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Protestos marcam treinamento da marinha dos EUA em Porto Rico


Do Diário do Grande ABC

27/06/2000 | 10:20


A marinha norte-americana ia continuar bombardeando nesta terça-feira a ilha porto-riquenha de Vieques, ao mesmo tempo em que manifestantes ameaçavam entrar ilegalmente na zona de tiro para interromper as manobras militares.

O porta-avioes USS George Washington e outros quatro navios reiniciaram no último domingo os bombardeios de Vieques com bombas mar-terra após uma interrupçao de mais de um ano, em conseqüência da morte de um guarda civil, atingido acidentalmente por uma bomba lançada de um aviao sobre um posto de observaçao.

Os navios lançaram entre 500 e mil bombas, todas inertes, como estabelece o controvertido acordo entre a marinha e o governo de Porto Rico.

O influente bispo Alvaro Corrada del Río, da cidade de Caguas, pediu ao governador de Porto Rico que investigue se a marinha americana nao está utilizando bombas reais.

O bispo, que prega uma desobediência civil para expulsar a marinha dos EUA de Vieques, afirmou que as explosoes eram fortes demais para bombas inertes.



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Protestos marcam treinamento da marinha dos EUA em Porto Rico

Do Diário do Grande ABC

27/06/2000 | 10:20


A marinha norte-americana ia continuar bombardeando nesta terça-feira a ilha porto-riquenha de Vieques, ao mesmo tempo em que manifestantes ameaçavam entrar ilegalmente na zona de tiro para interromper as manobras militares.

O porta-avioes USS George Washington e outros quatro navios reiniciaram no último domingo os bombardeios de Vieques com bombas mar-terra após uma interrupçao de mais de um ano, em conseqüência da morte de um guarda civil, atingido acidentalmente por uma bomba lançada de um aviao sobre um posto de observaçao.

Os navios lançaram entre 500 e mil bombas, todas inertes, como estabelece o controvertido acordo entre a marinha e o governo de Porto Rico.

O influente bispo Alvaro Corrada del Río, da cidade de Caguas, pediu ao governador de Porto Rico que investigue se a marinha americana nao está utilizando bombas reais.

O bispo, que prega uma desobediência civil para expulsar a marinha dos EUA de Vieques, afirmou que as explosoes eram fortes demais para bombas inertes.

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