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Servidores públicos farão greve contra reforma da Previdência


Do Diário OnLine

14/06/2003 | 18:21


Representantes dos funcionários públicos federais aprovaram neste sábado a realização da primeira greve nacional do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Os servidores públicos vão cruzar os braços a partir do dia 8 de julho, por tempo indeterminado, pela retirada da proposta de reforma da Previdência.

Apesar da decisão, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) se posicionou contra a mobilização, defendendo a negociação dos pontos polêmicos da reforma. Alguns dos representantes da Central foram vaiados ao defenderam o diálogo com o governo.

A maioria da plenária, que reunia cerca de 350 delegados sindicais, vaiou e gritou palavras de ordem contra a reforma da Previdência quando a dirigente da CUT, Denise Motta, e outros integrantes da tendência articulação, do PT, defenderam ajustes em vez da retirada da proposta.

A plenária, promovida pela Confederação Nacional das Entidades dos Servidores Públicos, acontece dias depois de uma manifestação reunir de 30 a 40 mil servidores contra a proposta de reforma da Previdência.



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Servidores públicos farão greve contra reforma da Previdência

Do Diário OnLine

14/06/2003 | 18:21


Representantes dos funcionários públicos federais aprovaram neste sábado a realização da primeira greve nacional do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Os servidores públicos vão cruzar os braços a partir do dia 8 de julho, por tempo indeterminado, pela retirada da proposta de reforma da Previdência.

Apesar da decisão, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) se posicionou contra a mobilização, defendendo a negociação dos pontos polêmicos da reforma. Alguns dos representantes da Central foram vaiados ao defenderam o diálogo com o governo.

A maioria da plenária, que reunia cerca de 350 delegados sindicais, vaiou e gritou palavras de ordem contra a reforma da Previdência quando a dirigente da CUT, Denise Motta, e outros integrantes da tendência articulação, do PT, defenderam ajustes em vez da retirada da proposta.

A plenária, promovida pela Confederação Nacional das Entidades dos Servidores Públicos, acontece dias depois de uma manifestação reunir de 30 a 40 mil servidores contra a proposta de reforma da Previdência.

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