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Policiais do Garra frustram fuga em cadeia de Santo André


Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

09/02/2005 | 13:18


Policiais do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubo e Assalto) frustraram o que seria uma fuga em massa na Cadeia Pública de Santo André na tarde de terça-feira. Presos de uma cela estavam cavando um buraco na parede quando foram descobertos pelos policiais. Foram apreendidos vários pedaços de ferro, um estilete, uma matraca (ferramenta formada por cabos de vassoura na qual é colocada uma broca para fazer furos em paredes) e uma teresa (corda improvisada feita com lençóis e panos entrelaçados).

Por volta das 13h30, policiais que estavam de plantão na cadeia ouviram um barulho que vinha da ala A da cadeia, entre as celas 7 e 8. “Perguntamos aos faxinas (presos que têm contato com o carcereiro) o que estava acontecendo, mas eles não falaram nada”, disse o policial do Garra Wagner Bortolasso.

Como o barulho continuou, uma equipe formada por sete policiais ficou de plantão do lado de fora da cadeia. “Como é feriado, ligamos para o delegado que está de plantão (Mariano Rosa) e para o diretor da cadeia (Itamar Martins da Silva). Eles mandaram reforço e nós invadimos. Fomos direto para a cela 7 e encontramos o buraco”, afirmou Bortolasso.

De acordo com os policiais, os 19 presos que estavam detidos na cela 7 assumiram que estavam cavando um buraco na parede para fugir. “A idéia deles era fugir de madrugada. Como descobrimos o plano antes, evitamos o que poderia ser uma fuga em massa, já que os outros detentos também sabiam o que se passava na cela 7”, disse outro policial que pediu para não ser identificado.

Os detentos da cela 7 foram colocados no pátio da cadeia para serem revistados. Após a revista, os policiais fizeram um pente fino nas outras celas, mas nada encontraram.

A última fuga que aconteceu na Cadeia Pública de Santo André foi em 31 de janeiro de 2004. Na época, 149 detentos fugiram pela porta da frente depois de render um carcereiro. Atualmente, a cadeia conta com 269 presos distribuídos em 18 celas.


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Policiais do Garra frustram fuga em cadeia de Santo André

Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

09/02/2005 | 13:18


Policiais do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubo e Assalto) frustraram o que seria uma fuga em massa na Cadeia Pública de Santo André na tarde de terça-feira. Presos de uma cela estavam cavando um buraco na parede quando foram descobertos pelos policiais. Foram apreendidos vários pedaços de ferro, um estilete, uma matraca (ferramenta formada por cabos de vassoura na qual é colocada uma broca para fazer furos em paredes) e uma teresa (corda improvisada feita com lençóis e panos entrelaçados).

Por volta das 13h30, policiais que estavam de plantão na cadeia ouviram um barulho que vinha da ala A da cadeia, entre as celas 7 e 8. “Perguntamos aos faxinas (presos que têm contato com o carcereiro) o que estava acontecendo, mas eles não falaram nada”, disse o policial do Garra Wagner Bortolasso.

Como o barulho continuou, uma equipe formada por sete policiais ficou de plantão do lado de fora da cadeia. “Como é feriado, ligamos para o delegado que está de plantão (Mariano Rosa) e para o diretor da cadeia (Itamar Martins da Silva). Eles mandaram reforço e nós invadimos. Fomos direto para a cela 7 e encontramos o buraco”, afirmou Bortolasso.

De acordo com os policiais, os 19 presos que estavam detidos na cela 7 assumiram que estavam cavando um buraco na parede para fugir. “A idéia deles era fugir de madrugada. Como descobrimos o plano antes, evitamos o que poderia ser uma fuga em massa, já que os outros detentos também sabiam o que se passava na cela 7”, disse outro policial que pediu para não ser identificado.

Os detentos da cela 7 foram colocados no pátio da cadeia para serem revistados. Após a revista, os policiais fizeram um pente fino nas outras celas, mas nada encontraram.

A última fuga que aconteceu na Cadeia Pública de Santo André foi em 31 de janeiro de 2004. Na época, 149 detentos fugiram pela porta da frente depois de render um carcereiro. Atualmente, a cadeia conta com 269 presos distribuídos em 18 celas.

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