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Rússia exime URSS de culpa do atentado contra João Paulo II


Da AFP

02/03/2006 | 17:16


O SVR (Serviço Russo de Inteligência Externa) considerou "completamente absurdas" as informações procedentes de Roma que atribuem a organização do atentado contra João Paulo II aos militares soviéticos e que mencionam como idealizador o ex-dirigente da União Soviética Leonid Brejnev.

"Todas as declarações sobre uma participação de qualquer tipo dos serviços especiais soviéticos, incluindos os de inteligência externa, no atentado contra o Papa são completamente absurdas e não têm nada a ver com a realidade", declarou o porta-voz do SVR Boris Labusov, citado pela agência Interfax.

Ele reagiu assim às declarações do presidente de uma comissão parlamentar italiana, o senador Paolo Guzzanti, que afirmou que o atentado cometido pelo turco Ali Agca contra o Papa no dia 13 de maio de 1981 foi obra do GRU, o serviços de inteligência do Exército soviético.

O parlamentar considera que o atentado foi "planejado" pelas autoridades militares soviéticas, seguindo instruções do secretário-geral do gabinete político" do Partido Comunista soviético, Leonid Brejnev. Posteriormente foi realizada uma "distribuição de tarefa", acrescentou.



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Rússia exime URSS de culpa do atentado contra João Paulo II

Da AFP

02/03/2006 | 17:16


O SVR (Serviço Russo de Inteligência Externa) considerou "completamente absurdas" as informações procedentes de Roma que atribuem a organização do atentado contra João Paulo II aos militares soviéticos e que mencionam como idealizador o ex-dirigente da União Soviética Leonid Brejnev.

"Todas as declarações sobre uma participação de qualquer tipo dos serviços especiais soviéticos, incluindos os de inteligência externa, no atentado contra o Papa são completamente absurdas e não têm nada a ver com a realidade", declarou o porta-voz do SVR Boris Labusov, citado pela agência Interfax.

Ele reagiu assim às declarações do presidente de uma comissão parlamentar italiana, o senador Paolo Guzzanti, que afirmou que o atentado cometido pelo turco Ali Agca contra o Papa no dia 13 de maio de 1981 foi obra do GRU, o serviços de inteligência do Exército soviético.

O parlamentar considera que o atentado foi "planejado" pelas autoridades militares soviéticas, seguindo instruções do secretário-geral do gabinete político" do Partido Comunista soviético, Leonid Brejnev. Posteriormente foi realizada uma "distribuição de tarefa", acrescentou.

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