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PSDB, MDB e PSB terão poucos nomes a deputado

Celso Luiz 20/4/18 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Apesar de projetos próprios ao governo do Estado, siglas devem ceder espaço a aliados na região


Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

27/05/2018 | 07:00


Ex-prefeito da Capital João Doria (PSDB), o empresário Paulo Skaf (MDB) e o governador Márcio França (PSB) devem ser candidatos ao Palácio dos Bandeirantes neste ano, mas, apesar disso, suas siglas apresentam poucas candidaturas no Grande ABC. O suporte deverá ser dado por legenda aliadas a esses projetos.

No campo tucano estão colocados apenas os projetos do vereador Professor Minhoca, em Santo André, e, em São Bernardo, o partido pode lançar o presidente da Câmara, Pery Cartola, o parlamentar Alex Mognon ou a primeira-dama Carla Morando. No pleito de 2014, o prefeito Orlando Morando (PSDB) foi eleito deputado estadual dentro de um projeto regional da sigla.

O PSB, por sua vez, deve ter as candidaturas do ex-vereador Admir Ferro, em São Bernardo, e do presidente da Câmara de Diadema, Marcos Michels, que não terá o apoio do prefeito Lauro Michels (PV). Os socialistas tendem a lançar, em Santo André, o ex-vereador Carlos Raposo e a empresária Cirlene Rabecchini.

Como base de comparação, nas eleições de 2014, o PSB teve as candidaturas do ex-prefeito Aidan Ravin, hoje no Podemos, e do atual chefe do Legislativo andreense, Almir Cicote, que rumou ao Avante.

O MDB deve ter candidatura regional de Dayane Franco, filha do ex-prefeito Cido Franco, de Rio Grande da Serra. Nas eleições de quatro anos atrás, o único postulante da legenda foi o ex-diretor administrativo da Câmara de São Caetano Nilson Bonome, hoje filiado ao PRB. Ele obteve 15.861 votos na ocasião.

Dado curioso é que os partidos aliados das três siglas apresentam um número maior de possíveis candidaturas a deputado. O PSD, que já acertou apoio a João Doria, trouxe para suas fileiras o ex-secretário executivo do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC Fabio Palacio, o vice-prefeito de São Bernardo, Marcelo Lima e o ex-prefeiturável de Santo André Ailton Lima.

O Avante, que aderiu ao projeto do governador Márcio França, terá na região a candidatura de Cicote e, talvez, a do vereador mauaense Chiquinho do Zaíra.

Já o PRP, também no arco de alianças do atual chefe do Executivo paulista, contaria com uma candidatura do presidente da Câmara de Mauá, Admir Jacomussi. No entanto, os desdobramentos da Operação Prato Feito, que resultaram na prisão do filho, o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), devem adiar os planos.

ANÁLISE
Para o cientista político do Mackenzie Rodrigo Prando, as articulações das candidaturas majoritárias para a Presidência ainda podem alterar o cenário estadual.

Na visão dele, o projeto de Paulo Skaf depende de costuras em plano nacional. “Skaf tem desejo grande de ser governador e isso vai depender do palanque, construído nacionalmente pelo MDB e pelo presidente Michel Temer. Há comentários sobre o Henrique Meirelles (ex-ministro da Fazenda), que poderia ser vice numa chapa com o Alckmin. Se isso ocorrer, o Skaf poderia retirar a candidatura para apoiar o Doria, por exemplo.” 



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PSDB, MDB e PSB terão poucos nomes a deputado

Apesar de projetos próprios ao governo do Estado, siglas devem ceder espaço a aliados na região

Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

27/05/2018 | 07:00


Ex-prefeito da Capital João Doria (PSDB), o empresário Paulo Skaf (MDB) e o governador Márcio França (PSB) devem ser candidatos ao Palácio dos Bandeirantes neste ano, mas, apesar disso, suas siglas apresentam poucas candidaturas no Grande ABC. O suporte deverá ser dado por legenda aliadas a esses projetos.

No campo tucano estão colocados apenas os projetos do vereador Professor Minhoca, em Santo André, e, em São Bernardo, o partido pode lançar o presidente da Câmara, Pery Cartola, o parlamentar Alex Mognon ou a primeira-dama Carla Morando. No pleito de 2014, o prefeito Orlando Morando (PSDB) foi eleito deputado estadual dentro de um projeto regional da sigla.

O PSB, por sua vez, deve ter as candidaturas do ex-vereador Admir Ferro, em São Bernardo, e do presidente da Câmara de Diadema, Marcos Michels, que não terá o apoio do prefeito Lauro Michels (PV). Os socialistas tendem a lançar, em Santo André, o ex-vereador Carlos Raposo e a empresária Cirlene Rabecchini.

Como base de comparação, nas eleições de 2014, o PSB teve as candidaturas do ex-prefeito Aidan Ravin, hoje no Podemos, e do atual chefe do Legislativo andreense, Almir Cicote, que rumou ao Avante.

O MDB deve ter candidatura regional de Dayane Franco, filha do ex-prefeito Cido Franco, de Rio Grande da Serra. Nas eleições de quatro anos atrás, o único postulante da legenda foi o ex-diretor administrativo da Câmara de São Caetano Nilson Bonome, hoje filiado ao PRB. Ele obteve 15.861 votos na ocasião.

Dado curioso é que os partidos aliados das três siglas apresentam um número maior de possíveis candidaturas a deputado. O PSD, que já acertou apoio a João Doria, trouxe para suas fileiras o ex-secretário executivo do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC Fabio Palacio, o vice-prefeito de São Bernardo, Marcelo Lima e o ex-prefeiturável de Santo André Ailton Lima.

O Avante, que aderiu ao projeto do governador Márcio França, terá na região a candidatura de Cicote e, talvez, a do vereador mauaense Chiquinho do Zaíra.

Já o PRP, também no arco de alianças do atual chefe do Executivo paulista, contaria com uma candidatura do presidente da Câmara de Mauá, Admir Jacomussi. No entanto, os desdobramentos da Operação Prato Feito, que resultaram na prisão do filho, o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), devem adiar os planos.

ANÁLISE
Para o cientista político do Mackenzie Rodrigo Prando, as articulações das candidaturas majoritárias para a Presidência ainda podem alterar o cenário estadual.

Na visão dele, o projeto de Paulo Skaf depende de costuras em plano nacional. “Skaf tem desejo grande de ser governador e isso vai depender do palanque, construído nacionalmente pelo MDB e pelo presidente Michel Temer. Há comentários sobre o Henrique Meirelles (ex-ministro da Fazenda), que poderia ser vice numa chapa com o Alckmin. Se isso ocorrer, o Skaf poderia retirar a candidatura para apoiar o Doria, por exemplo.” 

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