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Ouro volta ao topo do ranking dos melhores investimentos


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

09/09/2006 | 19:59


Destino seguro em épocas de instabilidade econômica, investimento em ouro volta a ser boa opção de rentabilidade. O metal valorizou-se 11,92% neste ano (acumulado de janeiro a agosto) na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), e superou com folga os tradicionais fundos de renda fixa e poupança. O ouro só não deu mais retorno que algumas ações – em especial dos setores bancário, de petróleo ou metalurgia.

Junto com o ouro, os fundos FIF e FIF DI apresentaram boa performance no ano. No acumulando até agosto, a valorização dos índices atingiu 10,34% e 10,35%, respectivamente. No mês passado, ambos tiveram evolução de 1,28%, acima do rendimento dos fundos de CDB, de 9,27% em 2006 (1,17% em agosto).

A melhoria dos indicadores macroeconômicos fazem do investimento em dólar uma péssima opção. Só no mês passado a moeda americana se desvalorizou 1,35% frente ao real. No acumulado deste ano, o saldo negativo é de 8,28%. O índice Bovespa, que no ano passado despontou como a melhor aplicação no Brasil, registrou rendimento de 0,68%.

Outras alternativas que mostraram desempenho positivo em agosto foram a poupança (0,78%) e os contratos reajustados pelo IGP-M, índice que avançou 0,37%. Até o mês passado, os piores investimentos no acumulado anual foram o dólar comercial, o paralelo (-7,14%) e o FIF Cambial (-5,28%).

Custódia – Quem optar por investir em ouro terá duas alternativas para guardar o metal: ou esconde em um local seguro, de preferência em cofre, ou envia as barras para custódia de uma instituição financeira, decisão       mais segura.

A custódia é barata. A própria BM&F presta este serviço, assim como o Banco do Brasil, Banco Real, Safra, Sudameris, Citibank, entre outras instituições. O percentual cobrado é de 0,07% ao mês do poupador, equivalente a 30% menos que outros custodiantes no país.


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Ouro volta ao topo do ranking dos melhores investimentos

Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

09/09/2006 | 19:59


Destino seguro em épocas de instabilidade econômica, investimento em ouro volta a ser boa opção de rentabilidade. O metal valorizou-se 11,92% neste ano (acumulado de janeiro a agosto) na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), e superou com folga os tradicionais fundos de renda fixa e poupança. O ouro só não deu mais retorno que algumas ações – em especial dos setores bancário, de petróleo ou metalurgia.

Junto com o ouro, os fundos FIF e FIF DI apresentaram boa performance no ano. No acumulando até agosto, a valorização dos índices atingiu 10,34% e 10,35%, respectivamente. No mês passado, ambos tiveram evolução de 1,28%, acima do rendimento dos fundos de CDB, de 9,27% em 2006 (1,17% em agosto).

A melhoria dos indicadores macroeconômicos fazem do investimento em dólar uma péssima opção. Só no mês passado a moeda americana se desvalorizou 1,35% frente ao real. No acumulado deste ano, o saldo negativo é de 8,28%. O índice Bovespa, que no ano passado despontou como a melhor aplicação no Brasil, registrou rendimento de 0,68%.

Outras alternativas que mostraram desempenho positivo em agosto foram a poupança (0,78%) e os contratos reajustados pelo IGP-M, índice que avançou 0,37%. Até o mês passado, os piores investimentos no acumulado anual foram o dólar comercial, o paralelo (-7,14%) e o FIF Cambial (-5,28%).

Custódia – Quem optar por investir em ouro terá duas alternativas para guardar o metal: ou esconde em um local seguro, de preferência em cofre, ou envia as barras para custódia de uma instituição financeira, decisão       mais segura.

A custódia é barata. A própria BM&F presta este serviço, assim como o Banco do Brasil, Banco Real, Safra, Sudameris, Citibank, entre outras instituições. O percentual cobrado é de 0,07% ao mês do poupador, equivalente a 30% menos que outros custodiantes no país.

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