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Presidente não obtém apoio de Blair para Doha



13/02/2006 | 07:48


O presidente Lula defendeu domingo que as decisões na OMC (Organização Mundial do Comércio) deixem de se dar por consenso entre os seus 148 membros, mas pelo resultado de votações por maioria. Essa proposta foi apresentada ao final da Cúpula da Governança Progressista, ao lado dos chefes de Estado da África do Sul, da Grã Bretanha, da Suécia, da Etiópia e da Nova Zelândia. O gesto, entretanto, não foi suficiente para camuflar seu fracasso em obter o apoio do primeiro-ministro britânico, Tony Blair, à realização de uma reunião de “líderes mundiais” para destravar as negociações da Rodada Doha.

No início da manhã, Lula e Blair haviam tratado do assunto pela terceira vez em pouco mais de dois meses. A rigor, a busca do apoio do líder britânico foi a principal razão que o trouxe ao encontro de Pretória, depois de visitar três outros países africanos. A idéia de Lula seria reunir os chefes de Estado do G-8 – as maiores economias do mundo mais a Rússia – e do G-20 - a frente de países em desenvolvimento que exige a abertura de mercados para agricultura, o fim de subsídios à exportação do setor e a redução substancial das subvenções aos agropecuaristas. Em princípio, o encontro teria de se dar em março.

Nos 20 minutos em que conversaram, Blair mostrou-se engajado à idéia da cúpula, na qual se tentaria construir as linhas gerais do acordo final da Rodada, conforme relatou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Porém, destacou que pretende antes ter maior clareza sobre o êxito dessa iniciativa – em uma indicação de que não se apresentará como co-responsável por um evento com risco de quorum inexpressivo.



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Presidente não obtém apoio de Blair para Doha


13/02/2006 | 07:48


O presidente Lula defendeu domingo que as decisões na OMC (Organização Mundial do Comércio) deixem de se dar por consenso entre os seus 148 membros, mas pelo resultado de votações por maioria. Essa proposta foi apresentada ao final da Cúpula da Governança Progressista, ao lado dos chefes de Estado da África do Sul, da Grã Bretanha, da Suécia, da Etiópia e da Nova Zelândia. O gesto, entretanto, não foi suficiente para camuflar seu fracasso em obter o apoio do primeiro-ministro britânico, Tony Blair, à realização de uma reunião de “líderes mundiais” para destravar as negociações da Rodada Doha.

No início da manhã, Lula e Blair haviam tratado do assunto pela terceira vez em pouco mais de dois meses. A rigor, a busca do apoio do líder britânico foi a principal razão que o trouxe ao encontro de Pretória, depois de visitar três outros países africanos. A idéia de Lula seria reunir os chefes de Estado do G-8 – as maiores economias do mundo mais a Rússia – e do G-20 - a frente de países em desenvolvimento que exige a abertura de mercados para agricultura, o fim de subsídios à exportação do setor e a redução substancial das subvenções aos agropecuaristas. Em princípio, o encontro teria de se dar em março.

Nos 20 minutos em que conversaram, Blair mostrou-se engajado à idéia da cúpula, na qual se tentaria construir as linhas gerais do acordo final da Rodada, conforme relatou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Porém, destacou que pretende antes ter maior clareza sobre o êxito dessa iniciativa – em uma indicação de que não se apresentará como co-responsável por um evento com risco de quorum inexpressivo.

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