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Sem-terra deixam fazenda invadida há três anos no PR



12/04/2006 | 00:04


As cerca de 800 famílias de sem-terra que invadiram em agosto de 2003 a Fazenda Santa Terezinha, em Paranapoema, a 520 quilômetros de Curitiba, no noroeste do Paraná, começaram a deixar o local terça-feira. A Polícia Militar esteve na área para fazer a reintegração de posse. As famílias esperam uma resposta do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), que negocia a compra da fazenda, de 570 hectares.

“Optamos por sair porque o mais importante é preservar as vidas”, justificou o porta-voz dos sem-terra na região, Carlos Cardoso. “O comando policial queria fazer a ofensiva, mas nós temos 400 crianças até 13 anos aqui.” De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, em momento algum houve qualquer tentativa de violência.

Negociação – Na primeira tentativa de conversa pela manhã não houve avanço. Os sem-terra insistiam em permanecer e tentavam contatos políticos e religiosos para influenciar os cerca de 1.500 policiais. “Mas o governo optou pela truculência”, disse Cardoso. “Sentimos que o clima estava ficando tenso e decidimos sair para avaliar a situação.” Os sem-terra obtiveram três dias para desocupar totalmente a fazenda. Eles devem ficar no Assentamento Mãe de Deus, nas proximidades, aguardando uma resposta do Incra.


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Sem-terra deixam fazenda invadida há três anos no PR


12/04/2006 | 00:04


As cerca de 800 famílias de sem-terra que invadiram em agosto de 2003 a Fazenda Santa Terezinha, em Paranapoema, a 520 quilômetros de Curitiba, no noroeste do Paraná, começaram a deixar o local terça-feira. A Polícia Militar esteve na área para fazer a reintegração de posse. As famílias esperam uma resposta do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), que negocia a compra da fazenda, de 570 hectares.

“Optamos por sair porque o mais importante é preservar as vidas”, justificou o porta-voz dos sem-terra na região, Carlos Cardoso. “O comando policial queria fazer a ofensiva, mas nós temos 400 crianças até 13 anos aqui.” De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, em momento algum houve qualquer tentativa de violência.

Negociação – Na primeira tentativa de conversa pela manhã não houve avanço. Os sem-terra insistiam em permanecer e tentavam contatos políticos e religiosos para influenciar os cerca de 1.500 policiais. “Mas o governo optou pela truculência”, disse Cardoso. “Sentimos que o clima estava ficando tenso e decidimos sair para avaliar a situação.” Os sem-terra obtiveram três dias para desocupar totalmente a fazenda. Eles devem ficar no Assentamento Mãe de Deus, nas proximidades, aguardando uma resposta do Incra.

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