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Testemunhos de amor nesta mostra em Diadema

Para tão longo amor... casamento em Diadema. Este é o título da exposição aberta a partir de hoje no Centro de Memória de Diadema


Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

23/06/2010 | 00:00


Para tão longo amor... casamento em Diadema. Este é o título da exposição aberta a partir de hoje no Centro de Memória de Diadema, órgão municipal da Secretaria de Cultura.

Dos baús e álbuns pessoais, casais de várias gerações, ou seus descendentes, dividem momentos bem pessoais com a sociedade local: o dia do seu casamento, ou o dia em que foram ao estúdio fotográfico documentar uma aliança. Mas não só.

"São retratos feitos em estúdios, igrejas e cartórios e neles é possível acompanhar as mudanças dos trajes e adereços usados nas cerimônias e mesmo da maneira como os noivos são fotografados ou posam para as fotografias", explicam os organizadores.

É o caso de José Zillig Filho e Maria Paulina da Silva. Eles se casaram na igreja de Santo Amaro dia 19 de março de 1917. O noivo nasceu na Ilha de Bororé, às margens do Rio Grande. Seu pai foi proprietário do Sítio do Buraco, que originou o bairro de Eldorado.

Junto às fotos de veteranos como os Zillig, aparecem os mais novos, inclusive casamentos feitos no ano passado.

PARA TÃO LONGO AMOR... Exposição do Centro de Memória de Diadema, em colaboração com o Vídeo-Foto Matriz. Abertura: hoje, às 19h. Endereço: Avenida Alda, 255, Centro de Diadema. Informações: 4043-0700.

MUNICÍPIO PAULISTA

Jacupiranga (ou Jacu Vermelho). Instalado como município em 23 de junho de 1928, quando se separa de Iguape.

SANTOS DO DIA

Agripina, Bento Menni, Clotilde (padroeira dos tabeliões), Edeltrudes e José Cafasso.

Na estampa, Santa Agripina, uma virgem venerada na Sicília e na Grécia. Viveu na Itália entre a metade do século 3 e os primeiros anos do século 4. Pela sua religiosidade, foi martirizada em Roma. É invocada contra os maus espíritos, a lepra e trovoadas.

Crônica do Zizá

Primeiro Ford
Texto: Eliziário Firmo de Lima
O primeiro Ford Bigode a circular em Santo André foi o do Sr. Ismael Lobo, tipo do Dr. Luís Lobo Neto (Zico), competente e saudoso advogado do nosso foro, além de vereador e jornalista.

DIÁRIO HÁ 30 ANOS
Domingo, 22 de junho de 1980

Show - Diana Pequeno apresenta-se no Teatro Paulo Machado de Carvalho, em São Caetano.

Literatura - Guido Fidelis, colunista do Diário, lança o livro É um Assalto (Ática).

Caixa de música (Valdir Pires) - Trilogy, o novo álbum de Frank Sinatra.

Arte/crítica (Enock Sacramento) - Begônias e azáleas na obra de Antunes.

Cinema/debate (Heitor Capuzzo) - Denoy de Oliveira (cineasta) amanhã no ciclo de depoimentos.

Crônica 1 (Roterdan Cravo, pseudônimo de Fausto Polesi) - Milagre do papa: transformar os lobos em seres humanos.

Crônica 2 (Guido Fidelis) - O preclaro vereador que se mete a criticar os desmandos do bom prefeito.

EM 23 DE JUNHO DE...

1950 - Uma ponte sobre o Rio Tamanduateí, em Utinga, Santo André, de interligação com a Avenida da Paz, vive sua fase final de conclusão, com 21 metros de comprimento e 8 metros de largura, conforme notícia publicada pelo semanário Folha do Povo.

Trabalhadores
Nascem em 23 de junho:
1880 - Joao Bulchis. Italiano. Sócio nº 348 do Sindicato dos Químicos do ABC. Servente de fabricação da Victorio Dal'Mas. Residência: Rua José de Alencar.
1895 - Fernandes Del Vecchio. Natural de Batatais (SP). Sócio nº 342 do Sindicato dos Químicos do ABC. Encarregado da Rhodia Química. Residência: Rua Dr. Missutti, 257.
1905 - João Barreto. Natural de Campinas. Sócio nº 514 do Sindicato dos Químicos do ABC. Carregador da empresa Adubos F. Hackradt.
1910 - Izidoro Sanches. Natural de São Carlos. Sócio nº 284 do Sindicato dos Químicos do ABC. Metalúrgico da CBC. Residência: Rua Paraguaçu, 26.
1915 - João Batista Scarpinello. Natural de Jundiaí. Sócio nº 580 do Sindicato dos Químicos do ABC. Forneiro da Atlantis. Residência: Rua Campos Salles, Mauá.
1916 - José Menarbini. Natural do Espírito Santo do Pinhal (SP). Sócio nº 184 do Sindicato dos Químicos do ABC. Servente de fabricação da Rhodia Química. Residência: Rua Coronel Oliveira Lima, 434.
1916 - João Maximiano Fonseca. Natural de Ouro Fino (MG). Sócio nº 315 do Sindicato dos Químicos do ABC. Servente de fabricação da Rhodia Química. Residência: Rua Honduras, 5.
Fonte: 1º livro geral de registros dos associados do Sindicato dos Químicos do ABC.
FALECIMENTOS

ORLANDO ZAMBETTI
(Guaranésia, MG, 12-3-1924 - Santo André 25-5-2010)


Barbeiro e poeta. Assim pode ser sintetizada a vida de Orlando Zambetti, que veio para Santo André quando tinha 12 anos de idade. Seu pai, Humberto, ingressou na Rhodia Têxtil e ele aprendeu o ofício de barbeiro. Durante quase 40 anos teve salão na Avenida Dom Pedro II, no bairro Jardim.

Ao completar 85 anos, seus filhos fizeram-lhe uma surpresa: editaram um livro com as crônicas e poemas que Orlando Zambetti escreveu. Uma obra que fala da vida, de personagens, de lugares e cujo volume, com exemplares para os filhos, deixou o Sr. Orlando muito feliz.

A VIDA ENSINA
(Poema de Orlando Zambetti)
"Muito errei por falar, outras vezes errei por calar, muito ganhei em olhar, ganho muito em pensar.

Tem que cair para levantar, para vencer tem que lutar, o pior veneno é odiar, o melhor remédio é amar.

O bruto tem que se lapidar, para crer precisa provar, a injustiça dói e faz chorar, a fé ajuda no caminhar, a vida é eterna, pode esperar!"

"Ele era sossegado, muito honesto, deixou ótimos exemplos", conta a filha Irene.
Orlando Zambetti era filho de Humberto Zambetti e Ernestina Moretti. Casou-se com Maria Conceição Zambetti, que faleceu aos 56 anos. O casal teve três filhos: Irene, Ivan e Itamar. Sr. Orlando partiu aos 86 anos. Está sepultado no Cemitério do Curuçá. Deixa seis netos e quatro bisnetos.



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Testemunhos de amor nesta mostra em Diadema

Para tão longo amor... casamento em Diadema. Este é o título da exposição aberta a partir de hoje no Centro de Memória de Diadema

Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

23/06/2010 | 00:00


Para tão longo amor... casamento em Diadema. Este é o título da exposição aberta a partir de hoje no Centro de Memória de Diadema, órgão municipal da Secretaria de Cultura.

Dos baús e álbuns pessoais, casais de várias gerações, ou seus descendentes, dividem momentos bem pessoais com a sociedade local: o dia do seu casamento, ou o dia em que foram ao estúdio fotográfico documentar uma aliança. Mas não só.

"São retratos feitos em estúdios, igrejas e cartórios e neles é possível acompanhar as mudanças dos trajes e adereços usados nas cerimônias e mesmo da maneira como os noivos são fotografados ou posam para as fotografias", explicam os organizadores.

É o caso de José Zillig Filho e Maria Paulina da Silva. Eles se casaram na igreja de Santo Amaro dia 19 de março de 1917. O noivo nasceu na Ilha de Bororé, às margens do Rio Grande. Seu pai foi proprietário do Sítio do Buraco, que originou o bairro de Eldorado.

Junto às fotos de veteranos como os Zillig, aparecem os mais novos, inclusive casamentos feitos no ano passado.

PARA TÃO LONGO AMOR... Exposição do Centro de Memória de Diadema, em colaboração com o Vídeo-Foto Matriz. Abertura: hoje, às 19h. Endereço: Avenida Alda, 255, Centro de Diadema. Informações: 4043-0700.

MUNICÍPIO PAULISTA

Jacupiranga (ou Jacu Vermelho). Instalado como município em 23 de junho de 1928, quando se separa de Iguape.

SANTOS DO DIA

Agripina, Bento Menni, Clotilde (padroeira dos tabeliões), Edeltrudes e José Cafasso.

Na estampa, Santa Agripina, uma virgem venerada na Sicília e na Grécia. Viveu na Itália entre a metade do século 3 e os primeiros anos do século 4. Pela sua religiosidade, foi martirizada em Roma. É invocada contra os maus espíritos, a lepra e trovoadas.

Crônica do Zizá

Primeiro Ford
Texto: Eliziário Firmo de Lima
O primeiro Ford Bigode a circular em Santo André foi o do Sr. Ismael Lobo, tipo do Dr. Luís Lobo Neto (Zico), competente e saudoso advogado do nosso foro, além de vereador e jornalista.

DIÁRIO HÁ 30 ANOS
Domingo, 22 de junho de 1980

Show - Diana Pequeno apresenta-se no Teatro Paulo Machado de Carvalho, em São Caetano.

Literatura - Guido Fidelis, colunista do Diário, lança o livro É um Assalto (Ática).

Caixa de música (Valdir Pires) - Trilogy, o novo álbum de Frank Sinatra.

Arte/crítica (Enock Sacramento) - Begônias e azáleas na obra de Antunes.

Cinema/debate (Heitor Capuzzo) - Denoy de Oliveira (cineasta) amanhã no ciclo de depoimentos.

Crônica 1 (Roterdan Cravo, pseudônimo de Fausto Polesi) - Milagre do papa: transformar os lobos em seres humanos.

Crônica 2 (Guido Fidelis) - O preclaro vereador que se mete a criticar os desmandos do bom prefeito.

EM 23 DE JUNHO DE...

1950 - Uma ponte sobre o Rio Tamanduateí, em Utinga, Santo André, de interligação com a Avenida da Paz, vive sua fase final de conclusão, com 21 metros de comprimento e 8 metros de largura, conforme notícia publicada pelo semanário Folha do Povo.

Trabalhadores
Nascem em 23 de junho:
1880 - Joao Bulchis. Italiano. Sócio nº 348 do Sindicato dos Químicos do ABC. Servente de fabricação da Victorio Dal'Mas. Residência: Rua José de Alencar.
1895 - Fernandes Del Vecchio. Natural de Batatais (SP). Sócio nº 342 do Sindicato dos Químicos do ABC. Encarregado da Rhodia Química. Residência: Rua Dr. Missutti, 257.
1905 - João Barreto. Natural de Campinas. Sócio nº 514 do Sindicato dos Químicos do ABC. Carregador da empresa Adubos F. Hackradt.
1910 - Izidoro Sanches. Natural de São Carlos. Sócio nº 284 do Sindicato dos Químicos do ABC. Metalúrgico da CBC. Residência: Rua Paraguaçu, 26.
1915 - João Batista Scarpinello. Natural de Jundiaí. Sócio nº 580 do Sindicato dos Químicos do ABC. Forneiro da Atlantis. Residência: Rua Campos Salles, Mauá.
1916 - José Menarbini. Natural do Espírito Santo do Pinhal (SP). Sócio nº 184 do Sindicato dos Químicos do ABC. Servente de fabricação da Rhodia Química. Residência: Rua Coronel Oliveira Lima, 434.
1916 - João Maximiano Fonseca. Natural de Ouro Fino (MG). Sócio nº 315 do Sindicato dos Químicos do ABC. Servente de fabricação da Rhodia Química. Residência: Rua Honduras, 5.
Fonte: 1º livro geral de registros dos associados do Sindicato dos Químicos do ABC.
FALECIMENTOS

ORLANDO ZAMBETTI
(Guaranésia, MG, 12-3-1924 - Santo André 25-5-2010)


Barbeiro e poeta. Assim pode ser sintetizada a vida de Orlando Zambetti, que veio para Santo André quando tinha 12 anos de idade. Seu pai, Humberto, ingressou na Rhodia Têxtil e ele aprendeu o ofício de barbeiro. Durante quase 40 anos teve salão na Avenida Dom Pedro II, no bairro Jardim.

Ao completar 85 anos, seus filhos fizeram-lhe uma surpresa: editaram um livro com as crônicas e poemas que Orlando Zambetti escreveu. Uma obra que fala da vida, de personagens, de lugares e cujo volume, com exemplares para os filhos, deixou o Sr. Orlando muito feliz.

A VIDA ENSINA
(Poema de Orlando Zambetti)
"Muito errei por falar, outras vezes errei por calar, muito ganhei em olhar, ganho muito em pensar.

Tem que cair para levantar, para vencer tem que lutar, o pior veneno é odiar, o melhor remédio é amar.

O bruto tem que se lapidar, para crer precisa provar, a injustiça dói e faz chorar, a fé ajuda no caminhar, a vida é eterna, pode esperar!"

"Ele era sossegado, muito honesto, deixou ótimos exemplos", conta a filha Irene.
Orlando Zambetti era filho de Humberto Zambetti e Ernestina Moretti. Casou-se com Maria Conceição Zambetti, que faleceu aos 56 anos. O casal teve três filhos: Irene, Ivan e Itamar. Sr. Orlando partiu aos 86 anos. Está sepultado no Cemitério do Curuçá. Deixa seis netos e quatro bisnetos.

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