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Brasil ouve vaias, mas começa a Copa América com o pé direito

Marcelo Machado de Melo/Estadão Conteúdo Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Philippe Coutinho marca duas vezes e dá início à vitória sobre Bolívia; arrecadação bate recorde


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

15/06/2019 | 07:00


A primeira impressão deixada pelo Brasil na Copa América é a de time bem organizado, com toque de bola rápido, mas pragmático ao ponto de ter dificuldade para quebrar a marcação. Sem Neymar, cortado após romper ligamento do tornozelo direito no amistoso contra o Catar, faltou quem usasse a habilidade para abrir a Bolívia. Mas a diferença técnica entre as equipes era tanta que, ontem, isso não fez diferença. Com dois gols de Philippe Coutinho e outro de Everton, a Seleção fez a lição de casa e venceu por 3 a 0, no Morumbi.

Antes de a bola rolar, cerimônia simples, com duração de dez minutos, deu boas-vindas às 12 seleções que vão disputar o torneio. Um dos pontos altos foi a música tema do torneio, Vibra Continente, interpretada pelo brasileiro Léo Santana e pela colombiana Karol G. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) esteve no Morumbi, mas não fez discurso.

O Brasil jogou com uniforme diferente, branco, retrô, em homenagem ao centenário da conquista do Sul-Americano de 1919. Teve 71% da posse de bola nos primeiros 45 minutos e paciência para rodar a bola de um lado para o outro na busca do espaço. Faltava a ousadia do drible, a jogada contundente em busca do gol.

Na segunda etapa, em sete minutos a Seleção fez o que não havia conseguido: gols. Coutinho de pênalti, assinalado com ajuda do VAR, e depois de cabeça, abriu a porteira. O terceiro saiu no fim, com Everton.

Por mais que tenha vaiado o empate no intervalo, no fim a torcida gostou e entoou o “olé” até o apito final. Os 46.342 pagantes, aliás, valeram a maior renda da história registrada no Brasil: R$ 22.476.630.

“Queria muito fazer esse gol. Fiquei feliz por poder ajudar a Seleção, ainda mais em casa. Pude corresponder à confiança do Tite”, comentou Everton. “Fazem parte (as vaias). A torcida quer que joguemos bem sempre, por isso a cobrança. Mas estamos focados no nosso objetivo e o importante é começar bem, com a vitória”, acrescentou Coutinho.

O próximo desafio do Brasil será terça-feira, às 21h30, contra a Venezuela, na Arena Fonte Nova, em Salvador.



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Brasil ouve vaias, mas começa a Copa América com o pé direito

Philippe Coutinho marca duas vezes e dá início à vitória sobre Bolívia; arrecadação bate recorde

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

15/06/2019 | 07:00


A primeira impressão deixada pelo Brasil na Copa América é a de time bem organizado, com toque de bola rápido, mas pragmático ao ponto de ter dificuldade para quebrar a marcação. Sem Neymar, cortado após romper ligamento do tornozelo direito no amistoso contra o Catar, faltou quem usasse a habilidade para abrir a Bolívia. Mas a diferença técnica entre as equipes era tanta que, ontem, isso não fez diferença. Com dois gols de Philippe Coutinho e outro de Everton, a Seleção fez a lição de casa e venceu por 3 a 0, no Morumbi.

Antes de a bola rolar, cerimônia simples, com duração de dez minutos, deu boas-vindas às 12 seleções que vão disputar o torneio. Um dos pontos altos foi a música tema do torneio, Vibra Continente, interpretada pelo brasileiro Léo Santana e pela colombiana Karol G. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) esteve no Morumbi, mas não fez discurso.

O Brasil jogou com uniforme diferente, branco, retrô, em homenagem ao centenário da conquista do Sul-Americano de 1919. Teve 71% da posse de bola nos primeiros 45 minutos e paciência para rodar a bola de um lado para o outro na busca do espaço. Faltava a ousadia do drible, a jogada contundente em busca do gol.

Na segunda etapa, em sete minutos a Seleção fez o que não havia conseguido: gols. Coutinho de pênalti, assinalado com ajuda do VAR, e depois de cabeça, abriu a porteira. O terceiro saiu no fim, com Everton.

Por mais que tenha vaiado o empate no intervalo, no fim a torcida gostou e entoou o “olé” até o apito final. Os 46.342 pagantes, aliás, valeram a maior renda da história registrada no Brasil: R$ 22.476.630.

“Queria muito fazer esse gol. Fiquei feliz por poder ajudar a Seleção, ainda mais em casa. Pude corresponder à confiança do Tite”, comentou Everton. “Fazem parte (as vaias). A torcida quer que joguemos bem sempre, por isso a cobrança. Mas estamos focados no nosso objetivo e o importante é começar bem, com a vitória”, acrescentou Coutinho.

O próximo desafio do Brasil será terça-feira, às 21h30, contra a Venezuela, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

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