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Edson Cordeiro: de Santo André para o mundo

Anderson Santiago/Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com fãs nos quatro cantos do planeta, cantor Edson Cordeiro fala do início da carreira


Marcela Munhoz

21/10/2017 | 07:00


 Tudo pode influenciar na escolha profissional das pessoas. Geralmente, isso acontece na infância. Para certo cantor de Santo André, foi a participação em um programa de televisão – quando tinha 13 anos – que despertou a vontade de estar sempre sob os holofotes. “A minha escola, que na época chamava EEPSG 31 de Março, foi convidada a participar do É Proibido Colar, da Cultura, apresentado pelo Antonio Fagundes e pela Clarisse Abujamra. Lembro de fazer número de mímica que foi um sucesso. A partir deste dia senti que a arte seria meu futuro”, conta ao Diário o cantor de 50 anos, que mora há dez na Alemanha. De lá, acompanha tudo o que acontece por aqui e, ao menos quatro vezes por ano, vem ao País. “Já estive três vezes este ano no Brasil”, revela o artista, que não tem mais família que mora em Santo André, somente amigos. “Sempre os visito”, garante.

Filho de pai mecânico e mãe bordadeira, Cordeiro – após a ‘estreia’ televisiva como mímico – começou a cantar no coro da igreja. “Foi meu conservatório”, afirma. Aos 18 anos, seu caminho cruzou com nome que, hoje, comanda a Orquestra Sinfônica de Santo André: o maestro Abel Rocha. “Ele foi grande influência, pois fiz meu primeiro musical (Amapola) sob sua direção (além da de Miguel Briamonte). Qualquer convite do maestro para cantar com a Ossa seria novamente uma honra.” Em 2015, ele esteve na região para se apresentar com o grupo.

Abel Rocha também se lembra do dia em que o “pequeno e jovem” Edson chegou para a audição. “Recebemos sua indicação e foi impressionante. Ele tinha falsete muito bom. O projeto acabou o ajudando a conhecer mais sobre repertório”, diz o maestro, que adoraria contar com a presença do ‘pupilo’ nas comemorações de 30 anos da orquestra em 2018. Segundo Cordeiro, apesar de morar há uma década longe, em nenhum momento parou de lançar trabalhos, disponíveis em plataformas digitais, por aqui. “Tenho público maravilhoso na Europa, mas nunca deixei de trabalhar no Brasil.”

O contratenor está divulgando mais um trabalho, o primeiro foi lançado em 1992. Desta vez, a aposta foi no fado, estilo musical português. “O Fado Tropical é grande sucesso. O público tem me recebido com muito carinho, pois, além de ser resgate das minhas raízes lusitanas, cantar fado sempre foi sonho que realizei. Está sendo tudo feito com amor, respeito e verdade”, conclui.



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Edson Cordeiro: de Santo André para o mundo

Com fãs nos quatro cantos do planeta, cantor Edson Cordeiro fala do início da carreira

Marcela Munhoz

21/10/2017 | 07:00


 Tudo pode influenciar na escolha profissional das pessoas. Geralmente, isso acontece na infância. Para certo cantor de Santo André, foi a participação em um programa de televisão – quando tinha 13 anos – que despertou a vontade de estar sempre sob os holofotes. “A minha escola, que na época chamava EEPSG 31 de Março, foi convidada a participar do É Proibido Colar, da Cultura, apresentado pelo Antonio Fagundes e pela Clarisse Abujamra. Lembro de fazer número de mímica que foi um sucesso. A partir deste dia senti que a arte seria meu futuro”, conta ao Diário o cantor de 50 anos, que mora há dez na Alemanha. De lá, acompanha tudo o que acontece por aqui e, ao menos quatro vezes por ano, vem ao País. “Já estive três vezes este ano no Brasil”, revela o artista, que não tem mais família que mora em Santo André, somente amigos. “Sempre os visito”, garante.

Filho de pai mecânico e mãe bordadeira, Cordeiro – após a ‘estreia’ televisiva como mímico – começou a cantar no coro da igreja. “Foi meu conservatório”, afirma. Aos 18 anos, seu caminho cruzou com nome que, hoje, comanda a Orquestra Sinfônica de Santo André: o maestro Abel Rocha. “Ele foi grande influência, pois fiz meu primeiro musical (Amapola) sob sua direção (além da de Miguel Briamonte). Qualquer convite do maestro para cantar com a Ossa seria novamente uma honra.” Em 2015, ele esteve na região para se apresentar com o grupo.

Abel Rocha também se lembra do dia em que o “pequeno e jovem” Edson chegou para a audição. “Recebemos sua indicação e foi impressionante. Ele tinha falsete muito bom. O projeto acabou o ajudando a conhecer mais sobre repertório”, diz o maestro, que adoraria contar com a presença do ‘pupilo’ nas comemorações de 30 anos da orquestra em 2018. Segundo Cordeiro, apesar de morar há uma década longe, em nenhum momento parou de lançar trabalhos, disponíveis em plataformas digitais, por aqui. “Tenho público maravilhoso na Europa, mas nunca deixei de trabalhar no Brasil.”

O contratenor está divulgando mais um trabalho, o primeiro foi lançado em 1992. Desta vez, a aposta foi no fado, estilo musical português. “O Fado Tropical é grande sucesso. O público tem me recebido com muito carinho, pois, além de ser resgate das minhas raízes lusitanas, cantar fado sempre foi sonho que realizei. Está sendo tudo feito com amor, respeito e verdade”, conclui.

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