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Chineses faturam com cachorros usados para fins culinários


Das Agências

26/02/2001 | 12:19


A criação de cachorros São Bernardo é uma atividade próspera na China, onde esta raça é muito apreciada por suas virtudes culinárias.

No entanto, ao contrário das afirmações de algumas associações ocidentais de defesa dos animais, os chineses praticamente não consomem a carne de verdadeiros São Bernardos e sim apenas das raças locais, resultantes do cruzamento com os São Bernardos legítimos.

"Um São Bernardo de raça é muito caro e serve apenas para a reprodução", comenta Shou Weiping, diretor da firma Xianglong, especializada na criação de cães. Seu estabelecimento possui cerca de 200 cachorros, em sua maioria criados em pequenas jaulas e com condições de higiene lamentáveis. "Quando se tem entre 600 e mil cães é que o negócio começa a ser verdadeiramente rentável", explica Shou.

Segundo Dong Dehui, do Instituto de Pesquisa sobre Carne Canina de Shenyang, a carne de cachorro continua sendo muito apreciada no Nordeste do país e também no Sul. "O cachorro tem um grande valor nutritivo, sua carne é tenra e tem efeitos benéficos para as enfermidades dos rins e do baço", assegura Dong.

O interesse dos criadores chineses pelo São Bernardo se explica pelo grande porte do animal, que pode pesar até cem quilos, sua resistência física e sua boa relação qualidade-preço. "É um cão que engorda rapidamente e sua alimentação custa apenas dois iuanes (US$ 0,24) por dia. Este valor pode ser menor para os híbridos, cuja fêmea tem de dez a doze filhotes por ano", indica Dong.

Sua carne é vendida a 17 iuanes o quilo no nordeste da China, e pode chegar a 20 iuanes o quilo nos arredores de Pequim, o que torna mais rentável do que a criação de porcos.



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Chineses faturam com cachorros usados para fins culinários

Das Agências

26/02/2001 | 12:19


A criação de cachorros São Bernardo é uma atividade próspera na China, onde esta raça é muito apreciada por suas virtudes culinárias.

No entanto, ao contrário das afirmações de algumas associações ocidentais de defesa dos animais, os chineses praticamente não consomem a carne de verdadeiros São Bernardos e sim apenas das raças locais, resultantes do cruzamento com os São Bernardos legítimos.

"Um São Bernardo de raça é muito caro e serve apenas para a reprodução", comenta Shou Weiping, diretor da firma Xianglong, especializada na criação de cães. Seu estabelecimento possui cerca de 200 cachorros, em sua maioria criados em pequenas jaulas e com condições de higiene lamentáveis. "Quando se tem entre 600 e mil cães é que o negócio começa a ser verdadeiramente rentável", explica Shou.

Segundo Dong Dehui, do Instituto de Pesquisa sobre Carne Canina de Shenyang, a carne de cachorro continua sendo muito apreciada no Nordeste do país e também no Sul. "O cachorro tem um grande valor nutritivo, sua carne é tenra e tem efeitos benéficos para as enfermidades dos rins e do baço", assegura Dong.

O interesse dos criadores chineses pelo São Bernardo se explica pelo grande porte do animal, que pode pesar até cem quilos, sua resistência física e sua boa relação qualidade-preço. "É um cão que engorda rapidamente e sua alimentação custa apenas dois iuanes (US$ 0,24) por dia. Este valor pode ser menor para os híbridos, cuja fêmea tem de dez a doze filhotes por ano", indica Dong.

Sua carne é vendida a 17 iuanes o quilo no nordeste da China, e pode chegar a 20 iuanes o quilo nos arredores de Pequim, o que torna mais rentável do que a criação de porcos.

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