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Reforma fiscal pode gerar crise no governo de Israel


Do Diário do Grande ABC

04/05/2000 | 11:55


O primeiro-ministro de Israel, Ehud Barak, expôs nesta quinta-feira sua frágil coalizao governamental a novas tensoes, ao apoiar um projeto de reforma fiscal que pretende situar o país no nível das naçoes desenvolvidas.

O projeto prevê, principalmente, um imposto inédito sobre os rendimentos na Bolsa.

Barak pôs em jogo sua autoridade ao se dizer "convencido" de que a reforma será aprovada por seu gabinete e pelo Knesset (Parlamento), para que entre em vigor em primeiro de janeiro de 2001.

Confiante, o ministro das Finanças, Avraham Shohat, assegurou que a reforma "tem como objetivo modernizar o sistema fiscal e torná-lo semelhante ao dos países desenvolvidos (...) Isso permitirá mudar nossas prioridades, em favor de educaçao, qualidade de vida e serviços sociais".

O projeto, elaborado por um comitê "ad hoc" de 11 especialistas chefiado pelo diretor-geral do Ministério das Finanças, Avi Ben Bassat, procura ajudar a classe média, que é mais atingida pela carga fiscal. Os mais ricos terao sua carga tributária aumentada.

Ben Bassat afirmou que seu projeto tem três objetivos: "uma tributaçao mais eqüitativa, o aumento do desenvolvimento e a melhor inserçao de Israel na economia mundial".

A classe política se mostrou cautelosa. O líder do partido Hadash (comunista, três cadeiras) afirmou que "80% dos assalariados nao serao beneficiados pela reforma e acabarao perdendo suas vantagens fiscais".

O líder do Partido do Povo (duas cadeiras), Amir Peretz, assinalou que convocará uma greve geral "se o Tesouro mexer nos fundos de reciclagem profissional".



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Reforma fiscal pode gerar crise no governo de Israel

Do Diário do Grande ABC

04/05/2000 | 11:55


O primeiro-ministro de Israel, Ehud Barak, expôs nesta quinta-feira sua frágil coalizao governamental a novas tensoes, ao apoiar um projeto de reforma fiscal que pretende situar o país no nível das naçoes desenvolvidas.

O projeto prevê, principalmente, um imposto inédito sobre os rendimentos na Bolsa.

Barak pôs em jogo sua autoridade ao se dizer "convencido" de que a reforma será aprovada por seu gabinete e pelo Knesset (Parlamento), para que entre em vigor em primeiro de janeiro de 2001.

Confiante, o ministro das Finanças, Avraham Shohat, assegurou que a reforma "tem como objetivo modernizar o sistema fiscal e torná-lo semelhante ao dos países desenvolvidos (...) Isso permitirá mudar nossas prioridades, em favor de educaçao, qualidade de vida e serviços sociais".

O projeto, elaborado por um comitê "ad hoc" de 11 especialistas chefiado pelo diretor-geral do Ministério das Finanças, Avi Ben Bassat, procura ajudar a classe média, que é mais atingida pela carga fiscal. Os mais ricos terao sua carga tributária aumentada.

Ben Bassat afirmou que seu projeto tem três objetivos: "uma tributaçao mais eqüitativa, o aumento do desenvolvimento e a melhor inserçao de Israel na economia mundial".

A classe política se mostrou cautelosa. O líder do partido Hadash (comunista, três cadeiras) afirmou que "80% dos assalariados nao serao beneficiados pela reforma e acabarao perdendo suas vantagens fiscais".

O líder do Partido do Povo (duas cadeiras), Amir Peretz, assinalou que convocará uma greve geral "se o Tesouro mexer nos fundos de reciclagem profissional".

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