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Steve Jobs

Obrigado, Steve Jobs! Só viveu 56 anos e nos deixou. Dia 9 é o Dia Mundial dos Correios, que data para comemorar?


Dgabc

08/10/2011 | 00:00


Steve Jobs

Obrigado, Steve Jobs! Só viveu 56 anos e nos deixou. Dia 9 é o Dia Mundial dos Correios, que data para comemorar? Dia 11 é o Dia do Deficiente, o que temos para comemorar com as pessoas que têm alguma deficiência? Só nesses dias que se vê o deficiente? Nos outros 364 dias do ano é puro blá, blá, blá. Dia 15 é o Dia do Professor, que deve acrescentar colete à prova de balas e quem sabe ter um segurança particular do seu lado para ensinar o bê-á-bá!

José Eduardo Zago, Mauá

Passivo

Adjetivo dado a nós, brasileiros, passivos pela corrupção, pela má formação educacional, medicina falida, escola sucateada, falta de segurança. A passividade é herdada pela acomodação de acharmos que se estamos bem não interessam os outros. É pensarmos que nossos lares, filhos e vida são intocáveis. Mas quando acordarmos será tarde. Violência, direitos cívicos extorquidos, valores trocados, seremos vítimas de nossa própria passividade. Chega de submissão! Vamos fazer valer nossos direitos, direitos básicos da Constituição. A vocês, governantes, nos devolvam a Saúde, nos deem direito à Educação e preservem nossa Segurança, façam valer seus votos e não sejam passivos da ganância e do poder. Os frutos negativos de tais políticas são colhidos pela passividade civil. Assim, está na hora de pulverizarmos tais atitudes e eliminarmos a corrupção.

Alessandro Carelli, São Caetano

Micro

Está na mãos da presidente Dilma para sanção projeto aprovado no Senado que corrige injustiça histórica contra os microempresários individuais. Por esse projeto, o pequeno e heroico empreendedor não terá mais seus bens penhorados em caso de demandas tributária ou trabalhistas passando a usufruir dos mesmos benefícios que protegem os titulares das empresas limitadas. Incentivados pela grande e cara estrutura da Justiça especializada do trabalho, que cada vez mais necessita do recolhimento das custas dos processos, para alimentar seu voraz apetite, os trabalhadores brasileiros abarrotam os juizados com ações em busca do que não lhes pertence, prejudicando justamente esse pequeno segmento da economia. A falta de sensibilidade social nos tribunais conduz a sentenças que inviabilizam a sobrevivência da empresa, fechando portas e empregos. Esse microempresário individual é tão cidadão quanto os demais trabalhadores, e como tal deve ser tratado nas audiências.

Sérgio Villaça, Recife (PE)

Comissão

Quero parabenizar os trabalhadores da Ford. A conquista da comissão de fábrica foi sem dúvida grande avanço no organização e nas vitórias dos funcionários. Em 1980, a Volks tentou de todas as formas implantar a sua comissão de fábrica. Eu e muitos companheiros lutamos contra. Quando feita a divisão por área, a ferramentaria estava situada junto ao setor de limpeza e se não indicasse ninguém quem iria representá-los seriam os faxineiros. Esse posicionamento fez com que a maioria optasse por indicar os representantes ferramenteiros. Sem dúvida, ato esperto, pois muitos não entenderiam o propósito.

Vilmo Oliver Franchi, São Bernardo

Controles

Este governo do PT, com seus quase 40 ministérios e com tanto para fazer, por incompetência ou inapetência para trabalhar, fica preocupado com a mídia e programas de TV em geral. A petista Iriny Lopes, titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres, proíbe Gisele Bündchen no comercial e agora quer interferir na novela da Globo Fina Estampa! O Conar tem mais o que fazer. Pois é, e eles do PT ainda não conseguiram o famigerado ‘controle social da mídia', já imaginaram se conseguissem? Cruz-credo!

Tania Tavares, Capital

Artigo

A volta do antigo protecionismo fiscal

O aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados para os carros importados, colocado em vigor dia 16 pelo governo brasileiro, é faca de dois gumes. Se, por um lado, tende a proteger as indústrias aqui instaladas, livrando-as da concorrência do fabricante estrangeiro, também cria arestas para o automóvel brasileiro nos mercados internacionais. Soa, inclusive, como barreira fiscal que, sem qualquer dúvida, deverá ser questionada na Organização Mundial do Comércio. O livre mercado, restabelecido no início dos anos 1990, parece ter dado passos para trás, num movimento que poderá manchar a imagem internacional do País.

Toda vez que, incompetentemente, tenta regular o consumo através do aumento de impostos ou da criação de salvaguardas, o governo deixa de enfrentar o cerne da questão. Pesquisas recentes vêm demonstrando que o veículo produzido no Brasil é muito caro. Seu preço chega a ser o dobro do praticado para a mesma marca e modelo no México, Estados Unidos e em outras partes do mundo. Os mesmos levantamentos também desmistificam a crença de que o motivo do alto preço do carro brasileiro é exclusivamente a alta carga tributária. Além dos impostos também há a lucratividade excessiva proporcionada pelo mercado que, movido a crédito, paga os altos preços estabelecidos pelas montadoras e seus agregados.

O setor só não contava com a chegada dos veículos chineses, coreanos e outros que atravessam o mar e aqui desembarcam com preços inferiores aos produzidos localmente. E, para enfrentá-los, em vez de enxugar gorduras e lucros elevados da cadeia produtiva, aumenta-se o imposto dos importados. A medida pode até atender aos fabricantes nacionais, mas não é solução para o problema e, muito menos, para o consumidor brasileiro. Não há garantias de que o fabricante estrangeiro que hoje coloca seu produto aqui a preço inferior ao nacional possa fazer o mesmo no dia em que transferir tecnologia e nacionalizar sua produção. A partir de então, ele estará sujeito à grande carga tributária que pesa sobre todo o parque produtivo nacional e também será refém dos esquemas de lucratividade estabelecidos para a indústria automobilística, e o seu veículo brasileiro sairá caro e sem competitividade para a pauta internacional. Pode até afugentar o investimento de capitais internacionais por falta de segurança jurídica e de regularidade nas regras do jogo. Um retrocesso...


Dirceu Cardoso Gonçalves é tenente e dirigente da Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo.



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Obrigado, Steve Jobs! Só viveu 56 anos e nos deixou. Dia 9 é o Dia Mundial dos Correios, que data para comemorar?

Dgabc

08/10/2011 | 00:00


Steve Jobs

Obrigado, Steve Jobs! Só viveu 56 anos e nos deixou. Dia 9 é o Dia Mundial dos Correios, que data para comemorar? Dia 11 é o Dia do Deficiente, o que temos para comemorar com as pessoas que têm alguma deficiência? Só nesses dias que se vê o deficiente? Nos outros 364 dias do ano é puro blá, blá, blá. Dia 15 é o Dia do Professor, que deve acrescentar colete à prova de balas e quem sabe ter um segurança particular do seu lado para ensinar o bê-á-bá!

José Eduardo Zago, Mauá

Passivo

Adjetivo dado a nós, brasileiros, passivos pela corrupção, pela má formação educacional, medicina falida, escola sucateada, falta de segurança. A passividade é herdada pela acomodação de acharmos que se estamos bem não interessam os outros. É pensarmos que nossos lares, filhos e vida são intocáveis. Mas quando acordarmos será tarde. Violência, direitos cívicos extorquidos, valores trocados, seremos vítimas de nossa própria passividade. Chega de submissão! Vamos fazer valer nossos direitos, direitos básicos da Constituição. A vocês, governantes, nos devolvam a Saúde, nos deem direito à Educação e preservem nossa Segurança, façam valer seus votos e não sejam passivos da ganância e do poder. Os frutos negativos de tais políticas são colhidos pela passividade civil. Assim, está na hora de pulverizarmos tais atitudes e eliminarmos a corrupção.

Alessandro Carelli, São Caetano

Micro

Está na mãos da presidente Dilma para sanção projeto aprovado no Senado que corrige injustiça histórica contra os microempresários individuais. Por esse projeto, o pequeno e heroico empreendedor não terá mais seus bens penhorados em caso de demandas tributária ou trabalhistas passando a usufruir dos mesmos benefícios que protegem os titulares das empresas limitadas. Incentivados pela grande e cara estrutura da Justiça especializada do trabalho, que cada vez mais necessita do recolhimento das custas dos processos, para alimentar seu voraz apetite, os trabalhadores brasileiros abarrotam os juizados com ações em busca do que não lhes pertence, prejudicando justamente esse pequeno segmento da economia. A falta de sensibilidade social nos tribunais conduz a sentenças que inviabilizam a sobrevivência da empresa, fechando portas e empregos. Esse microempresário individual é tão cidadão quanto os demais trabalhadores, e como tal deve ser tratado nas audiências.

Sérgio Villaça, Recife (PE)

Comissão

Quero parabenizar os trabalhadores da Ford. A conquista da comissão de fábrica foi sem dúvida grande avanço no organização e nas vitórias dos funcionários. Em 1980, a Volks tentou de todas as formas implantar a sua comissão de fábrica. Eu e muitos companheiros lutamos contra. Quando feita a divisão por área, a ferramentaria estava situada junto ao setor de limpeza e se não indicasse ninguém quem iria representá-los seriam os faxineiros. Esse posicionamento fez com que a maioria optasse por indicar os representantes ferramenteiros. Sem dúvida, ato esperto, pois muitos não entenderiam o propósito.

Vilmo Oliver Franchi, São Bernardo

Controles

Este governo do PT, com seus quase 40 ministérios e com tanto para fazer, por incompetência ou inapetência para trabalhar, fica preocupado com a mídia e programas de TV em geral. A petista Iriny Lopes, titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres, proíbe Gisele Bündchen no comercial e agora quer interferir na novela da Globo Fina Estampa! O Conar tem mais o que fazer. Pois é, e eles do PT ainda não conseguiram o famigerado ‘controle social da mídia', já imaginaram se conseguissem? Cruz-credo!

Tania Tavares, Capital

Artigo

A volta do antigo protecionismo fiscal

O aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados para os carros importados, colocado em vigor dia 16 pelo governo brasileiro, é faca de dois gumes. Se, por um lado, tende a proteger as indústrias aqui instaladas, livrando-as da concorrência do fabricante estrangeiro, também cria arestas para o automóvel brasileiro nos mercados internacionais. Soa, inclusive, como barreira fiscal que, sem qualquer dúvida, deverá ser questionada na Organização Mundial do Comércio. O livre mercado, restabelecido no início dos anos 1990, parece ter dado passos para trás, num movimento que poderá manchar a imagem internacional do País.

Toda vez que, incompetentemente, tenta regular o consumo através do aumento de impostos ou da criação de salvaguardas, o governo deixa de enfrentar o cerne da questão. Pesquisas recentes vêm demonstrando que o veículo produzido no Brasil é muito caro. Seu preço chega a ser o dobro do praticado para a mesma marca e modelo no México, Estados Unidos e em outras partes do mundo. Os mesmos levantamentos também desmistificam a crença de que o motivo do alto preço do carro brasileiro é exclusivamente a alta carga tributária. Além dos impostos também há a lucratividade excessiva proporcionada pelo mercado que, movido a crédito, paga os altos preços estabelecidos pelas montadoras e seus agregados.

O setor só não contava com a chegada dos veículos chineses, coreanos e outros que atravessam o mar e aqui desembarcam com preços inferiores aos produzidos localmente. E, para enfrentá-los, em vez de enxugar gorduras e lucros elevados da cadeia produtiva, aumenta-se o imposto dos importados. A medida pode até atender aos fabricantes nacionais, mas não é solução para o problema e, muito menos, para o consumidor brasileiro. Não há garantias de que o fabricante estrangeiro que hoje coloca seu produto aqui a preço inferior ao nacional possa fazer o mesmo no dia em que transferir tecnologia e nacionalizar sua produção. A partir de então, ele estará sujeito à grande carga tributária que pesa sobre todo o parque produtivo nacional e também será refém dos esquemas de lucratividade estabelecidos para a indústria automobilística, e o seu veículo brasileiro sairá caro e sem competitividade para a pauta internacional. Pode até afugentar o investimento de capitais internacionais por falta de segurança jurídica e de regularidade nas regras do jogo. Um retrocesso...


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