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James Hinchcliffe
vence em São Paulo

Canadense ultrapassa Takuma Sato na última curva e
triunfa pela segunda vez na temporada da Fórmula Indy


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

06/05/2013 | 07:00


O reinado de Will Power em São Paulo acabou e a etapa brasileira da Fórmula Indy tem sucessor: James Hinchcliffe. Com bela ultrapassagem sobre Takuma Sato na última curva, o piloto da Andretti faturou a prova e celebrou muito após cruzar a linha de chegada no circuito do Anhembi, sendo inclusive aplaudido pelo japonês, que o segurou nas três últimas voltas, mas não resistiu no fim.

Com o abandono - por problemas mecânicos - do australiano, que até então dominava São Paulo, era certo que outro piloto assumiria a coroa. E com maestria, o carismático Hinchcliffe passou de aposta a certeza de que vai dar trabalho na briga pelo título, a exemplo do também simpático Sato, que agora justamente lidera o campeonato com 136 pontos.

Quem completou o pódio foi Marco Andretti, que superou Josef Newgarden nas últimas curvas e assumiu a vice-liderança da Indy, com 123 pontos. Já Helio Castroneves, que chegou a São Paulo como líder, caiu para terceiro (116) após modesto 13º lugar - o melhor brasileiro, porque Tony Kanaan teve pane seca (ficou sem combustível) e Bia Figueiredo sofreu com problema na caixa de câmbio.

 

CORRIDA
Nos anos anteriores, o "S" do samba era a principal preocupação dos pilotos nas largadas, afinal o espaço era curto e as zebras altas. Os três GP's realizados até então no Anhembi iniciaram com confusão naquele setor. Mas ontem foi diferente. Mais largo, permitiu que todos os carros passassem limpamente.

Aos poucos, Tony Kanaan mostrou que tinha bom acerto e não demorou a pular à segunda posição para pouco depois superar Hunter-Reay e se tornar líder. No meio do pelotão, Helio Castroneves tinha dificuldades para fazer ultrapassagens, enquanto Bia Figueiredo tinha bom ritmo. Porém, a brasileira teve problema na caixa de câmbio e abandonou na sexta volta. Pouco depois, Will Power saiu, após princípio de incêndio no carro.

Takuma Sato foi quem passou a chamar atenção. Volta a volta galgava posições, inclusive sobre Tony Kanaan, que após falha na telemetria ficou sem combustível.

Quando a prova se encaminhava para o fim é que ficou desenhado quem seriam os postulantes à vitória. As 20 voltas finais foram de briga entre Takuma Sato, Josef Newgarden e James Hinchcliffe. Arrojado mesmo com um carro que parecia mais desgastado, o japonês tinha dificuldades para segurar Newgarden que, porém, restando três voltas, foi superado por Hinchcliffe. O canadense passou a pressionar Sato e na última curva se aproveitou de escorregada do nipônico para cruzar a linha de chegada em primeiro.

 

Piloto celebra vitória incerta até bandeirada final

James Hinchcliffe demonstrou carisma e simpatia desde que chegou a São Paulo, na quinta-feira. Vencedor da primeira etapa da temporada, em Saint Petesburgo, abandonou as provas seguintes, mas o triunfo na Capital o recolocou na briga pela liderança do campeonato (é o quarto colocado, com 112 pontos). Sorridente, o canadense celebrou a vitória, incerta até a última curva.

"Eu não tinha nenhuma certeza até cruzar a linha de chegada. Estava difícil, até a última curva achei que não fosse conseguir. Ganhar a corrida na curva e volta finais é a melhor sensação que se pode ter, é algo que vou levar para o resto da vida", comemorou.

Com a segunda corrida conquistada na temporada, Hinchcliffe aos poucos não apenas se consolida como um dos fortes concorrentes ao título como constata o bom momento e acerto dos carros da Andretti, e leva de novo um piloto canadense ao topo da Fórmula Indy, o que aconteceu já há algum tempo com Paul Tracy - campeão da temporada 2003 - e Greg Moore - que venceu cinco provas na categoria, mas morreu em acidente em Fontana, em 1999.

"Para mim significa tudo (essa ascensão). Greg Moore era meu herói. Quando comecei a pilotar, minha meta era manter a reputação do Canadá em alta", disse o vencedor, que ainda declarou ter outro ídolo. "Eu era muito jovem quando Ayrton Senna morreu. Aquela é uma das primeiras lembranças que tenho do automobilismo. Está com certeza no meu top 3 de heróis."

Apesar de ter se aproximado da liderança da Indy - está 24 pontos atrás de Sato - o canadense não se ilude. "É muito cedo para pensar no campeonato. Temos muitas corridas pela frente", concluiu Hinchcliffe, que, assim como os demais pilotos da categoria, agora se prepara para a mais tradicional prova do calendário: as 500 Milhas de Indianápolis.

 

Takuma Sato ganha camisa do Corinthians de Bia

A coletiva de imprensa de Takuma Sato e Marco Andretti - segundo e terceiro colocados, respectivamente - se encaminhava para o fim quando a brasileira Bia Figueiredo adentrou à sala de entrevistas e presenteou o japonês com uma camisa do Corinthians autografada, com o número 14 (o de seu carro) e seu nome às costas. O nipônico declarou recentemente que gostaria de conhecer o CT do clube paulista, exaltou a conquista do Mundial de Clubes e declarou que não torce por nenhum time.

"Foi uma pena não ter ido, mas fico feliz que me mandaram esta camiseta. Quando venceu o título (Mundial), foi um grande feito, incrível. O ruim é que perderam nesta semana (para o Boca Juniors, pela Libertadores)", disse Sato, mostrando acompanhar o Timão. "Mas não tenho um time favorito, que eu siga. Gosto apenas de ver a Copa do Mundo e a Olimpíada", completou. Antes de deixar a sala de imprensa, ainda emendou um "Vai, Corinthians", tirando gargalhadas dos repórteres.

Outro que se mostrou simpático e parava a cada solicitação de foto, autógrafo ou entrevista, Takuma Sato não tirou o sorriso e a expressão alegre do rosto nem para falar da ultrapassagem sofrida por Hinchcliffe na última curva, que lhe custou a vitória.

"Foi muito difícil lidar com a aderência dos pneus nas últimas cinco voltas, que foram bem divertidas, no ponto de vista do piloto. É só uma pena ter perdido na última curva da última volta. Defendi a posição até quando pude", disse. "Mas estou muito feliz, porque o pessoal (equipe) fez grande trabalho", completou Sato, que fez previsões para 2014. "No ano passado, fui terceiro, neste fui segundo. Ano que vem espero vir a São Paulo e vencer", concluiu o piloto da AJ Foyt.

 

Brasileiros decepcionam mais uma vez

Não foi desta vez que o público viu um brasileiro subir ao pódio na São Paulo Indy 300. Problemas mecânicos, de estratégia e acidentes tiraram as chances de ao menos um dos três representantes do País chegar entre os ponteiros. Bia Figueiredo sofreu com a quebra da caixa de câmbio logo na sexta volta e abandonou, Tony Kanaan ficou sem combustível, foi guinchado aos boxes, retornou três voltas atrás e completou a prova em 21º. E Helio Castroneves, após se envolver em toques com Scott Dixon e Sebastian Bourdais, completou a prova apenas em 13º.

Após a corrida, sobrou lamentação por parte do trio. "Perdi as marchas. Foi um problema na caixa de câmbio que não dava para consertar. Realmente frustrante terminar na quinta (na verdade, sexta) volta. Estava confiante, bem, mas essas coisas acontecem. O time está ganhando entrosamento, o desempenho no warm-up (ontem pela manhã, no qual foi décima colocada) mostra que temos competitividade", disse Bia Figueiredo.

Já Tony Kanaan, apesar da cara de poucos amigos, não culpou seu estrategista ou qualquer integrante da equipe KV Racing pelo problema de pane seca. "Corrida é um esporte de equipe. O cara da estratégia que já me ajudou em muitas corridas, hoje (ontem) cometeu um erro. É o mesmo cara que das 15 corridas que venci na Indy, estava e participou de 12", destacou. "É difícil porque oportunidades como essas (de vencer, afinal estava entre os líderes quando abandonou) não dá para perder. Mas ninguém me deixou na mão. Nós perdemos todos juntos", disse o baiano que, como consolação, fez a volta mais rápida.

Helio Castroneves, por sua vez, se mostrou triste pelos brasileiros passarem mais um ano em branco. "Estou triste por não colaborar melhor, porque todos nós queríamos dar essa vitória aos fãs. Mas agradeço a todos pela presença e apoio", disse. Sobre a corrida, o piloto da Penske definiu como "guerra". "Me tocaram muito, também tocamos bastante. Mesmo assim, a gente tinha chances. Se não tivesse parado no fim... (para o último pit stop). No fim, pessoal da equipe veio me explicar o motivo da parada. Quando perdemos é junto e quando ganhamos também", explicou.

Agora, o trio segue para Indianápolis, local da famosa prova das 500 Milhas no dia 26, que marca o fim do contrato de Bia Figueiredo com a Dayle Coyne.

 

Público acompanha e curte eufórico eventos pré-Indy

Ao contrário do sábado, o público chegou cedo e logo tomou as arquibancadas do Anhembi. Em busca do melhor lugar, os torcedores cravaram luta ferrenha contra o forte sol que assolou o palco da Fórmula Indy desde o início da manhã. Porém, quando os carros de turismo foram à pista, a temperatura ficou para segundo plano.

Mas os pontos altos foram quando a Família Lima e a cantora Paula Lima interpretaram, respectivamente, os Hinos Nacionais dos Estados Unidos e do Brasil. E assim que a intérprete terminou a última palavra, jatos da Força Aérea Brasileira deram rasantes sobre o Anhembi, para delírio da galera, que depois seria presenteada com grande corrida, repleta de ações e emoções.



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James Hinchcliffe
vence em São Paulo

Canadense ultrapassa Takuma Sato na última curva e
triunfa pela segunda vez na temporada da Fórmula Indy

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

06/05/2013 | 07:00


O reinado de Will Power em São Paulo acabou e a etapa brasileira da Fórmula Indy tem sucessor: James Hinchcliffe. Com bela ultrapassagem sobre Takuma Sato na última curva, o piloto da Andretti faturou a prova e celebrou muito após cruzar a linha de chegada no circuito do Anhembi, sendo inclusive aplaudido pelo japonês, que o segurou nas três últimas voltas, mas não resistiu no fim.

Com o abandono - por problemas mecânicos - do australiano, que até então dominava São Paulo, era certo que outro piloto assumiria a coroa. E com maestria, o carismático Hinchcliffe passou de aposta a certeza de que vai dar trabalho na briga pelo título, a exemplo do também simpático Sato, que agora justamente lidera o campeonato com 136 pontos.

Quem completou o pódio foi Marco Andretti, que superou Josef Newgarden nas últimas curvas e assumiu a vice-liderança da Indy, com 123 pontos. Já Helio Castroneves, que chegou a São Paulo como líder, caiu para terceiro (116) após modesto 13º lugar - o melhor brasileiro, porque Tony Kanaan teve pane seca (ficou sem combustível) e Bia Figueiredo sofreu com problema na caixa de câmbio.

 

CORRIDA
Nos anos anteriores, o "S" do samba era a principal preocupação dos pilotos nas largadas, afinal o espaço era curto e as zebras altas. Os três GP's realizados até então no Anhembi iniciaram com confusão naquele setor. Mas ontem foi diferente. Mais largo, permitiu que todos os carros passassem limpamente.

Aos poucos, Tony Kanaan mostrou que tinha bom acerto e não demorou a pular à segunda posição para pouco depois superar Hunter-Reay e se tornar líder. No meio do pelotão, Helio Castroneves tinha dificuldades para fazer ultrapassagens, enquanto Bia Figueiredo tinha bom ritmo. Porém, a brasileira teve problema na caixa de câmbio e abandonou na sexta volta. Pouco depois, Will Power saiu, após princípio de incêndio no carro.

Takuma Sato foi quem passou a chamar atenção. Volta a volta galgava posições, inclusive sobre Tony Kanaan, que após falha na telemetria ficou sem combustível.

Quando a prova se encaminhava para o fim é que ficou desenhado quem seriam os postulantes à vitória. As 20 voltas finais foram de briga entre Takuma Sato, Josef Newgarden e James Hinchcliffe. Arrojado mesmo com um carro que parecia mais desgastado, o japonês tinha dificuldades para segurar Newgarden que, porém, restando três voltas, foi superado por Hinchcliffe. O canadense passou a pressionar Sato e na última curva se aproveitou de escorregada do nipônico para cruzar a linha de chegada em primeiro.

 

Piloto celebra vitória incerta até bandeirada final

James Hinchcliffe demonstrou carisma e simpatia desde que chegou a São Paulo, na quinta-feira. Vencedor da primeira etapa da temporada, em Saint Petesburgo, abandonou as provas seguintes, mas o triunfo na Capital o recolocou na briga pela liderança do campeonato (é o quarto colocado, com 112 pontos). Sorridente, o canadense celebrou a vitória, incerta até a última curva.

"Eu não tinha nenhuma certeza até cruzar a linha de chegada. Estava difícil, até a última curva achei que não fosse conseguir. Ganhar a corrida na curva e volta finais é a melhor sensação que se pode ter, é algo que vou levar para o resto da vida", comemorou.

Com a segunda corrida conquistada na temporada, Hinchcliffe aos poucos não apenas se consolida como um dos fortes concorrentes ao título como constata o bom momento e acerto dos carros da Andretti, e leva de novo um piloto canadense ao topo da Fórmula Indy, o que aconteceu já há algum tempo com Paul Tracy - campeão da temporada 2003 - e Greg Moore - que venceu cinco provas na categoria, mas morreu em acidente em Fontana, em 1999.

"Para mim significa tudo (essa ascensão). Greg Moore era meu herói. Quando comecei a pilotar, minha meta era manter a reputação do Canadá em alta", disse o vencedor, que ainda declarou ter outro ídolo. "Eu era muito jovem quando Ayrton Senna morreu. Aquela é uma das primeiras lembranças que tenho do automobilismo. Está com certeza no meu top 3 de heróis."

Apesar de ter se aproximado da liderança da Indy - está 24 pontos atrás de Sato - o canadense não se ilude. "É muito cedo para pensar no campeonato. Temos muitas corridas pela frente", concluiu Hinchcliffe, que, assim como os demais pilotos da categoria, agora se prepara para a mais tradicional prova do calendário: as 500 Milhas de Indianápolis.

 

Takuma Sato ganha camisa do Corinthians de Bia

A coletiva de imprensa de Takuma Sato e Marco Andretti - segundo e terceiro colocados, respectivamente - se encaminhava para o fim quando a brasileira Bia Figueiredo adentrou à sala de entrevistas e presenteou o japonês com uma camisa do Corinthians autografada, com o número 14 (o de seu carro) e seu nome às costas. O nipônico declarou recentemente que gostaria de conhecer o CT do clube paulista, exaltou a conquista do Mundial de Clubes e declarou que não torce por nenhum time.

"Foi uma pena não ter ido, mas fico feliz que me mandaram esta camiseta. Quando venceu o título (Mundial), foi um grande feito, incrível. O ruim é que perderam nesta semana (para o Boca Juniors, pela Libertadores)", disse Sato, mostrando acompanhar o Timão. "Mas não tenho um time favorito, que eu siga. Gosto apenas de ver a Copa do Mundo e a Olimpíada", completou. Antes de deixar a sala de imprensa, ainda emendou um "Vai, Corinthians", tirando gargalhadas dos repórteres.

Outro que se mostrou simpático e parava a cada solicitação de foto, autógrafo ou entrevista, Takuma Sato não tirou o sorriso e a expressão alegre do rosto nem para falar da ultrapassagem sofrida por Hinchcliffe na última curva, que lhe custou a vitória.

"Foi muito difícil lidar com a aderência dos pneus nas últimas cinco voltas, que foram bem divertidas, no ponto de vista do piloto. É só uma pena ter perdido na última curva da última volta. Defendi a posição até quando pude", disse. "Mas estou muito feliz, porque o pessoal (equipe) fez grande trabalho", completou Sato, que fez previsões para 2014. "No ano passado, fui terceiro, neste fui segundo. Ano que vem espero vir a São Paulo e vencer", concluiu o piloto da AJ Foyt.

 

Brasileiros decepcionam mais uma vez

Não foi desta vez que o público viu um brasileiro subir ao pódio na São Paulo Indy 300. Problemas mecânicos, de estratégia e acidentes tiraram as chances de ao menos um dos três representantes do País chegar entre os ponteiros. Bia Figueiredo sofreu com a quebra da caixa de câmbio logo na sexta volta e abandonou, Tony Kanaan ficou sem combustível, foi guinchado aos boxes, retornou três voltas atrás e completou a prova em 21º. E Helio Castroneves, após se envolver em toques com Scott Dixon e Sebastian Bourdais, completou a prova apenas em 13º.

Após a corrida, sobrou lamentação por parte do trio. "Perdi as marchas. Foi um problema na caixa de câmbio que não dava para consertar. Realmente frustrante terminar na quinta (na verdade, sexta) volta. Estava confiante, bem, mas essas coisas acontecem. O time está ganhando entrosamento, o desempenho no warm-up (ontem pela manhã, no qual foi décima colocada) mostra que temos competitividade", disse Bia Figueiredo.

Já Tony Kanaan, apesar da cara de poucos amigos, não culpou seu estrategista ou qualquer integrante da equipe KV Racing pelo problema de pane seca. "Corrida é um esporte de equipe. O cara da estratégia que já me ajudou em muitas corridas, hoje (ontem) cometeu um erro. É o mesmo cara que das 15 corridas que venci na Indy, estava e participou de 12", destacou. "É difícil porque oportunidades como essas (de vencer, afinal estava entre os líderes quando abandonou) não dá para perder. Mas ninguém me deixou na mão. Nós perdemos todos juntos", disse o baiano que, como consolação, fez a volta mais rápida.

Helio Castroneves, por sua vez, se mostrou triste pelos brasileiros passarem mais um ano em branco. "Estou triste por não colaborar melhor, porque todos nós queríamos dar essa vitória aos fãs. Mas agradeço a todos pela presença e apoio", disse. Sobre a corrida, o piloto da Penske definiu como "guerra". "Me tocaram muito, também tocamos bastante. Mesmo assim, a gente tinha chances. Se não tivesse parado no fim... (para o último pit stop). No fim, pessoal da equipe veio me explicar o motivo da parada. Quando perdemos é junto e quando ganhamos também", explicou.

Agora, o trio segue para Indianápolis, local da famosa prova das 500 Milhas no dia 26, que marca o fim do contrato de Bia Figueiredo com a Dayle Coyne.

 

Público acompanha e curte eufórico eventos pré-Indy

Ao contrário do sábado, o público chegou cedo e logo tomou as arquibancadas do Anhembi. Em busca do melhor lugar, os torcedores cravaram luta ferrenha contra o forte sol que assolou o palco da Fórmula Indy desde o início da manhã. Porém, quando os carros de turismo foram à pista, a temperatura ficou para segundo plano.

Mas os pontos altos foram quando a Família Lima e a cantora Paula Lima interpretaram, respectivamente, os Hinos Nacionais dos Estados Unidos e do Brasil. E assim que a intérprete terminou a última palavra, jatos da Força Aérea Brasileira deram rasantes sobre o Anhembi, para delírio da galera, que depois seria presenteada com grande corrida, repleta de ações e emoções.

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