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Fralda e botijão de gás salvam bebê e aposentada de naufrágio



12/04/2006 | 00:02


Um bebê de seis meses e uma aposentada de 72 anos escaparam com vida do naufrágio de um barco no Rio Purus, no Acre, na madrugada de domingo, com a ajuda de uma fralda e de um botijão de gás. A fralda, encharcada, manteve o bebê na superfície até a chegada de socorro e o botijão serviu como bóia para a aposentada Tereza Vasconcelos, que atingiu uma das margens.

A mãe do bebê, Patrícia Magalhães, 20 anos, morreu presa no compartimento de cargas e seu corpo foi o único resgatado até a tarde de terça-feira. A cozinheira de bordo e um homem desconhecido estão desaparecidos, mas pode haver outras vítimas pois não há lista de passageiros. Mergulhadores do Corpo de Bombeiros mantinham as buscas até as 17h de terça-feira (horário de Brasília).

Segundo sobreviventes, o barco com cerca de 40 pessoas e carga partiu do município de Sena Madureira com destino a Manuel Urbano, uma viagem de 24 horas subindo o rio Purus. Cerca de 12 horas depois, na madrugada de domingo, a embarcação naufragou em um redemoinho perto do Seringal Natal.

A aposentada Tereza Vasconcelos, entrevistada por uma equipe da TV Gazeta do Acre, contou que estava dormindo em uma rede quando ouviu gritos de que o barco iria virar. “Em pensamentos, comecei a me despedir de meus filhos”, relatou.

Entre os sobreviventes do acidente estão o ex-prefeito de Manuel Urbano Jorge Almeida e o diretor do Hospital Geral da cidade, Manoel Lima, portador de um carregamento de medicamentos que se perdeu nas águas.

O Rio Purus é o único meio de transporte entre Sena Madureira e Manuel Urbano no período das chuvas. Segundo o assistente administrativo da Prefeitura de Manuel Urbano, Antonio de Carvalho, a rota é explorada por três embarcações que fazem revezamento ao preço de R$ 40 na subida do rio para Manuel Urbano ou R$ 30 no sentido inverso.


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Fralda e botijão de gás salvam bebê e aposentada de naufrágio


12/04/2006 | 00:02


Um bebê de seis meses e uma aposentada de 72 anos escaparam com vida do naufrágio de um barco no Rio Purus, no Acre, na madrugada de domingo, com a ajuda de uma fralda e de um botijão de gás. A fralda, encharcada, manteve o bebê na superfície até a chegada de socorro e o botijão serviu como bóia para a aposentada Tereza Vasconcelos, que atingiu uma das margens.

A mãe do bebê, Patrícia Magalhães, 20 anos, morreu presa no compartimento de cargas e seu corpo foi o único resgatado até a tarde de terça-feira. A cozinheira de bordo e um homem desconhecido estão desaparecidos, mas pode haver outras vítimas pois não há lista de passageiros. Mergulhadores do Corpo de Bombeiros mantinham as buscas até as 17h de terça-feira (horário de Brasília).

Segundo sobreviventes, o barco com cerca de 40 pessoas e carga partiu do município de Sena Madureira com destino a Manuel Urbano, uma viagem de 24 horas subindo o rio Purus. Cerca de 12 horas depois, na madrugada de domingo, a embarcação naufragou em um redemoinho perto do Seringal Natal.

A aposentada Tereza Vasconcelos, entrevistada por uma equipe da TV Gazeta do Acre, contou que estava dormindo em uma rede quando ouviu gritos de que o barco iria virar. “Em pensamentos, comecei a me despedir de meus filhos”, relatou.

Entre os sobreviventes do acidente estão o ex-prefeito de Manuel Urbano Jorge Almeida e o diretor do Hospital Geral da cidade, Manoel Lima, portador de um carregamento de medicamentos que se perdeu nas águas.

O Rio Purus é o único meio de transporte entre Sena Madureira e Manuel Urbano no período das chuvas. Segundo o assistente administrativo da Prefeitura de Manuel Urbano, Antonio de Carvalho, a rota é explorada por três embarcações que fazem revezamento ao preço de R$ 40 na subida do rio para Manuel Urbano ou R$ 30 no sentido inverso.

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