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Marcha da maconha
tem baixa adesão

Ato em Diadema atraiu apenas 80 pessoas, o que frustrou a
expectativa dos organizadores, que esperavam 1 mil pessoas


Cadu Proieti
Do Diário do Grande ABC

27/05/2012 | 07:00


A marcha da maconha no Grande ABC, que aconteceu ontem, na Praça da Moça, em Diadema, teve baixa adesão de público. O movimento recebeu apenas 80 participantes, aproximadamente, o que frustrou a expectativa dos organizadores, que esperavam 1.000 pessoas. Assim como na Capital, o ato ocorreu de forma pacífica.

Para o grupo Acorda ABC, que programou o manifesto, a tentativa da prefeitura de proibir a marcha foi o principal motivo para o baixo número de adeptos. "Por conta disso, muitas pessoas acharam que o ato não iria acontecer, o que desanimou o povo", disse Bruno Logan, um dos organizadores.

Por volta das 13h, os manifestantes iniciaram a concentração na Praça da Moça. A intenção era iniciar a caminhada às 16h20. Porém, temendo dispersão, o grupo decidiu antecipar a atividade em 20 minutos.

Utilizando cartazes, faixas, bandeiras e um megafone os manifestantes percorreram as avenidas Alda, Santa Maria e São José, além das ruas São Judas Tadeu e Izaurino Lopes da Silva, no Centro. O ato durou aproximadamente uma hora, com a volta dos participantes à praça. Cerca de 100 policiais militares e 44 GCMs (guardas-civis municipais) escoltaram o movimento.

Apesar de contar com poucas pessoas, a manifestação chamou a atenção das pessoas que circulavam pela região central. "Vim olhar porque acho interessante. Se legalizar, seria uma tentativa de acabar com a atividade dos traficantes e as mortes causadas pelo comércio das drogas. É claro que tem de ter bom-senso e ser algo organizado. Tudo tem seu outro lado e eles estão falando das coisas positivas, que nem todo mundo conhece", avaliou a dona de casa Tania Maria Nunes, 55 anos.

Por outro lado, muitos dos espectadores eram contrários à causa defendida. "Sou totalmente contra isso que estão fazendo. Não leva a nada. A maconha pode levar para outras drogas e destruir famílias", opinou Jeilza Batista, 41.

Para os organizadores do protesto, a atividade apresentou resultado positivo, mesmo sem ter conseguido atrair maior número de participantes. "Nosso objetivo foi alcançado. Realizamos a marcha de forma pacífica e conseguimos passar a mensagem que desejávamos. Uns apoiam, outros não. Esse é um movimento mundial e o debate de descriminalização da erva tem de ser estendido para toda a sociedade", afirmou Logan.



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Marcha da maconha
tem baixa adesão

Ato em Diadema atraiu apenas 80 pessoas, o que frustrou a
expectativa dos organizadores, que esperavam 1 mil pessoas

Cadu Proieti
Do Diário do Grande ABC

27/05/2012 | 07:00


A marcha da maconha no Grande ABC, que aconteceu ontem, na Praça da Moça, em Diadema, teve baixa adesão de público. O movimento recebeu apenas 80 participantes, aproximadamente, o que frustrou a expectativa dos organizadores, que esperavam 1.000 pessoas. Assim como na Capital, o ato ocorreu de forma pacífica.

Para o grupo Acorda ABC, que programou o manifesto, a tentativa da prefeitura de proibir a marcha foi o principal motivo para o baixo número de adeptos. "Por conta disso, muitas pessoas acharam que o ato não iria acontecer, o que desanimou o povo", disse Bruno Logan, um dos organizadores.

Por volta das 13h, os manifestantes iniciaram a concentração na Praça da Moça. A intenção era iniciar a caminhada às 16h20. Porém, temendo dispersão, o grupo decidiu antecipar a atividade em 20 minutos.

Utilizando cartazes, faixas, bandeiras e um megafone os manifestantes percorreram as avenidas Alda, Santa Maria e São José, além das ruas São Judas Tadeu e Izaurino Lopes da Silva, no Centro. O ato durou aproximadamente uma hora, com a volta dos participantes à praça. Cerca de 100 policiais militares e 44 GCMs (guardas-civis municipais) escoltaram o movimento.

Apesar de contar com poucas pessoas, a manifestação chamou a atenção das pessoas que circulavam pela região central. "Vim olhar porque acho interessante. Se legalizar, seria uma tentativa de acabar com a atividade dos traficantes e as mortes causadas pelo comércio das drogas. É claro que tem de ter bom-senso e ser algo organizado. Tudo tem seu outro lado e eles estão falando das coisas positivas, que nem todo mundo conhece", avaliou a dona de casa Tania Maria Nunes, 55 anos.

Por outro lado, muitos dos espectadores eram contrários à causa defendida. "Sou totalmente contra isso que estão fazendo. Não leva a nada. A maconha pode levar para outras drogas e destruir famílias", opinou Jeilza Batista, 41.

Para os organizadores do protesto, a atividade apresentou resultado positivo, mesmo sem ter conseguido atrair maior número de participantes. "Nosso objetivo foi alcançado. Realizamos a marcha de forma pacífica e conseguimos passar a mensagem que desejávamos. Uns apoiam, outros não. Esse é um movimento mundial e o debate de descriminalização da erva tem de ser estendido para toda a sociedade", afirmou Logan.

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