes do amanhecer, Celso Daniel foi conduzido a um outro cativeiro, localizado em um sítio em São Lourenço da Serra, região de Juquitiba. No Santana, ia José Edison da Silva, o Edison, responsável pelos cativeiros da quadrilha. Em outro carro, um Tempra, seguia outro integrante do bando, Marcos Roberto Bispo dos Santos, o Marquinhos, também foragido do sistema prisional.

No dia 20 de janeiro de 2002, na Estrada da Cachoeira, rodovia vicinal à Régis Bittencourt, Celso foi encontrado morto com vários tiros.

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