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Dívida empaca retorno formal de Diadema ao Consórcio

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Apesar de Lauro participar de reuniões, projeto que oficializa volta ainda não chegou ao Legislativo


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

24/05/2019 | 07:00


Negociações judiciais envolvendo o acordo para pagamento da dívida de cerca de R$ 10 milhões que a Prefeitura de Diadema tem com o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC ainda não avançaram na cidade. Por causa disso, o projeto de lei que formalizará o retorno do município ao colegiado sequer chegou à Câmara.

Apesar de o prefeito Lauro Michels (PV) ter voltado a participar das assembleias mensais da entidade regional desde fevereiro, o retorno oficial ainda precisa ser avalizado pelos parlamentares, que também foram responsáveis por autorizar a desfiliação, em 2017. Além do regresso ao Consórcio, o Legislativo diademense aguarda projeto que prevê o parcelamento do débito, que é referente ao calote no rateio mensal.

Líder do governo Lauro na casa, Companheiro Sérgio (Cidadania) confirmou que o texto ainda não foi enviado à apreciação e atribuiu a demora às negociações entre o município e o Consórcio. “Ainda não está nada definido (sobre o retorno e sobre o pagamento da dívida). Quando tudo isso for resolvido é que o projeto chegará à Câmara”, declarou o parlamentar.

Diadema foi o primeiro município a deixar o Consórcio, há dois anos. Depois, também se desfiliaram São Caetano e Rio Grande da Serra. No segundo município, o retorno foi autorizado pela Câmara no início de abril, bem como o parcelamento da dívida de R$ 138 mil, enquanto que o projeto que autoriza a volta da cidade são-caetanense está previsto para ser votado nas primeiras semanas de junho, segundo o presidente da casa, Pio Mielo (MDB).

No caso de Diadema, porém, o débito foi levado à Justiça pelo então presidente do Consórcio, o prefeito Orlando Morando (PSDB), de São Bernardo. A gestão do tucano também encaminhou o caso ao TCE (Tribunal de Contas do Estado).

ACORDO
Ao assumir a presidência do colegiado, o prefeito Paulo Serra (PSDB), de Santo André, iniciou articulação junto aos municípios dissidentes e desenhou espécie de Refis para os devedores. O governo do prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (PSDB), inclusive, parcelou o débito em 200 vezes. 



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Dívida empaca retorno formal de Diadema ao Consórcio

Apesar de Lauro participar de reuniões, projeto que oficializa volta ainda não chegou ao Legislativo

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

24/05/2019 | 07:00


Negociações judiciais envolvendo o acordo para pagamento da dívida de cerca de R$ 10 milhões que a Prefeitura de Diadema tem com o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC ainda não avançaram na cidade. Por causa disso, o projeto de lei que formalizará o retorno do município ao colegiado sequer chegou à Câmara.

Apesar de o prefeito Lauro Michels (PV) ter voltado a participar das assembleias mensais da entidade regional desde fevereiro, o retorno oficial ainda precisa ser avalizado pelos parlamentares, que também foram responsáveis por autorizar a desfiliação, em 2017. Além do regresso ao Consórcio, o Legislativo diademense aguarda projeto que prevê o parcelamento do débito, que é referente ao calote no rateio mensal.

Líder do governo Lauro na casa, Companheiro Sérgio (Cidadania) confirmou que o texto ainda não foi enviado à apreciação e atribuiu a demora às negociações entre o município e o Consórcio. “Ainda não está nada definido (sobre o retorno e sobre o pagamento da dívida). Quando tudo isso for resolvido é que o projeto chegará à Câmara”, declarou o parlamentar.

Diadema foi o primeiro município a deixar o Consórcio, há dois anos. Depois, também se desfiliaram São Caetano e Rio Grande da Serra. No segundo município, o retorno foi autorizado pela Câmara no início de abril, bem como o parcelamento da dívida de R$ 138 mil, enquanto que o projeto que autoriza a volta da cidade são-caetanense está previsto para ser votado nas primeiras semanas de junho, segundo o presidente da casa, Pio Mielo (MDB).

No caso de Diadema, porém, o débito foi levado à Justiça pelo então presidente do Consórcio, o prefeito Orlando Morando (PSDB), de São Bernardo. A gestão do tucano também encaminhou o caso ao TCE (Tribunal de Contas do Estado).

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Ao assumir a presidência do colegiado, o prefeito Paulo Serra (PSDB), de Santo André, iniciou articulação junto aos municípios dissidentes e desenhou espécie de Refis para os devedores. O governo do prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (PSDB), inclusive, parcelou o débito em 200 vezes. 

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