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Benazzi quer o Santo André 'sem medo de ser feliz'


Divanei Guazzelli
Da Redaçao

27/04/2000 | 00:44


   O técnico Vagner Benazzi de Andrade, 45 anos, é um especialista no acesso. Tem em seu currículo o Grupo A-3 paulista, com a Portuguesa Santista em 1994; o Gama, de Brasília, em 1998, para a Série A do Campeonato Brasileiro, incluindo outros dois pelo Uniao Barbarense, mais dois pelo Grêmio Saocarlense e outro com o Taquaritinga. Agora ele está no Santo André, para o qual se apresentou nesta quarta pela manha, e dirigiu um coletivo à tarde, no estádio Bruno Daniel.

Em busca de mais um acesso, Benazzi, que chegou a ter a vinda para o Santo André ameaçada porque o Sao José queria mantê-lo, espera a classificaçao para a terceira fase do A-2 "o mais rápido possível, para se preparar e estudar as outras sete equipes que permanecerao no campeonato". E ele deu o tom do que será o seu trabalho nas próximas rodadas: "Temos de jogar sem medo de ser feliz". Nesta quarta, antes do coletivo, ele falou ao Diário sobre a expectativa de treinar o Santo André. A seguir, os principais trechos

DIARIO - Como avalia o elenco do Santo André para as sete partidas que vao definir a classificaçao?
BENAZZI - É um bom time, nao resta dúvida, mas vai ser preciso se superar nas rodadas que faltam. Os jogadores contundidos precisam voltar, temos de estar sempre atentos à questao do segundo cartao amarelo, pois nao se pode inscrever mais ninguém, e a situaçao ficou difícil porque depois daquela eliminaçao para o Sao José, na primeira fase, o Santo André nao conseguiu se encontrar. Temos, por exemplo, de conquistar pontos fora, o que ainda nao ocorreu. Mas a classificaçao é perfeitamente possível e se chegarmos nela, vamos ter condiçoes de apresentar muito mais.

DIARIO - Já existe um cálculo de sua parte sobre a necessidade de pontos para que o Santo André assegure a vaga?
BENAZZI - A preocupaçao mesmo é a classificaçao, de preferência o mais rápido possível, para se preparar e estudar as outras sete equipes que permanecerao no campeonato. Nao estamos pensando numa colocaçao específica, mas acredito que com mais dez, 12 pontos, teremos uma das vagas. Aí, nesse sistema de eliminatória simples, é importante disputar a segunda partida em casa. Por enquanto, a diferença é o Sao Caetano, com uma base que está junta há uns dois anos. Do América, que é vice-líder com 16 pontos ganhos, para nós, que estamos em décimo lugar, com dez pontos ganhos, a diferença é pequena. Do quarto colocado, o Sao José, para o Santo André sao três pontos.

DIARIO - O Santo André foi eliminado pelo Sao José, o seu ex-clube, justamente no sistema de ida e volta...
BENAZZI - É, e naquele segundo jogo, em Sao José dos Campos, o Santo André merecia vencer por três, quatro gols, o que seria suficiente para lhe assegurar a classificaçao. Naquela partida, ficou clara a importância de seus laterais, que é uma característica que dou muita ênfase nas equipes que oriento. Tanto que no confronto seguinte, há dez dias, marcamos os laterais do Santo André, e ganhamos por 4 a 2. Foram situaçoes bem diferentes do primeiro jogo do ano, aquele que ganhamos de 2 a 1, aqui em Santo André, mas nao dava para ter um parâmetro (a chuva intensa prejudicou a partida).

DIARIO - De todos os acessos conquistados em sua carreira, qual considera o mais importante?
BENAZZI - Foi o de 1998, pelo Uniao Barbarense. Estávamos disputando contra forças tradicionais do futebol paulista, como a Ponte Preta e o América. A cidade vestiu a camisa do Uniao, que soube administrar a campanha. Mas teve também o do Gama, no mesmo ano. Considero a Série B do Campeonato Brasileiro mais difícil que a Série A. A diferença é que, quando um time sobe no Brasileiro, em vários casos, a torcida já começa a pensar nos times que irao à cidade, o Palmeiras, o Corinthians, o Flamengo...



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Benazzi quer o Santo André 'sem medo de ser feliz'

Divanei Guazzelli
Da Redaçao

27/04/2000 | 00:44


   O técnico Vagner Benazzi de Andrade, 45 anos, é um especialista no acesso. Tem em seu currículo o Grupo A-3 paulista, com a Portuguesa Santista em 1994; o Gama, de Brasília, em 1998, para a Série A do Campeonato Brasileiro, incluindo outros dois pelo Uniao Barbarense, mais dois pelo Grêmio Saocarlense e outro com o Taquaritinga. Agora ele está no Santo André, para o qual se apresentou nesta quarta pela manha, e dirigiu um coletivo à tarde, no estádio Bruno Daniel.

Em busca de mais um acesso, Benazzi, que chegou a ter a vinda para o Santo André ameaçada porque o Sao José queria mantê-lo, espera a classificaçao para a terceira fase do A-2 "o mais rápido possível, para se preparar e estudar as outras sete equipes que permanecerao no campeonato". E ele deu o tom do que será o seu trabalho nas próximas rodadas: "Temos de jogar sem medo de ser feliz". Nesta quarta, antes do coletivo, ele falou ao Diário sobre a expectativa de treinar o Santo André. A seguir, os principais trechos

DIARIO - Como avalia o elenco do Santo André para as sete partidas que vao definir a classificaçao?
BENAZZI - É um bom time, nao resta dúvida, mas vai ser preciso se superar nas rodadas que faltam. Os jogadores contundidos precisam voltar, temos de estar sempre atentos à questao do segundo cartao amarelo, pois nao se pode inscrever mais ninguém, e a situaçao ficou difícil porque depois daquela eliminaçao para o Sao José, na primeira fase, o Santo André nao conseguiu se encontrar. Temos, por exemplo, de conquistar pontos fora, o que ainda nao ocorreu. Mas a classificaçao é perfeitamente possível e se chegarmos nela, vamos ter condiçoes de apresentar muito mais.

DIARIO - Já existe um cálculo de sua parte sobre a necessidade de pontos para que o Santo André assegure a vaga?
BENAZZI - A preocupaçao mesmo é a classificaçao, de preferência o mais rápido possível, para se preparar e estudar as outras sete equipes que permanecerao no campeonato. Nao estamos pensando numa colocaçao específica, mas acredito que com mais dez, 12 pontos, teremos uma das vagas. Aí, nesse sistema de eliminatória simples, é importante disputar a segunda partida em casa. Por enquanto, a diferença é o Sao Caetano, com uma base que está junta há uns dois anos. Do América, que é vice-líder com 16 pontos ganhos, para nós, que estamos em décimo lugar, com dez pontos ganhos, a diferença é pequena. Do quarto colocado, o Sao José, para o Santo André sao três pontos.

DIARIO - O Santo André foi eliminado pelo Sao José, o seu ex-clube, justamente no sistema de ida e volta...
BENAZZI - É, e naquele segundo jogo, em Sao José dos Campos, o Santo André merecia vencer por três, quatro gols, o que seria suficiente para lhe assegurar a classificaçao. Naquela partida, ficou clara a importância de seus laterais, que é uma característica que dou muita ênfase nas equipes que oriento. Tanto que no confronto seguinte, há dez dias, marcamos os laterais do Santo André, e ganhamos por 4 a 2. Foram situaçoes bem diferentes do primeiro jogo do ano, aquele que ganhamos de 2 a 1, aqui em Santo André, mas nao dava para ter um parâmetro (a chuva intensa prejudicou a partida).

DIARIO - De todos os acessos conquistados em sua carreira, qual considera o mais importante?
BENAZZI - Foi o de 1998, pelo Uniao Barbarense. Estávamos disputando contra forças tradicionais do futebol paulista, como a Ponte Preta e o América. A cidade vestiu a camisa do Uniao, que soube administrar a campanha. Mas teve também o do Gama, no mesmo ano. Considero a Série B do Campeonato Brasileiro mais difícil que a Série A. A diferença é que, quando um time sobe no Brasileiro, em vários casos, a torcida já começa a pensar nos times que irao à cidade, o Palmeiras, o Corinthians, o Flamengo...

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