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Passarelas de Santo André e Mauá continuam imundas


Tatiane Conceição
Do Diário do Grande ABC

23/06/2010 | 07:05


Cerca de 20 dias após denúncias publicadas pelo Diário, duas passarelas no Grande ABC (uma em Santo André e outra em Mauá) permanecem abandonadas pelo poder público, sendo alvo de pichações, sujeira e vandalismo. Além disso, é impossível passar por estes locais sem sentir um desagradável cheiro de urina, que faz com que muitos evitem a passagem por estes locais.

Em relação à passarela de Mauá que interliga as avenidas Barão de Mauá e Capitão João, no Centro, foi possível verificar ontem que havia colchões e roupas velhas, indicando que o local permanece como abrigo de moradores de rua.

Foram encontradas ainda camisinhas usadas, papelões, fezes, restos de comida, além do cheiro de urina.

No último dia 3, a reportagem viu funcionários da Prefeitura de Mauá que estariam fechando as entradas com placas de ferro, para evitar que pessoas ocupassem a área. No entanto, a promessa não foi cumprida e os acessos continuam abertos.

No caso da passagem de pedestres sobre a Avenida Perimetral (Edson Danilo Dotto), no bairro Ipiranguinha, em Santo André, quem arriscou passar por ali ontem enfrentou uma "corrida de obstáculos": em primeiro lugar enfrentou o forte fedor; depois, teve de ultrapassar uma grande poça d'água, surgida em meio a goteiras que caíam sobre a passarela; por fim, precisava desviar de um morador de rua que seguia dormindo, sem se importar com os semais transeuntes. A área foi alvo em maio de denúncias de que serviria de dormitório e banheiro de moradores de rua, além de ser um suposto ponto de consumo de drogas.

RESPOSTA OFICIAL
A Prefeitura de Santo André informou que a Secretaria de Obras e Serviços Públicos da cidade realiza duas vezes por semana a lavagem da passarela sobre a Avenida Perimetral, inclusive para limpeza das pichações.

A administração municipal informou ainda que a GCM(Guarda Civil Municipal), por meio do programa ROMO (Ronda Operacional com Motociletas), realiza o patrulhamento no local, pelo menos, duas vezes ao dia.

A Prefeitura de Mauá foi procurada para responder às questões, porém não retornou as ligações até o fechamento desta reportagem.



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Passarelas de Santo André e Mauá continuam imundas

Tatiane Conceição
Do Diário do Grande ABC

23/06/2010 | 07:05


Cerca de 20 dias após denúncias publicadas pelo Diário, duas passarelas no Grande ABC (uma em Santo André e outra em Mauá) permanecem abandonadas pelo poder público, sendo alvo de pichações, sujeira e vandalismo. Além disso, é impossível passar por estes locais sem sentir um desagradável cheiro de urina, que faz com que muitos evitem a passagem por estes locais.

Em relação à passarela de Mauá que interliga as avenidas Barão de Mauá e Capitão João, no Centro, foi possível verificar ontem que havia colchões e roupas velhas, indicando que o local permanece como abrigo de moradores de rua.

Foram encontradas ainda camisinhas usadas, papelões, fezes, restos de comida, além do cheiro de urina.

No último dia 3, a reportagem viu funcionários da Prefeitura de Mauá que estariam fechando as entradas com placas de ferro, para evitar que pessoas ocupassem a área. No entanto, a promessa não foi cumprida e os acessos continuam abertos.

No caso da passagem de pedestres sobre a Avenida Perimetral (Edson Danilo Dotto), no bairro Ipiranguinha, em Santo André, quem arriscou passar por ali ontem enfrentou uma "corrida de obstáculos": em primeiro lugar enfrentou o forte fedor; depois, teve de ultrapassar uma grande poça d'água, surgida em meio a goteiras que caíam sobre a passarela; por fim, precisava desviar de um morador de rua que seguia dormindo, sem se importar com os semais transeuntes. A área foi alvo em maio de denúncias de que serviria de dormitório e banheiro de moradores de rua, além de ser um suposto ponto de consumo de drogas.

RESPOSTA OFICIAL
A Prefeitura de Santo André informou que a Secretaria de Obras e Serviços Públicos da cidade realiza duas vezes por semana a lavagem da passarela sobre a Avenida Perimetral, inclusive para limpeza das pichações.

A administração municipal informou ainda que a GCM(Guarda Civil Municipal), por meio do programa ROMO (Ronda Operacional com Motociletas), realiza o patrulhamento no local, pelo menos, duas vezes ao dia.

A Prefeitura de Mauá foi procurada para responder às questões, porém não retornou as ligações até o fechamento desta reportagem.

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